Artigos do Portal:
#Divindades Femininas na América do Sul#Deusas Maias#Chá para o Parto – Chá Mexicano#Domesticidade e Feminilidade#A Deusa Inuit Sedna#Changelings – Lendas das crianças trocadas#Gaulesas e Gauleses e as Divindades Celtas#Origem da Festa Junina#Festival Folclórico de Parintins#História e Origem das Festas Juninas na América#Anat, Deusa antiga Cananita#Óleo de Abramelin#Deusas Celtas#Mitos e Lendas Eslavas#Cartimandua e Boudica (Boadiceia)#Zorya, Deusa Eslava da Luz#Reavivando o Divino Feminino por meio de histórias e tradições celtas#Reino de Hel: A Deusa Nordica do Submundo – Indo e voltando para o inferno#Fiar e tecer, as artes mágicas femininas e maravilhosas associações#História Celta relacionada ao Mito do Rei Arthur#Cailleach: Mito Irlandês, Lenda e o Feminino Divino#Mitos e Estações no céu Tupi-Guarani#Deusas da Natureza#Druidas femininas, as sacerdotisas esquecidas dos celtas#Deusa Nemetona#A luta de Elizabeth Packard contra a tirania legal dos maridos#Baalbek – Templos de mais de 5000 anos – Deusas Venus / Atargatis#Al-Lāt, Allat, Allatu ou Alilat , a deusa árabe pré-islâmica#Tir na nOg e Tuatha De Danann#Oráculos no Druidismo / Oráculos Druidas#Um Ogham para os Montes Apalaches#Awen, a inspiração divina: princípio central na tradição druida#Atlantida, a civilização anterior a atual#Mulheres na sociedade Maia#O princípio feminino: uma ideia em evolução#Yoni e ‘Sheela Na Gig’#Deusas Nativas do Brasil e os mitos de mitos#Os Nativos do Novo Mexico (Norte America) Zuni e Puebloans Ancestrais#Maria Madalena / Maria Magdalena#Mehrgarh – sitio arqueológico neolítico (datado de 7000 aC a 2500/2000 aC – Paquistão)#A PODEROSA ORAÇÃO AO PLANETA DE MAIS DE 500 MULHERES NO VALE SAGRADO DO PERU#Monte Ararat#Alfabeto siríaco#Monte Nemrut / Nemrud#Maitreya (as três mães) se encarna#Compreendendo a filosofia de Shiva-Shakti através de ‘Ardhanarishvara’#Shakti e Kali#Sobre Magia#As Eras Glaciais – A História da Ciência sobre o tempo antes do auge da Civilização Ariana#Sonhos lúcidos podem nos aproximar de experimentar a “realidade” não dualista do que acordar a meditação#Honrando nosso sagrado ciclo feminino ‘tempo da lua’#Atlantida e os deuses antigos#Artemis#Doze mulheres famosas da idade média#Jezabel: princesa de Sidom, rainha de Israel#Hormônios e seu ambiente – Quando se trata de hormônios, há mais de um “normal”#Os ciclos femininos, ciclos de fertilidade e menstruação nas Culturas Nativas#Ereshkigal – Deusa Crone, Deusa do Submundo e da Morte#Deusas Crone – As Mães das Sombras, da Morte#Deusas Incas#Deusas da Água – Deusas do mar, dos rios e lagos#Deusas do Fogo#Recomendações da medicina tradicional chinesa para ajudar a aliviar as dores do período menstrual#Maré – a força do Sol, da Lua e outros astros sobre a Terra#Mais artigos para ginecologia natural: plantas, ervas#A civilização mais antiga do mundo é ainda mais antiga do que se pensava#Antropologia Feminista#Abraçando o feminino divino, a escuridão, a sombra e tudo#Deusas nativas americanas#Coatlicue, deusa mãe asteca#Ginocentrismo e Androcentrismo#O Feminino nas religiões#Amphitrite / Salacia: A Deusa contraparte de Netuno / Poseidon#CORRESPONDÊNCIA ENTRE PLANTAS E PLANETAS: UM GUIA DE ASTROBOTÂNICA PARA PREPARAR REMÉDIOS MÁGICOS#CORRESPONDÊNCIA ENTRE PLANTAS E PLANETAS: UM GUIA DE ASTROBOTÂNICA PARA PREPARAR REMÉDIOS MÁGICOS#O Sagrado Feminino pelo Budismo Vajrayana#Volvas – Mulheres ‘xamas’: as temidas e respeitadas Profetisas, Sábias, Sacerdotisas, Videntes nórdicas#A Adoração de Deus na forma feminina#Atma Shakti pela abordagem do Yoga#As Bruxas do Brasil Colônia#Os Planetas/ Astros na astrologia#Atargatis: uma deusa síria adorada nos primeiros séculos dC.