Artigos do Portal:
#A história do Falnama (Livro dos Presságios) e divinação no mundo islâmico.#A história dos romanis (ciganos)#“Sou uma mulher sensível”: sobrecarga sensorial do TDAH em adultos#Rainha Maria da Romênia#Rainhas dos Romanis#Gaianismo#Um breve guia para as constelações babilônicas e sua astrologia#Deusa Hitita do Sol, a deusa do Sol de Arinna de origem Hattiana#Empoderamento das mulheres#A verdadeira constelação do zodíaco em que o sol estava no dia que você nasceu#Artigo da Semana#Divindades Femininas na América do Sul#Deusas Maias#Chá para o Parto – Chá Mexicano#Domesticidade e Feminilidade#A Deusa Inuit Sedna#Changelings – Lendas das crianças trocadas#Gaulesas e Gauleses e as Divindades Celtas#Origem da Festa Junina#Festival Folclórico de Parintins#História e Origem das Festas Juninas na América#Anat, Deusa antiga Cananita#Óleo de Abramelin#Deusas Celtas#Mitos e Lendas Eslavas#Cartimandua e Boudica (Boadiceia)#Zorya, Deusa Eslava da Luz#Reavivando o Divino Feminino por meio de histórias e tradições celtas#Reino de Hel: A Deusa Nordica do Submundo – Indo e voltando para o inferno#Fiar e tecer, as artes mágicas femininas e maravilhosas associações#História Celta relacionada ao Mito do Rei Arthur#Cailleach: Mito Irlandês, Lenda e o Feminino Divino#Mitos e Estações no céu Tupi-Guarani#Deusas da Natureza#Druidas femininas, as sacerdotisas esquecidas dos celtas#Deusa Nemetona#A luta de Elizabeth Packard contra a tirania legal dos maridos#Baalbek – Templos de mais de 5000 anos – Deusas Venus / Atargatis#Al-Lāt, Allat, Allatu ou Alilat , a deusa árabe pré-islâmica#Tir na nOg e Tuatha De Danann#Oráculos no Druidismo / Oráculos Druidas#Um Ogham para os Montes Apalaches#Awen, a inspiração divina: princípio central na tradição druida#Atlantida, a civilização anterior a atual#Mulheres na sociedade Maia#O princípio feminino: uma ideia em evolução#Yoni e ‘Sheela Na Gig’#Deusas Nativas do Brasil e os mitos de mitos#Os Nativos do Novo Mexico (Norte America) Zuni e Puebloans Ancestrais#Maria Madalena / Maria Magdalena#Mehrgarh – sitio arqueológico neolítico (datado de 7000 aC a 2500/2000 aC – Paquistão)#A PODEROSA ORAÇÃO AO PLANETA DE MAIS DE 500 MULHERES NO VALE SAGRADO DO PERU#Monte Ararat#Alfabeto siríaco#Monte Nemrut / Nemrud#Maitreya (as três mães) se encarna#Compreendendo a filosofia de Shiva-Shakti através de ‘Ardhanarishvara’#Shakti e Kali#Sobre Magia#As Eras Glaciais – A História da Ciência sobre o tempo antes do auge da Civilização Ariana#Sonhos lúcidos podem nos aproximar de experimentar a “realidade” não dualista do que acordar a meditação#Honrando nosso sagrado ciclo feminino ‘tempo da lua’#Atlantida e os deuses antigos#Artemis#Doze mulheres famosas da idade média#Jezabel: princesa de Sidom, rainha de Israel#Hormônios e seu ambiente – Quando se trata de hormônios, há mais de um “normal”#Os ciclos femininos, ciclos de fertilidade e menstruação nas Culturas Nativas#Ereshkigal – Deusa Crone, Deusa do Submundo e da Morte#Deusas Crone – As Mães das Sombras, da Morte#Deusas Incas#Deusas da Água – Deusas do mar, dos rios e lagos#Deusas do Fogo#Recomendações da medicina tradicional chinesa para ajudar a aliviar as dores do período menstrual#Maré – a força do Sol, da Lua e outros astros sobre a Terra#Mais artigos para ginecologia natural: plantas, ervas#A civilização mais antiga do mundo é ainda mais antiga do que se pensava#Antropologia Feminista#Abraçando o feminino divino, a escuridão, a sombra e tudo#Deusas nativas americanas#Coatlicue, deusa mãe asteca#Ginocentrismo e Androcentrismo#O Feminino nas religiões#Amphitrite / Salacia: A Deusa contraparte de Netuno / Poseidon#CORRESPONDÊNCIA ENTRE PLANTAS E PLANETAS: UM GUIA DE ASTROBOTÂNICA PARA PREPARAR REMÉDIOS MÁGICOS#CORRESPONDÊNCIA ENTRE PLANTAS E PLANETAS: UM GUIA DE ASTROBOTÂNICA PARA PREPARAR REMÉDIOS MÁGICOS#O Sagrado Feminino pelo Budismo Vajrayana#Volvas – Mulheres ‘xamas’: as temidas e respeitadas Profetisas, Sábias, Sacerdotisas, Videntes nórdicas#A Adoração de Deus na forma feminina#Atma Shakti pela abordagem do Yoga#As Bruxas do Brasil Colônia#Os Planetas/ Astros na astrologia#Atargatis: uma deusa síria adorada nos primeiros séculos dC.#Ecofeminismo(s): Por Que Mulheres, Animais e Natureza Sob o Mesmo Olhar?#Disfunção Sexual Feminina#Anatomia Genital Feminina#Ginecologia natural: o poder das ervas a serviço da saúde da mulher#Ginecologia natural: um caminho para a humanização do cuidado#MENSTRUAÇÃO, CORPOS FÍSICO & SUTIL, GINECOLOGIA NATURAL & HOLÍSTICA#Diu de Cobre – Métodos contraceptivos não hormonais#O que você deve saber sobre os octagramas – estrelas de oito pontas#Sete raios#Empatia nos cuidados de saúde da mulher#Ginecologia Ayurveda#Passos positivos para se estabelecer para a gravidez pela Ginecologia Tradicional Chinesa#Ginecologia na Medicina Chinesa – Ginecologia Tradicional Chinesa – Oriental#Astrologia egípcia e signos do zodíaco egípcio#O Feminino Divino nos Contos de Fadas#Sirius – Estrela Nobre e Divina#Quiromancia#Shamans Göbekli Tepe e seus símbolos cósmicos e Shahmaran#Mulheres antigas xamãs da Irlanda: curandeiros, sacerdotisas e adivinhos#Shakti – seus significados#Imagens do Feminino Ancestral: Reconhecimento de Padrões, Através do Espaço e do Tempo#O keebèt e a cerimônia feminina no Chaco#Notre Dame de la Vie: Nossa Senhora da Vida#Templos da Deusa na Ásia Ocidental#Atete, Deusa do Povo Oromo no sul da Etiópia#Rainha de Saba / Sabah / Shaba – Makeda, Bilqis#Matriarcado, Matrilinearidade,#Mãe Menininha do Gantois#A rabina Léah Novick#A natureza divina das mulheres naturalmente – um desafio do século XXI#Citações do Feminino Divino#O poder da Irmandade / Fraternidade Feminina ou Sororidade#Influencias da Lua, dos planetas e outros astros sobre a terra#Sobre a Vagina, a Vulva e soluções naturais para alguns problemas#Runas – História, Mitos e Significados dos Símbolos#Madeiras para fazer varinhas mágicas#Dualidade Mútua: Yin Yang / Shiva Shakti#Plantas para reconexão feminina#O Feminino Divino está em Ascensão#Pindorama – O Brasil Nativo, O Brasil Ancestral – e Abya Yala#Astros de tônicas femininas para encontrá-los e entender o feminino no seu mapa astrológico#Florais para as mulheres#Ervas e plantas para a cura dos disturbios femininos – ervas e plantas para mulheres – Ginecologia Natural#Vênus e as Plêiades!#Código e Contemplação da ética das Sacerdotisas#Purificação, Consagração e Carregamento de objetos#Plantando um jardim mágico – Plantas Mágicas#Jóias egípcias antigas arrancadas do monte funerário da “princesa virgem” na Siberia, montanhas de Altai#Ervas, plantas e magia#Tuatha De Danann#Os Duidas#Moura Encantada#Poder dos Metais – Propriedades Magicas dos Metais#De Tonantzin Coatlicue à Virgem de Guadalupe: o que Elas têm em comum#Magia dos tecidos: A Cosmovisão Andina Através da Tecelagem#Deusas da Cura#As Hostes Angelicas – de Geoffrey Hodson#Os Anjos#Astrologia do Centro Galáctico – o centro galáctico no mapa astrológico#Tonalidade cósmica – o significado sagrado da tartaruga#Deusas hindus. Lakshmi, Sarasvati e Parvati (Sati, Durga e Kali)#A lenda hindu do dilúvio de Manu e o relato bíblico de Noé#A Deusa Ganga e O Ganges: o rio sagrado do hinduísmo#Qhaqoy – técnica massagem andian#simbolos para os principios#Ativando a Prosperidade#Sobre o que é Sombra#A Menstruação é realmente ‘normal’ ou ‘natural’? (do ponto de vista muito ancestral)#Ogham / Ogam – Alfabeto Celta – Druida#A Jornada de Inanna: A descida de Inanna ao submundo: uma obra-prima literária de 5.500 anos#Shakti – Invocando sua energia feminina#Deusa Mãe (Ninmah, Nintud / r, Belet-ili e Nin e Ninhursag)#Principais desastres ambientais no Brasil e no mundo#Salto de Sete Quedas – SALTOS DEL GUAIRÁ – O fim das maiores cachoeiras do mundo#Meses da árvore celta – 13/treze divisões lunares#Plantas harmonização hormonal#Magia, Magia Cerimonial e Teurgia#A Mãe Divina#Shakti – Na astrologia oriental e numerologia#Planetários e quadrados mágicos –#Artes divinatórias e práticas mânticas#Tarot: A Rota ou Roda das Experiências das civilizações antigas#Deusa Asherah – Representação Feminina do Sagrado, a Deusa de Israel#A Grande Deusa – Histórico#A Mais Antiga Oração Dirigida à Maria Datada Do Ano 250 d.C#Áreas reflexas femininas do corpo físico-etérico#Lilith#A Humanização do Parto e do Nascimento#Nomes Xamãs#Animais com fêmeas dominantes#Uma não definição de “xamã”#Enheduanna – A poeta e Alta Sacerdotisa acadiana#O Panteão da Mesopotâmia – Mitologia Mesopotâmia#Tiamat#Lista de ocultistas e escritores ocultistas#Plantas e seus benefícios#Reflexões de uma antropóloga e mãe: ‘O que aprendi com índios sobre educação infantil’#As “Montanhas Sagradas”, o Centro das Montanhas Mágicas da Mantiqueira – Aiuruoca#Serra do Roncador#Instrumentos Musicais Indígenas#O poder das raízes: As plantas falam umas com as outras pelas suas raízes#As mulheres e produção de óvulos: mulheres nascem com óvulos em seus ovários#Escritos e Evangelhos Apócrifos#Astarte, Astoreth, Ashtarot, a verdadeira origem de Venus e Afrodite#Deusas em Transformação:#Exercícios Kegel: Exercícios Musculares Pélvicos#Alquimia Feminina: Cultivo Feminino#Hypatia de Alexandria#Sírius, a estrela da realeza#Quem é Baphomet?#Maquiagem com produtos naturais (maquiagens veganas, naturais e caseiras)#Ēostre – A Deusa da Origem da Páscoa#Arqueólogos encontram vestígios de civilização desconhecida na Amazônia#Inanna – Ishtar – Astart (Ashtoreth)#Apsaras#Sobre a Frequência 432 e afins#A Era de Aquário#Evangelho de Maria#Quando Deus era mulher: A civilização das deusas gordas#Aradia#Porque precisamos de energia feminina no mundo#Mudanças no campo magnético da Terra#Associações de apoio às mulheres pelo mundo#Como a sabedoria das mulheres estava perdida#Ondas Cerebrais e Meditação#O Movimento do Sagrado Feminino ou Divino Feminino#A lenda de Mulan: a jornada da mulher e do feminino#Jornada de Cura – integrado as jornadas dos heróis e heroínas#Marija Gimbutas e a Deusa#Jornada da heroína: a narrativa mítica da mulher#Diferenças entre Signos e Constelações#Centro Galáctico#108 Siddhas Femininas, Dakinis, Yoginis e tântricas#Mulheres nas religiões#Casa da Virgem Maria na Turquia#As Mulheres na Cultura Védica#A Jornada da heroína e os ciclos de morte e vida#Elementos da meditação ativa:#Shakti Sadhana – Disciplina espiritual hindu (combinação de prática védica e tântrica)#Fases da Lua de 1900 a 2060#Informações