#Ecofeminismo(s): Por Que Mulheres, Animais e Natureza Sob o Mesmo Olhar?#Disfunção Sexual Feminina#Anatomia Genital Feminina#Ginecologia natural: o poder das ervas a serviço da saúde da mulher#Ginecologia natural: um caminho para a humanização do cuidado#MENSTRUAÇÃO, CORPOS FÍSICO & SUTIL, GINECOLOGIA NATURAL & HOLÍSTICA#Diu de Cobre – Métodos contraceptivos não hormonais#O que você deve saber sobre os octagramas – estrelas de oito pontas#Sete raios#Empatia nos cuidados de saúde da mulher#Ginecologia Ayurveda#Passos positivos para se estabelecer para a gravidez pela Ginecologia Tradicional Chinesa#Ginecologia na Medicina Chinesa – Ginecologia Tradicional Chinesa – Oriental#Astrologia egípcia e signos do zodíaco egípcio#O Feminino Divino nos Contos de Fadas#Sirius – Estrela Nobre e Divina#Quiromancia#Shamans Göbekli Tepe e seus símbolos cósmicos e Shahmaran#Mulheres antigas xamãs da Irlanda: curandeiros, sacerdotisas e adivinhos#Shakti – seus significados#Imagens do Feminino Ancestral: Reconhecimento de Padrões, Através do Espaço e do Tempo#O keebèt e a cerimônia feminina no Chaco#Notre Dame de la Vie: Nossa Senhora da Vida#Templos da Deusa na Ásia Ocidental#Atete, Deusa do Povo Oromo no sul da Etiópia#Rainha de Saba / Sabah / Shaba – Makeda, Bilqis#Matriarcado, Matrilinearidade,#Mãe Menininha do Gantois#A rabina Léah Novick#A natureza divina das mulheres naturalmente – um desafio do século XXI#Citações do Feminino Divino#O poder da Irmandade / Fraternidade Feminina ou Sororidade#Influencias da Lua, dos planetas e outros astros sobre a terra#Sobre a Vagina, a Vulva e soluções naturais para alguns problemas#Runas – História, Mitos e Significados dos Símbolos#Madeiras para fazer varinhas mágicas#Dualidade Mútua: Yin Yang / Shiva Shakti#Plantas para reconexão feminina#O Feminino Divino está em Ascensão#Pindorama – O Brasil Nativo, O Brasil Ancestral – e Abya Yala#Astros de tônicas femininas para encontrá-los e entender o feminino no seu mapa astrológico#Florais para as mulheres#Ervas e plantas para a cura dos disturbios femininos – ervas e plantas para mulheres – Ginecologia Natural#Vênus e as Plêiades!#Código e Contemplação da ética das Sacerdotisas#Purificação, Consagração e Carregamento de objetos#Plantando um jardim mágico – Plantas Mágicas#Jóias egípcias antigas arrancadas do monte funerário da “princesa virgem” na Siberia, montanhas de Altai#Ervas, plantas e magia#Tuatha De Danann#Os Duidas#Moura Encantada#Poder dos Metais – Propriedades Magicas dos Metais#De Tonantzin Coatlicue à Virgem de Guadalupe: o que Elas têm em comum#Magia dos tecidos: A Cosmovisão Andina Através da Tecelagem#Deusas da Cura#As Hostes Angelicas – de Geoffrey Hodson#Os Anjos#Astrologia do Centro Galáctico – o centro galáctico no mapa astrológico#Tonalidade cósmica – o significado sagrado da tartaruga#Deusas hindus. Lakshmi, Sarasvati e Parvati (Sati, Durga e Kali)#A lenda hindu do dilúvio de Manu e o relato bíblico de Noé#A Deusa Ganga e O Ganges: o rio sagrado do hinduísmo#Qhaqoy – técnica massagem andian#simbolos para os principios#Ativando a Prosperidade#Sobre o que é Sombra#A Menstruação é realmente ‘normal’ ou ‘natural’? (do ponto de vista muito ancestral)#Ogham / Ogam – Alfabeto Celta – Druida#A Jornada de Inanna: A descida de Inanna ao submundo: uma obra-prima literária de 5.500 anos#Shakti – Invocando sua energia feminina#Deusa Mãe (Ninmah, Nintud / r, Belet-ili e Nin e Ninhursag)#Principais desastres ambientais no Brasil e no mundo#Salto de Sete Quedas – SALTOS DEL GUAIRÁ – O fim das maiores cachoeiras do mundo#Meses da árvore celta – 13/treze divisões lunares#Plantas harmonização hormonal#Magia, Magia Cerimonial e Teurgia#A Mãe Divina#Shakti – Na astrologia oriental e numerologia#Planetários e quadrados mágicos –#Artes divinatórias e práticas mânticas#Tarot: A Rota ou Roda das Experiências das civilizações antigas#Deusa Asherah – Representação Feminina do Sagrado, a Deusa de Israel#A Grande Deusa – Histórico#A Mais Antiga Oração Dirigida à Maria Datada Do Ano 250 d.C#Áreas reflexas femininas do corpo físico-etérico#Lilith#A Humanização do Parto e do Nascimento#Nomes Xamãs#Animais com fêmeas dominantes#Uma não definição de “xamã”#Enheduanna – A poeta e Alta Sacerdotisa acadiana#O Panteão da Mesopotâmia – Mitologia Mesopotâmia#Tiamat#Lista de ocultistas e escritores ocultistas#Plantas e seus benefícios#Reflexões de uma antropóloga e mãe: ‘O que aprendi com índios sobre educação infantil’#As “Montanhas Sagradas”, o Centro das Montanhas Mágicas da Mantiqueira – Aiuruoca#Serra do Roncador#Instrumentos Musicais Indígenas#O poder das raízes: As plantas falam umas com as outras pelas suas raízes#As mulheres e produção de óvulos: mulheres nascem com óvulos em seus ovários#Escritos e Evangelhos Apócrifos#Astarte, Astoreth, Ashtarot, a verdadeira origem de Venus e Afrodite#Deusas em Transformação:#Exercícios Kegel: Exercícios Musculares Pélvicos#Alquimia Feminina: Cultivo Feminino#Hypatia de Alexandria#Sírius, a estrela da realeza#Quem é Baphomet?#Maquiagem com produtos naturais (maquiagens veganas, naturais e caseiras)#Ēostre – A Deusa da Origem da Páscoa#Arqueólogos encontram vestígios de civilização desconhecida na Amazônia#Inanna – Ishtar – Astart (Ashtoreth)#Apsaras#Sobre a Frequência 432 e afins#A Era de Aquário#Evangelho de Maria#Quando Deus era mulher: A civilização das deusas gordas#Aradia#Porque precisamos de energia feminina no mundo#Mudanças no campo magnético da Terra#Associações de apoio às mulheres pelo mundo#Como a sabedoria das mulheres estava perdida#Ondas Cerebrais e Meditação#O Movimento do Sagrado Feminino ou Divino Feminino#A lenda de Mulan: a jornada da mulher e do feminino#Jornada de Cura – integrado as jornadas dos heróis e heroínas#Marija Gimbutas e a Deusa#Jornada da heroína: a narrativa mítica da mulher#Diferenças entre Signos e Constelações#Centro Galáctico#108 Siddhas Femininas, Dakinis, Yoginis e tântricas#Mulheres nas religiões#Casa da Virgem Maria na Turquia#As Mulheres na Cultura Védica#A Jornada da heroína e os ciclos de morte e vida#Elementos da meditação ativa:#Shakti Sadhana – Disciplina espiritual hindu (combinação de prática védica e tântrica)#Fases da Lua de 1900 a 2060#Informações básicas e interessantes da Astronomia#Locais importantes relacionados ao Caminho Evolutivo da civilização Ária#Samhain#Deusas da Mitologia no Brasil#A Centralidade da Feminina Divina – Shakti – no Sufismo#LILITH, O grande misterio do feminino selvagem#O que é Ginecosofia / Ginecosophia – Ginesofia / Ginesophia#Pleiades – pela Teosofia#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (ciganas)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (indianas)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (orientais, árabes)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (flamenco e salsa)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (brasileiras)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (hawaianas, polinesia, tailandesas, chinesas outras)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (árabes – dança do vente, orientais tribais, indianas fusion e afins)#Mandala#Grupo Mawaka#Outras Músicas#Sarasvati, Lakshmi, Parvati – As Três deusas, Shaktis supremas do induísmo#Yasodhara#Yasodhara#Céu Real – Céu Astronômico do momento (Efemérides Astronômicas)#Beltane#Mulher Shaman / Mulheres Xamãs#Maha Devi – Lalitha Sahasranamam – Os 1000 nomes de Lalitha / Lalita#Dança Duende – Danza Duende e ‘El Duende’#Mulheres Heroínas Indígenas#Apu (divindade) – Os Espíritos da Montanha do Peru#Mitos e lendas: Paititi, uma importante cidade perdida dos Incas#Caminho do Peabiru – Caminho utilizado pelos nativos ancestrais sul-americanos, ligando o litoral ao interior#SHAKTI-SHIVA e a Cosmogênese – Os mistérios da origem do humano e do universo#Qoya – A Rainha-Sacerdotisa Inca#Ginecologia Natural – Naturologia Feminina: Saúde da Mulher#NEFERTITI, a Bela e Poderosa Rainha do Egito – A Grande Rainha do Nilo#Recebemos as mitocôndrias de nossas mães: maioria dos seus genes são oriundos de sua mãe.#Mulheres Incas#Hello world!#Deusas indianas e o significado de suas imagens#História das mulheres#Musicas Danças#RECONEXÃO Caminho Sagrado Feminino: Práticas Essenciais#O que é o Feminicídio ou femicídio#Gênero Feminino#Políticas públicas de combate à violência contra a mulher#Movimentos pelos Direitos da Mulher#Atos Internacionais – convenções que se referem às mulheres (Diretos da Mulher 2)#Direitos da Mulher#Helena Blavatsky#Mulheres em luta: Mulheres revolucionárias#Sobre o Útero – O Cálice Sagrado (pela abordagem do xamanismo tolteca contemporaneo)#Sobre Alquimia Interior – Alquimia Feminina – Respiração Ovariana – (pela abordagem do Tao Universal)#Tambores Xamânicos Sagrados#Xamanismo Huna (Hawai) e o Ho'oponopono#Atlantida, uma civilização matriarcal esquecida#Elementais da Natureza#Pedras de Poder#Os cristais e o ventre#Equilíbrio hormonal da mulher 2 – A importância da Progesterona#Equilíbrio Hormonal da Mulher#Por que nem todas as fêmeas menstruam? ….#Shakti#O Sagrado Feminino e a Deusa Gaia Manifestada#Os Mistérios de Vila Velha (Ponta Grossa – PR – Brasil)#Mistérios Brasileiros Famosos#As Deusas Védicas#O Poder das Plantas#Pesquisa revela o poder das mulheres Incas#Profecias dos Incas Q’ero#Mulheres da Floresta#ZENEIDA, A PAJÉ DO MARAJÓ#Mulheres Pajes – As xamas nativas brasileiras#A Sabedoria dos Incas e Andina e os resquícios de uma sabedoria sagrada feminina#A CHAKANA – A Cruz Andina ou Cruz Quadrada – a ponte entre os mundos#Acllas, as Sacerdotisas do Sol – Mulheres Sagradas dos Andes (sacerdotisas incas)#Princípios dos Povos Andinos#Pachamama#Herbologia mística – o poder das ervas e plantas#O Poder dos Cristais#O Poder das Flores – O Povo Flor#A Lenda das 13 Matriarcas#O Poder das Árvores: O Povo em Pé#Purificação com ervas – por método xamânico#Plantas de Poder#Catal Hoyuk – Anatólia (atual Turquia) e a arte da deusa e do feminino#Símbolos minóicos do culto a Deusa#Animais de poder – As ‘Criaturas’ ou ‘Criaturas Animais’ – Totens (Xamanismo)#Animais de poder – As 'Criaturas' ou 'Criaturas Animais' – Totens (Xamanismo)#Mix de ervas emagrecedoras – também diminui a barriga (perde gordura abdominal)#Shakti Mantras: os mantras de poder e graça potencializando outros mantras#Oração (ou contemplações) às Marias Navegantes – das Sacerdotisas de Maria#Theotokos – Maria como a 'Mãe de Deus'#Theotokos – Maria como a ‘Mãe de Deus’#Coliridianismo#A TERRA OCA – Mistérios milenares da Terra#Sara La Kali ou Santa Sara Kali – O Sagrado Feminino e o Sincretismo religioso#Segredos do Sagrado Feminino Cristão – As Marias do Mar#O que é ser uma sacerdotisa – A Sacerdotisa e o Sagrado Feminino#Sagrado Feminino: Brasil, ÍSIS, N.Srª Aparecida, o poder da Deusa#Sobre o Sagrado Feminino, as Abelhas e o mel, A Deusa Abelha#Shaktis – As mulheres Yoginis, Dakinis e Sacerdotisas#Shakti – A importância de seu reconhecimento pela mulher#Shaktis dos Nakshatras#Shakti – Poder Cósmico e Universal#Shakti : A Mãe do Mundo 1#Shakti: O Despertar da Deusa Adormecida na Matéria#Shakti: O Poder, a Força Divina Cósmica, Planetária e Pessoal#Shakti, kundalini e Tantra#Cariatides – Sacerdotisas de Artemis#Piramides na Bosnia e China#A história das coisas, pelas pessoas e pela Terra#Os Mistérios da Serra do Roncador#Avatara ou Avatar e o Kalki Avatar ou Maitreya#Links Astrologia Sideral e Astrologia Védica#O que são formas pensamento, egregoras e tulpa?#Estátua de Maitreya: uma imagem que a mente pode fazer dela uma ponte!#Allamirah – Uma Encarnação da Divina Mãe, do Feminino Sagrado#Oricalco: o metal desaparecido usado na Atlântida#Especiarias#Sacerdotisas Sumérias#Ervas Medicinais, Especiarias e Temperos#Shakti#Srichakra – representação de Shiva-Shakti no macrocósmico e microcósmicos#Dharma e Sanatana Dharma – As Leis Universais e o Sistema de Sabedoria da Índia para estar em sintonia com essas leis#A Filosofia Yoga Shakti – por Sri Swami Sivananda#Samantabhadri, Prajnaparamita, Vajravarahi e Arya Tara (As Grandes Shaktis do dharmakaya, sambhogakaya e Nirmanakaya)#Kurukulla: Lalitavajra ou Vajratara (ou Tara Vermelha)#Vajravahari e Vajrayogini#As ‘Deidades’ do Bardo (estágio intermediário)#Aditi – Devamatri, expansão cósmica, espaço; mãe de todas as coisas#Adi Parashakti (Adi Shakti) – Param Prakriti, o Poder do Para Brahman#Lokapalas ou Maharajas#Shri Yantra – Um dos mais conhecidos e poderosos Yantras#Lalita Tripurasundari – A origem dos 3 mundos#Filmes Indicados#Bibliografia: Livros – Indicação para o estudo da Espiritualidade e Sabedoria Feminina#Glossário de Deusas#Glossário Indígena e Xamânico#Músicas de Marcus Viana e Sagrado Coração#Links para as constelações e estrelas fixas: Pleiades, Orion/Tres Marias, Sirius, Algol, Cruzeiro do Sul, Pleiades do Sul, Cão e Ursa Maior, Coroa Austral e Boreal, Spica, Sadalmelik#Conjunções de Vênus (de 1900 a 2050) – Trânsitos e Ciclos de Venus (1032 a 2255)#Estações do Ano de 1900 a 2099#O Céu do Momento#Leis Herméticas – Leis ou Princípios Existenciais ou Leis que regem o Universo#As linguas originais sagradas: Sensar e Vatan – e os mistérios que elas guardam#Matrikas (Mães Protetoras e Purificadoras) e as 64 Dakinis#As Cinco Mães, Irmãs ou Consortes de Sabedoria (Prajnas) – Mães e Consortes dos Dhyanis Budhas#Pleroma – A Plenitude#Aeon – Emanações Supremas do Pleroma#Os conceitos de Self, Individuação e Iluminação#Os estágios-níveis de desenvolvimento humano e os domínios transpessoais#Meditação e o despertar do Poder e da Sabedoria Interior#Qual a diferença, entre os gêneros, que interferem nos métodos de despertar? (resumo síntese)#Como se dá a exploração energética direta da mulher? (resumo síntese)#O que é o ‘processo evolucional’ ou despertar da consciência? (resumo síntese)#Porque esta urgência de despertar? (resumo síntese)#Protegido: Sonhos lúcidos – teoria e prática#O que são Elementos Vibracionais?