básicas e interessantes da Astronomia#Locais importantes relacionados ao Caminho Evolutivo da civilização Ária#Samhain#Deusas da Mitologia no Brasil#A Centralidade da Feminina Divina – Shakti – no Sufismo#LILITH, O grande misterio do feminino selvagem#O que é Ginecosofia / Ginecosophia – Ginesofia / Ginesophia#Pleiades – pela Teosofia#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (ciganas)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (indianas)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (orientais, árabes)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (flamenco e salsa)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (brasileiras)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (hawaianas, polinesia, tailandesas, chinesas outras)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (árabes – dança do vente, orientais tribais, indianas fusion e afins)#Mandala#Grupo Mawaka#Outras Músicas#Sarasvati, Lakshmi, Parvati – As Três deusas, Shaktis supremas do induísmo#Yasodhara#Yasodhara#Céu Real – Céu Astronômico do momento (Efemérides Astronômicas)#Beltane#Mulher Shaman / Mulheres Xamãs#Maha Devi – Lalitha Sahasranamam – Os 1000 nomes de Lalitha / Lalita#Dança Duende – Danza Duende e ‘El Duende’#Mulheres Heroínas Indígenas#Apu (divindade) – Os Espíritos da Montanha do Peru#Mitos e lendas: Paititi, uma importante cidade perdida dos Incas#Caminho do Peabiru – Caminho utilizado pelos nativos ancestrais sul-americanos, ligando o litoral ao interior#SHAKTI-SHIVA e a Cosmogênese – Os mistérios da origem do humano e do universo#Qoya – A Rainha-Sacerdotisa Inca#Ginecologia Natural – Naturologia Feminina: Saúde da Mulher#NEFERTITI, a Bela e Poderosa Rainha do Egito – A Grande Rainha do Nilo#Recebemos as mitocôndrias de nossas mães: maioria dos seus genes são oriundos de sua mãe.#Mulheres Incas#Hello world!#Deusas indianas e o significado de suas imagens#História das mulheres#Musicas Danças#RECONEXÃO Caminho Sagrado Feminino: Práticas Essenciais#O que é o Feminicídio ou femicídio#Gênero Feminino#Políticas públicas de combate à violência contra a mulher#Movimentos pelos Direitos da Mulher#Atos Internacionais – convenções que se referem às mulheres (Diretos da Mulher 2)#Direitos da Mulher#Helena Blavatsky#Mulheres em luta: Mulheres revolucionárias#Sobre o Útero – O Cálice Sagrado (pela abordagem do xamanismo tolteca contemporaneo)#Sobre Alquimia Interior – Alquimia Feminina – Respiração Ovariana – (pela abordagem do Tao Universal)#Tambores Xamânicos Sagrados#Xamanismo Huna (Hawai) e o Ho'oponopono#Atlantida, uma civilização matriarcal esquecida#Elementais da Natureza#Pedras de Poder#Os cristais e o ventre#Equilíbrio hormonal da mulher 2 – A importância da Progesterona#Equilíbrio Hormonal da Mulher#Por que nem todas as fêmeas menstruam? ….#Shakti#O Sagrado Feminino e a Deusa Gaia Manifestada#Os Mistérios de Vila Velha (Ponta Grossa – PR – Brasil)#Mistérios Brasileiros Famosos#As Deusas Védicas#O Poder das Plantas#Pesquisa revela o poder das mulheres Incas#Profecias dos Incas Q’ero#Mulheres da Floresta#ZENEIDA, A PAJÉ DO MARAJÓ#Mulheres Pajes – As xamas nativas brasileiras#A Sabedoria dos Incas e Andina e os resquícios de uma sabedoria sagrada feminina#A CHAKANA – A Cruz Andina ou Cruz Quadrada – a ponte entre os mundos#Acllas, as Sacerdotisas do Sol – Mulheres Sagradas dos Andes (sacerdotisas incas)#Princípios dos Povos Andinos#Pachamama#Herbologia mística – o poder das ervas e plantas#O Poder dos Cristais#O Poder das Flores – O Povo Flor#A Lenda das 13 Matriarcas#O Poder das Árvores: O Povo em Pé#Purificação com ervas – por método xamânico#Plantas de Poder#Catal Hoyuk – Anatólia (atual Turquia) e a arte da deusa e do feminino#Símbolos minóicos do culto a Deusa#Animais de poder – As ‘Criaturas’ ou ‘Criaturas Animais’ – Totens (Xamanismo)#Animais de poder – As 'Criaturas' ou 'Criaturas Animais' – Totens (Xamanismo)#Mix de ervas emagrecedoras – também diminui a barriga (perde gordura abdominal)#Shakti Mantras: os mantras de poder e graça potencializando outros mantras#Oração (ou contemplações) às Marias Navegantes – das Sacerdotisas de Maria#Theotokos – Maria como a 'Mãe de Deus'#Theotokos – Maria como a ‘Mãe de Deus’#Coliridianismo#A TERRA OCA – Mistérios milenares da Terra#Sara La Kali ou Santa Sara Kali – O Sagrado Feminino e o Sincretismo religioso#Segredos do Sagrado Feminino Cristão – As Marias do Mar#O que é ser uma sacerdotisa – A Sacerdotisa e o Sagrado Feminino#Sagrado Feminino: Brasil, ÍSIS, N.Srª Aparecida, o poder da Deusa#Sobre o Sagrado Feminino, as Abelhas e o mel, A Deusa Abelha#Shaktis – As mulheres Yoginis, Dakinis e Sacerdotisas#Shakti – A importância de seu reconhecimento pela mulher#Shaktis dos Nakshatras#Shakti – Poder Cósmico e Universal#Shakti : A Mãe do Mundo 1#Shakti: O Despertar da Deusa Adormecida na Matéria#Shakti: O Poder, a Força Divina Cósmica, Planetária e Pessoal#Shakti, kundalini e Tantra#Cariatides – Sacerdotisas de Artemis#Piramides na Bosnia e China#A história das coisas, pelas pessoas e pela Terra#Os Mistérios da Serra do Roncador#Avatara ou Avatar e o Kalki Avatar ou Maitreya#Links Astrologia Sideral e Astrologia Védica#O que são formas pensamento, egregoras e tulpa?#Estátua de Maitreya: uma imagem que a mente pode fazer dela uma ponte!#Allamirah – Uma Encarnação da Divina Mãe, do Feminino Sagrado#Oricalco: o metal desaparecido usado na Atlântida#Especiarias#Sacerdotisas Sumérias#Ervas Medicinais, Especiarias e Temperos#Shakti#Srichakra – representação de Shiva-Shakti no macrocósmico e microcósmicos#Dharma e Sanatana Dharma – As Leis Universais e o Sistema de Sabedoria da Índia para estar em sintonia com essas leis#A Filosofia Yoga Shakti – por Sri Swami Sivananda#Samantabhadri, Prajnaparamita, Vajravarahi e Arya Tara (As Grandes Shaktis do dharmakaya, sambhogakaya e Nirmanakaya)#Kurukulla: Lalitavajra ou Vajratara (ou Tara Vermelha)#Vajravahari e Vajrayogini#As ‘Deidades’ do Bardo (estágio intermediário)#Aditi – Devamatri, expansão cósmica, espaço; mãe de todas as coisas#Adi Parashakti (Adi Shakti) – Param Prakriti, o Poder do Para Brahman#Lokapalas ou Maharajas#Shri Yantra – Um dos mais conhecidos e poderosos Yantras#Lalita Tripurasundari – A origem dos 3 mundos#Filmes Indicados#Bibliografia: Livros – Indicação para o estudo da Espiritualidade e Sabedoria Feminina#Glossário de Deusas#Glossário Indígena e Xamânico#Músicas de Marcus Viana e Sagrado Coração#Links para as constelações e estrelas fixas: Pleiades, Orion/Tres Marias, Sirius, Algol, Cruzeiro do Sul, Pleiades do Sul, Cão e Ursa Maior, Coroa Austral e Boreal, Spica, Sadalmelik#Conjunções de Vênus (de 1900 a 2050) – Trânsitos e Ciclos de Venus (1032 a 2255)#Estações do Ano de 1900 a 2099#O Céu do Momento#Leis Herméticas – Leis ou Princípios Existenciais ou Leis que regem o Universo#As linguas originais sagradas: Sensar e Vatan – e os mistérios que elas guardam#Matrikas (Mães Protetoras e Purificadoras) e as 64 Dakinis#As Cinco Mães, Irmãs ou Consortes de Sabedoria (Prajnas) – Mães e Consortes dos Dhyanis Budhas#Pleroma – A Plenitude#Aeon – Emanações Supremas do Pleroma#Os conceitos de Self, Individuação e Iluminação#Os estágios-níveis de desenvolvimento humano e os domínios transpessoais#Meditação e o despertar do Poder e da Sabedoria Interior#Qual a diferença, entre os gêneros, que interferem nos métodos de despertar? (resumo síntese)#Como se dá a exploração energética direta da mulher? (resumo síntese)#O que é o ‘processo evolucional’ ou despertar da consciência? (resumo síntese)#Porque esta urgência de despertar? (resumo síntese)#Protegido: Sonhos lúcidos – teoria e prática#O que são Elementos Vibracionais?#Porque um sistema iniciático (de despertar) específico para as mulheres? (resumo síntese)#Crianças / Humanos Índigo e Cristais#Anjos e Devas#Porque muitas mulheres se sentem insatisfeitas nos seus relacionamentos? (Parte 1)#Dualismo e não dualismo#O que é Magia, Teurgia e Teurgia Natural?#Sobre as mulheres – pensamentos e frases#Hildegard de Bingen#O que significa Shekinah (Shekhinah ou Shechiná)#Shakti – O poder interior humano, planetário e cósmico: O Grande Feminino#Fenícios no Brasil muito antes dos portugueses#Ilha Brasil – Hy Brazil a ilha mítica, a ilha afortunada#Roda do Ano – Os 8 Festivais Celtas – As 8 fases da Deusa#Sobre o feminino, o masculino e o sexo – Dion Fortune#Sobre o significados de Sacerdotisa#Mata Amritanandamayi Devi, Ammachi ou Amma – A Shakti Mãe que distribui o Poder do Amor pelo abraço#Ma Yoga Shakti – A Shakti com realizações materiais e espirituais para o bem comum#Anandi Ma: uma Shakti oferecendo Shaktipat no ocidente#Transformando a energia em Shakti – referente aos ensinamentos de Shree Maa#Shee Maa – Uma deusa mãe da Índia para o ocidente#Planetas e Arcanos – para refletir os aspectos arquetípicos#Yeshe Tsogyal: uma Dakini iluminada#Therese Neumann – uma santa cristã#Sri Ma Anandamayi – Uma grande Shakti manifestada na índia#Mahavidya – As dez grandes Shaktis associadas aos grandes poderes cósmicos para os tântricos#Sri Sarada Devi – A Santa Mãe, uma Shakti encarnada#Alguns mestres orientais e suas Dakinis ou Shaktis – Padmasambhava, Ramamkrishna, Aurobindo#o que significam: Libertação, Iluminação, Auto Realização, Arhat, Nirvana#Nangsa Obum – uma mulher tibetana considerada emanação de Tara#Vajrayogini – A Shakti orientadora e inspiradora no caminho de iluminação#Tara – uma manifestação do aspecto feminino iluminado#As 64 Dakinis ou Yoginis#o que significa Prakrit, Mahaprakrit e Purusha#O que significa Kundalini, Fohat e Prana#O que significa Sophia (Sofia)#o que significam Deusas Mães ou Grandes Deusas#O que significa Devi#O que significa Dakini#O que significa Yogini#O que significa diksha, deeksha ou deeksa – ou iniciação espiritual#O que siginifica Shaktismo#O que significa Shaktipat#o que significa SHAKTI#Shakti#As Sacerdotisas da história desta civilização: Pitonisas, Vestais, de Ísis, de Inana, Sibilas#o que é THEASOPHIA (Theasofia, Teasofia) e THEALOGIA (Tealogia)#Gurumayi Chidvilasananda – uma bela e bem aventurada Shakti transmitindo Shaktipat ao ocidente#o que é TEURGIA e TAUMATURGIA#Mirra Alfassa – Shakti ou Companheira espiritual de Sri Arobindo#Ayu Khadro – Uma Grande Dakini manifestada
Antropologia Feminina Manifestações e Emanações de Shakti / Qoya / Auset / Cy Para Práticas e Estudos do Caminho Sagrado Feminino Uncategorized

Notre Dame de la Vie: Nossa Senhora da Vida

Uma antiga deusa de pedra vigiava uma fonte sagrada em Saint-Martin de Belleville, no lado francês dos Alpes. Sua veneração em Savoy remonta antes do início do registro escrito. Um influxo de cultura celta varreu este vale alto de Doron de Belleville ao redor do 400 aC, e está cheio de locais cedo da era de La Tène.

Notre Dame de la Vie, antes de 1960

A estátua da Deusa foi provavelmente esculpida nos primeiros séculos aC. Ela tem pouco mais de cinco metros de altura, com um corpo que se alarga em uma saia na base. Seus olhos são grandes e próximos, com uma “expressão grave e meditativa”. Ela segura um grande recipiente cilíndrico sobre cuja superfície derrama-se gotas de água esculpidas:

“Esses glóbulos aparecem em forte alívio, sob cada uma de suas mãos, três de um lado, quatro do outro, e formam um líquido saindo do reservatório, primeiro obliquamente, depois verticalmente”. A escultura simbolicamente transmite “o nascimento de um primavera, sobre a qual a divindade feminina preside. ”[Thevenot, 194] A fonte derramou-se em um cisto de pedra. Milhares de pessoas foram até lá para beber suas águas, realizar abluções e pedir cura e outras bênçãos.

Durante um longo processo de cristianização – uma que nunca foi concluída – sucessivas capelas foram construídas no santuário da primavera desta deusa. Em inúmeros lugares da Europa, os santuários pagãos foram cristianizados construindo igrejas no local e trazendo uma estátua de Maria ou outro santo. Mas o que aconteceu aqui foi excepcional. Por quase dois milênios, uma antiga deusa celta permaneceu em seu santuário de primavera, disfarçada sob a nomenclatura cristã da Virgem Maria. Ela recebeu o título pouco cristianizado Notre-Dame-de-la-Vie, “Nossa Senhora da Vida”.

O clero deslocou a Deusa de sua posição original, provavelmente entre as rochas da primavera, e a construiu na parede de fundação da mais recente das capelas. Caso contrário, inalterada, a Deusa da Vida continuou a receber as devoções dos Saboianos em sua nascente na montanha. Como Emile Thevenot diz, “a igreja nem mesmo ‘substituiu’ o culto mariano pela deusa-mãe, personificação da primavera da Vida. Foi o suficiente para justapor discretamente, e a antiga estátua continuou a receber o devido tributo, mesmo que o rito de abluções continuasse. ”

A veneração da Deusa e suas águas continuou nos tempos modernos, quando ela foi estimada como uma fonte de tremendo poder de cura. Registros mostram que oferendas extremamente ricas estavam sendo feitas neste santuário nos anos 1600 e 1700 (e, sem dúvida, muitas mais humildes). No mesmo período de tempo, dezenas de murais foram pintados na capela representando histórias de curas milagrosas pela senhora.

A água da nascente fluía para um tanque de pedra e, nos últimos tempos, foi canalizada através de um tubo

A Deusa originalmente tinha seios fartos. Em meados do século XIX, um piedoso fanático os atacou – sem dúvida, considerando-os muito pagãos, indecentes, cheios de poder feminino nu. Ele deixou marcas de ferramentas na pedra. Alguém, provavelmente a mesma pessoa, também tentou introduzir uma cruz em sua cabeça, dividindo a pedra em toda a face do ícone. (Essa cobertura com cruzes era frequentemente feita para monumentos megalíticos e outros recipientes conhecidos de reverência pagã.) Alguém perfurou um buraco em seu pescoço e passou um cano por ele para desviar um pouco da água da primavera pela abertura. Isso não funcionou bem, porque a foto acima mostra o feio tubo cru contornando completamente a Deusa. Essas intervenções prejudiciais tornaram necessário remendar a estátua, com cimento branco visível na foto acima.

Um relato de testemunha ocular da década de 1930 descreve uma das peregrinações anuais de Notre-Dame-de-la-Vie. Os savoyards vinham de aldeias próximas e distantes, muitas vezes a pé, com suas oferendas e orações. (Uma conta on-line dizia que no passado as aldeias praticamente se esvaziaram para participar de seu festival anual no final do verão. A capela estava mobiliada com troncos especiais para oferecer centeio e trigo; as pessoas colocam queijos e outros laticínios perto e até Os animais vivos foram amarrados para posterior venda, com os rendimentos indo para a capela.

A testemunha viu mulheres aproximando-se de uma estátua áspera incrustada na parede que sustentava o pátio da capela. A fonte se derramou em um velho recipiente retangular de pedra, o “tanque de abluções”. As mulheres trouxeram lençóis limpos para mergulharem na água e lavaram seus rostos, olhos e seios com ela. Todos consideravam a água como “salvadora e fertilizante”.

A Deusa da Vida após a remoção do santuário da primavera

A deusa da vida havia sobrevivido à cristianização, aos bispos medievais, à reforma católica e até mesmo àquelas mutilações do século XIX – mas não à modernidade. Em 1960, as autoridades da igreja removeram a antiga estátua de seu lugar na primavera. Eles a colocaram em uma galeria coberta, encostada na parede oeste da capela. (Thevenot comenta que isso era “um verdadeiro rebaixamento”.) A Deusa não estava mais ao ar livre, e não havia mais espaço para as pessoas se reunirem em volta dela. Os receptáculos para depositar oferendas permaneceram no lugar, mas as peregrinações caíram depois que a deusa foi cercada pela igreja. [191]

Este movimento dos padres conseguiu, finalmente, impulsionar a veneração popular numa direção doutrinal mais convencional. Voltou a atenção para a capela, adornada com arte católica padronizada. Isso fez a Notre Dame de la Vie desaparecer de vista, literalmente. As únicas fotos que eu já consegui encontrar dela estão no livro de Thevenot, escrito há mais de 40 anos.

Thevenot fala de outra deusa da água nas montanhas de Savoy, que sobreviveu sob um verniz cristianizado. A capela de Notre Dame des Vernettes foi construída em torno de outra primavera “miraculosa e curativa”, para a qual as pessoas faziam peregrinações. “Temos a certeza de que, mesmo em nossos tempos, as abluções, condenadas pela hierarquia, continuam a ser praticadas de maneira aberta ou clandestina.” [194] Assim, a luta para suprimir antigas práticas culturais continua.

Muitas outras sobrevivências pagãs existem nessas montanhas. La Pierre Chevettay (a “Pedra da Coruja”) na pequena aldeola da aldeia de Villarenger é um enorme bloco equilibrado em uma pequena praça. Na sua superfície há seis ou sete cúpulas conectadas por linhas ranhuradas. As pessoas diziam que essa pedra sagrada preservava a aldeia de enchentes e incêndios. Sofreu as mesmas indignidades de-paganização que a Notre Dame de la Vie que, no entanto, pode tê-la salvo de ser inteiramente destruída: “Numerosas cruzes foram gravadas nela para cristianizar esta pedra mágica.” [192]

Indo mais longe, Madonnas em outras partes da França foram muitas vezes localizadas perto de nascentes e poços. As virgens negras de Rocamadour, Vassivieres, Cusset, Clermont e Chartres estavam todas perto de poços ou

Madona Negra de Vassivières, Auvergne

fontes. Em Clermont, a pequena e muito antiga estátua negra de Notre Dame du Port ficava em um altar subterrâneo ao lado de um poço sagrado. A Senhora de la Font Sainte (“nascente sagrada”) foi levada em procissão de ida e volta aos seus santuários de verão e inverno.

Uma lenda de cerca de 1400 descreve como procissões semelhantes com a imagem de Notre Dame de Vassivières se originaram em uma luta entre os camponeses e o clero. O altar das terras altas da Madona Negra de Vassivières fica perto de uma fonte antiga, venerada desde os tempos celtas. Eclesiastics removeu a estátua dela abaixo a montanha a uma igreja na cidade de Besse. “Aqui os sacerdotes podiam ficar de olho nela, em vez de deixá-la nas mãos dos leigos em seu santuário ao ar livre na aldeia de pastoreio de vacas.” [“Vassivière”] Mas ela logo desapareceu da igreja. Uma velha trazendo sua vaca para o mercado da cidade disse às pessoas que a Senhora reapareceu sobre a fonte sagrada nas alturas.

Seguiu-se um cabo-de-guerra: os padres continuavam a levar a deusa à igreja em Besse, mas os camponeses sempre conseguiam levá-la de volta a Vassivières. Finalmente, o clero fez um acordo com o povo rural que permitiu que ela permanecesse no verão em seu santuário nas montanhas, mas que passasse os invernos na igreja de Besse, em cativeiro como Perséfone. [de Frances Marion Gostling, Auvergne e Sua Gente , 1935] A igreja estabeleceu uma nova condição para permitir que a Senhora retornasse à sua montanha: um padre tinha que estar presente para supervisionar o que as pessoas faziam. Um relatório de 1321 refere-se à prática de muitas coisas “profanas e inapropriadas” de Vassivières. “Dizem que coisas estranhas eram praticadas aqui. Nós não sabemos o que. ”[“ Vassivière ”]

© 2012 Max Dashu

Fontes:

Emile Thevenot, Divinités e Sanctuaires de la Gaulle , Paris: Fayard, 1968, pp 191-198.

“Vassivière: Nossa Senhora de Vassivière.” Http://www.interfaithmary.com/pages/Vassiviere.htm

Salvando os bebês: deusas da fonte e batismo de descanso

Outro aspecto surpreendente do antigo santuário de Notre Dame de la Vie era como um local compassivo de refúgio contra o dogma religioso nocivo. Tornou-se um sanctuaire de répit , ou “santuário de descanso”.

Mulheres francesas imergindo um bebê em um poço de cura

Respite de quê? – da doutrina da igreja da condenação eterna daqueles que morreram sem serem batizados. Notre Dame de la Vie foi dito para reviver milagrosamente natimortos, ou recém-nascidos que morreram antes que um padre pudesse batizá-los. As pessoas estavam trazendo seus bebês mortos para sua intervenção pelo menos a partir de 1600, como sabemos a partir de registros de audiências em 1664 e 1669. [197] Notre Dame de la Vie juntou-se a um corpo maior – principalmente formas locais da Virgem Maria – de divindades femininas que incorporavam compaixão, misericórdia e graça.

A doutrina da Igreja proibiu o batismo de crianças mortas e sustentou que elas iriam para o inferno. Perto do final da Idade Média, a ideia de limbo foi inventada para suavizar a dureza de um dogma que causou tanto sofrimento. As mães que já lamentavam a morte do bebê não suportavam o pensamento de que estava fadado a ser condenado para sempre. Limbo significava a “borda” do inferno, e a idéia era que os bebês permanecessem lá, fora dos tormentos dos condenados, junto com outras boas almas não salvas pelo batismo. Mas o limbo nunca gostou do status de ensino da igreja. Em qualquer caso, nunca ser batizado significava que o bebê nunca desfrutaria da beatitude do céu, mas passaria a eternidade como um estranho. Limbo ou nenhum limbo, o clero não permitiria que os natimortos fossem batizados ou enterrados em solo consagrado.

Tentando ressuscitar o bebê morto para o batismo

As pessoas comuns se recusaram a aceitar essas idéias cruéis. Eles buscaram intervenção divina de outra fonte, de Notre Dame de la Vie, ou da Santíssima Virgem em outras capelas que desenvolveram uma reputação como refúgio de santuários. Os pais levavam a criança morta com pressa até o santuário mais próximo, colocavam-na no altar da Virgem, acendiam velas e oravam fervorosamente por seu reavivamento, enquanto um sacerdote realizava um rito.

Tudo isso dependia da participação dos sacerdotes, porque eles tinham um monopólio total sobre o batismo. Às vezes a vigília por avivamento duraria dias. Qualquer sinal de movimento, respiração, mudança de cor, ou mesmo passagem de gás ou fluido – todos os quais são ocorrências biológicas comuns após a morte – foi tomado como uma resusiância milagrosa ou “recuperação”. O padre rapidamente batizaria a criança e, virtualmente, Em todos os casos, a criança morreria “de novo”. Ela seria enterrada em um cemitério especial no santuário de refúgio ou seria levada para casa para ser enterrada na aldeia.

Batizando uma criança “revivida” na Notre-Dame des Fleurs de Villambray, Oise

Os batismos de “descanso” deram paz de espírito aos pais e permitiram que as crianças fossem enterradas em solo consagrado. Em St-Martin de Belleville, o registro de 1664 diz que um tio trouxe um bebê morto para Notre Dame de la Vie. O curé testemunhou que o bebê foi visto a abrir a boca e mover a língua ao redor, e que seu punho fechado se abriu, estendendo os dedos. Isso permitiu que o vigário batizasse o bebê, que vivia por mais algumas horas. Então foi enterrado em um terreno usado por estrangeiros. [197-8] Isso indica que o clero envolvido ainda considerava o caso como algo duvidoso. O sacerdote que realiza o batismo pronunciaria as palavras no sentido de: “Se você está vivo, eu te batizo”. A hierarquia era muito mais duvidosa sobre tais casos, e pressionou de cima para anular essa prática.

Os primeiros indícios de batismos da pausa vem da tarde 13 th século. As condenações da Igreja desses milagres de base parecem começar em 1452 com o sínodo de Langres. Outros o seguiram, com denúncias de bispos em Sens (1524), Lyon (1577), Besançon (1592 e 1656) e Toul (1658). Mas a hierarquia foi obrigada a repetir suas proibições várias vezes à medida que as cerimônias de trégua se espalhavam. Eles estavam lutando contra um movimento cultural alimentado por amor e compaixão, que desafiava suas diretrizes.

As pessoas estavam migrando para deixar refúgios da Bélgica até o leste da França e para o oeste da Alemanha, Suíça, Áustria e norte da Itália. A maioria desses santuários de compaixão eram capelas da Virgem Maria. Centenas de casos estão no registro apenas para os anos 1500 e 1600, apenas para as capelas mais populares para esses batismos, como Faverney, Avioth e outros no leste da França. Em 1729, o papa Bento XIV foi forçado a decidir sobre o assunto, em resposta a um enorme aumento das cerimônias de descanso na Bavária e na Schwabia. Ele condenou os ritos e apoiou a posição da Inquisição de que os “sinais de vida”, a menos que fossem gritos ou gemidos, não eram suficientes para permitir o batismo, não importa quantas testemunhas.

Emile Thevenot aponta para dois santuários de refúgio da Borgonha que “surgiram em lugares onde havia vestígios de um costume desafiador em torno de um culto da primavera presidido por uma deusa mãe”. [197-8]

Frau Holle como Perchta era uma protetora dos bebês, incluindo os não-batizados.

E foi exatamente isso que aconteceu em St-Martin de Belleville. Como vimos, este santuário manteve abertamente a Deusa original que antecede até a conquista romana e foi centrada em torno de uma fonte de cura. O refúgio que sua Senhora ofereceu aos recém-nascidos mortos se conecta a tradições folclóricas generalizadas de deusas pagãs que foram vistas como acolhedoras e protegendo bebês não-batizados rejeitados pela Igreja. As pessoas ligavam esses “bebês pagãos” – na Sicília, na verdade, eram chamados paganeddu , na Alemanha , herdeiros , “pagãos” – para as antigas deusas, como Zlata Baba, na Eslovênia, ou para mulheres fadas, como a huldra dinamarquesa. [Dashu, 2007. Leia mais sobre as tradições folclóricas dos “bebês pagãos” ]

No alemão Orla-gau, Perchta guarda os pequenos que morreram antes do batismo. Ela é levada para o outro lado do rio com eles, lembrando mitos gregos e escandinavos de cruzar o rio da morte no submundo. Perchta é chamada rainha do heimchen (“grilos”, um termo afetuoso para os bebês mortos). Uma história diz que ela viveu no vale fértil de Saale. Ela frutificou a terra arando-a no subsolo, enquanto seu heimchen regava os campos. “Finalmente as pessoas se desentenderam com ela e ela decidiu abandonar o país.”

Vista moderna de Frau Perchta como deusa da noite de inverno

Então Perchta partiu. Tarde na véspera de seu feriado, o barqueiro no Altar foi confrontado por uma senhora alta e imponente cercada por crianças chorando. Ela exigiu ser transportada para o outro lado do rio e entrou na barcaça. O heimchencarregou um arado e ferramentas, lamentando que eles tivessem que deixar aquela linda terra. Perchta fez o barqueiro atravessar novamente para pegar o resto das crianças. O tempo todo ela estava consertando o arado. Ela deu as sobras de chips como sua tarifa. O barqueiro só levou três; de manhã, eles se tornaram ouro. [Grimm, 932, 276]

É claro que essas lealdades pagãs, embora teimosas e persistentes, deram lugar à Deusa católica ao longo do tempo. Mas a devoção mariana popular parecia muito diferente do conceito do teólogo de Virign como intercessor. Ela agia muito mais como um salvador alternativo que repudiava a noção de que as crianças que morreram no útero ou logo após o nascimento estavam condenadas ou, pelo menos, marginalizadas. Ela incorporou a compaixão da antiga Deusa cujo sucessor ela era.

© 2012 Max Dashu

Fontes:

Emile Thevenot, divindades e santuários da Gaulle , Paris: Fayard, 1968

Brigitte Rochelandet, “Sanctuaire à répit, limbés de l’éternité”, extrato de Pays Comtois, nº 63, on-line: http://jeanmichel.guyon.free.fr/monsite/histoire/metiers/sanctuairerepit.htm

“Sanctuaire à répit.” Http://fr.wikipedia.org/wiki/Sanctuaire_%C3%A0_r%C3%A9pit

Max Dashu, “Os“ Dias Pagãos ”. Matrifocus Quarterly , Vol. 6 – 2, 2007 http://www.matrifocus.com/IMB07/scholar.htm

Jacob Grimm, mitologia Teutônica , Vols I-IV, quarta edição traduzida por James S. Stallybrass. Londres: George Bell & Sons, 1883

Mais fontes em Sanctuaires à répit:

Jacques Gélis, L’arbre et le fruit. La naissance dans l’Occident moderne , século XVI e XIX, Paris, Fayard, 1984.

Jacques Gélis, Les enfants des limbes. Mort-nés et parents in l’Europe chrétienne, Paris, Audibert, 2006.

Fiorella Mattioli Carcano. Santuari à répit. Il rito del ritorno alla vita doppia morte nei santuari alpini , Priuli & Verlucca -Ivrea 2009

Notre Dame de la Vie é uma deusa celta em um estilo escultural que se assemelha a duas outras deusas que parecem até hoje a mesma antiguidade. Seus rostos têm características semelhantes; o mesmo acontece com os seus capuzes ou mantilhas. Uma dessas esculturas é da ilha de Guernsey, no Canal da Mancha, e a outra é de Caerwent, no sul do País de Gales.

La Grand-mère du Chimquière, Ilha de Guernsey

A Grande-Mère du Chimquière pertence a um grupo maior de menires-estátua do neolítico tardio. Seu nome significa avó do cemitério. Ela atualmente está na entrada do cemitério da igreja em St-Martin de Bellouse. (Engraçado, ela e Notre Dame de la Vie estão ligadas ao mesmo santo, o mais antigo cristianista da Gália (d. 370 dC).

Ao mesmo tempo, uma pedra com dois vazios para oferendas estava à sua frente, mas foi removida. No entanto, as pessoas mantiveram o costume de guiá-la e colocar ofertas. “Mesmo no século XIX, teve a sorte de colocar uma pequena oferenda de frutas ou flores, ou de derramar algumas gotas de vinho ao pé da estátua – ‘c’étir une Pierre sante …” (Era uma pedra sagrada .) [Kendrick, 17] Essas ofertas continuam hoje, como muitas fotos online demonstram.

Houve uma época em que a estátua ficava perto do pórtico da igreja, voltada para o leste, mas, provavelmente por causa da excessiva veneração que recebera dos paroquianos, uma zelosa autoridade da igreja ordenou que ela fosse destruída. Foi quebrado em dois, mas tal foi o clamor que a estátua foi reparada e colocada em sua posição atual. Um ponto de metal agora a mantém unida, mas a rachadura é claramente visível. [http://www.stmartinschurchguernsey.org/historyofthechurch.htm]

Esta ruptura deliberada (visível na foto acima) foi cometida em 1860, na época dos assaltos a Notre Dame de la Vie. Este período viu outra onda de destruição conjunta de antigas deusas, nas palavras de Kendrick, “longa santidade tradicional”. O site acima citado fornece outra informação crucial: “A igreja fica no local de um santuário de túmulos neolíticos abaixo do qual duas nascentes emergir. ”Portanto, este também é um santuário de fontes.

Deusa megalítica em Castel, Guernsey

Outro menir de estátua em Guernsey fica em uma colina perto do centro da ilha, em Castel. No século VI, uma igreja foi construída em seu local e ela foi enterrada na área abaixo de seu altar. Então, vemos a supercesssão (a nova religião se escondendo e colocando-a abaixo) e a incorporação (os aspirantes a convertidos daquela época sabiam que ela ainda estava lá). No final de 1800, ela foi redescoberta e novamente colocada fora. O menir-estatueta de Castel está na forma clássica da era megalítica: um pilar de pedra levemente cônico com seios e colar. Ela também usa uma bandana. Muitos menires de estátua franceses têm rostos, mas este não.

La Grand-mère provavelmente parecia semelhante, originalmente. Mas a cabeça e os ombros foram recolhidos pelas mãos celtas, provavelmente durante o período de La Tène. Eles acrescentaram um rosto, cortaram o pescoço e definiram nitidamente os ombros e gravaram um colar ou colarinho. Nenhum destes corresponde a qualquer estilo do período megalítico. (Thevenot a compara a outro menir de estátua de peito fechado em uma parede em Lichessol, perto de Saint-Agrève na região de Ardèche, cuja cabeça parece emergir de um capuz também. Mas, nenhuma foto dela disponível, até agora.)

Outra estátua celta importante e comparável é a Deusa de Caerwent. Ela foi venerada por

Deusa dos Silures, Caerwent, Wale do Sul

os Silures, uma tribo celta do sul de Gales. Antes da conquista romana, eles a colocaram em um profundo poço de depósito ritual, a onze pés de profundidade, no terreno de um santuário que depois se tornou o templo romano em Venta Silurum. (O nome romano para Caerwent era Venta Silurum, “mercado dos Silures”.)

A estátua de arenito apresenta uma mulher sentada solene segurando um ramo em uma mão e uma esfera ou fruta na outra. Seu rosto de máscara lisa tem seus lábios separados em um leve sorriso. Sua cabeça um pouco triangular é mais longa que as pernas mínimas. (Essas proporções são comuns em antigas esculturas celtas na Grã-Bretanha e na Gália, por exemplo, uma estátua feminina de Bourges.) A Deusa está nua, exceto por um capuz ou uma capa presos na cabeça. Suas mãos se encontram onde as pernas dela se separam e, em certos ângulos, aquelas pernas finas parecem um portal vulvar, com um vazio profundo entre elas. Eu sempre pensei nela como uma proto-sheila. A superfície desgastada do arenito mostra que ela é antiga, quantos anos não temos como saber com certeza.

Agora, vamos comparar os rostos das três deusas ou, no caso de la Grand-mère, ancestrais. Todos representam um antigo estilo celta de escultura em pedra que antecede a conquista romana. Todos têm faces planas com grandes olhos ovais e longos narizes e usam algum tipo de capuz. Originalmente eu estava pensando que apenas a Notre Dame de la Vie estava associada a um santuário de primavera, mas agora descobri que também era La Grand-mère du Chimquière: “A igreja fica no local de um santuário de túmulos neolíticos abaixo do qual emergem duas nascentes.” [do site oficial da Igreja de St. Martin: http://www.stmartinschurchguernsey.org/historyofthechurch.htm] E relendo o estudo magistral de Anne Ross Pagan Celtic Britain, Acho que ela acha que a Deusa Caerwent, no País de Gales, pode ter estado ligada a um santuário de cura das águas. [Ross, 247, 269] Seja como for!

Esquerda: Grand-Mère, Guernsey; Direita: Notre-Dame, Savoy

Essas fotos mostram os olhos ovais bem definidos, com uma forte crista superior, o nariz comprido e bocas quase idênticas no Guernsey, que retratam o menir da estátua e a deusa-fonte da Deusa da Vida, em Savoy. Os capuzes ou cocar também são comparáveis. Nenhuma foto de ângulo frontal está disponível como esta escrito para Notre Dame de la Vie, que tem muitas cicatrizes de mutilações infligidas em meados do século XIX.

À esquerda: Notre Dame de la Vie; À direita: Caerwent Goddess

Aqui o ângulo das fotos é mais comparável. O rosto da deusa Caerwent é mais triangular, mas ambos têm o mesmo achatamento, olhos ovais e cocar. O que estou tentando fazer aqui é mostrar padrões artísticos na antiga escultura celta a partir de uma camada cultural inicial anterior ao Império Romano e que recebeu pouca atenção. Aqui está outra visão da Grand-mère du Chimquière:

Grand-mère du Chimquière, garlanded

© 2012 Max Dashu

Fontes:

Emile Thevenot, Divinités e Sanctuaires de la Gaulle , Paris: Fayard, 1968, pp 191-198.

Kendrick, Thomas Downing, A Arqueologia das Ilhas Anglo-Normandas , Volume 1. Taylor & Francis, 1928

Ross, Anne, Pagan Celtic Britain: Estudos em Iconografia e Tradição . Chicago: Academy Chicago Publishers, 1996 (1967)

Site da Igreja de St. Martin: http://www.stmartinschurchguernsey.org/historyofthechurch.htm

Similar Posts