#Porque um sistema iniciático (de despertar) específico para as mulheres? (resumo síntese)#Crianças / Humanos Índigo e Cristais#Anjos e Devas#Porque muitas mulheres se sentem insatisfeitas nos seus relacionamentos? (Parte 1)#Dualismo e não dualismo#O que é Magia, Teurgia e Teurgia Natural?#Sobre as mulheres – pensamentos e frases#Hildegard de Bingen#O que significa Shekinah (Shekhinah ou Shechiná)#Shakti – O poder interior humano, planetário e cósmico: O Grande Feminino#Fenícios no Brasil muito antes dos portugueses#Ilha Brasil – Hy Brazil a ilha mítica, a ilha afortunada#Roda do Ano – Os 8 Festivais Celtas – As 8 fases da Deusa#Sobre o feminino, o masculino e o sexo – Dion Fortune#Sobre o significados de Sacerdotisa#Mata Amritanandamayi Devi, Ammachi ou Amma – A Shakti Mãe que distribui o Poder do Amor pelo abraço#Ma Yoga Shakti – A Shakti com realizações materiais e espirituais para o bem comum#Anandi Ma: uma Shakti oferecendo Shaktipat no ocidente#Transformando a energia em Shakti – referente aos ensinamentos de Shree Maa#Shee Maa – Uma deusa mãe da Índia para o ocidente#Planetas e Arcanos – para refletir os aspectos arquetípicos#Yeshe Tsogyal: uma Dakini iluminada#Therese Neumann – uma santa cristã#Sri Ma Anandamayi – Uma grande Shakti manifestada na índia#Mahavidya – As dez grandes Shaktis associadas aos grandes poderes cósmicos para os tântricos#Sri Sarada Devi – A Santa Mãe, uma Shakti encarnada#Alguns mestres orientais e suas Dakinis ou Shaktis – Padmasambhava, Ramamkrishna, Aurobindo#o que significam: Libertação, Iluminação, Auto Realização, Arhat, Nirvana#Nangsa Obum – uma mulher tibetana considerada emanação de Tara#Vajrayogini – A Shakti orientadora e inspiradora no caminho de iluminação#Tara – uma manifestação do aspecto feminino iluminado#As 64 Dakinis ou Yoginis#o que significa Prakrit, Mahaprakrit e Purusha#O que significa Kundalini, Fohat e Prana#O que significa Sophia (Sofia)#o que significam Deusas Mães ou Grandes Deusas#O que significa Devi#O que significa Dakini#O que significa Yogini#O que significa diksha, deeksha ou deeksa – ou iniciação espiritual#O que siginifica Shaktismo#O que significa Shaktipat#o que significa SHAKTI#Shakti#As Sacerdotisas da história desta civilização: Pitonisas, Vestais, de Ísis, de Inana, Sibilas#o que é THEASOPHIA (Theasofia, Teasofia) e THEALOGIA (Tealogia)#Gurumayi Chidvilasananda – uma bela e bem aventurada Shakti transmitindo Shaktipat ao ocidente#o que é TEURGIA e TAUMATURGIA#Mirra Alfassa – Shakti ou Companheira espiritual de Sri Arobindo#Ayu Khadro – Uma Grande Dakini manifestada
Para Práticas e Estudos do Caminho Sagrado Feminino

Abraçando o feminino divino, a escuridão, a sombra e tudo

Abraçando o Feminino Divino, a escuridão, a sombra e tudo

Por: ciência e não-dualidade

img-Kali-Deusa2

Fonte: editada de Kavitha M. Chinnaiyan , autor de Shakti Rising – 

Quem define o divino feminino?

Se você esteve em uma livraria ultimamente ou até na Internet, provavelmente já ouviu falar em abraçar o feminino divino.

Somos convidadas a entrar em nossa deusa de inúmeras maneiras, desde a maneira como nos vestimos e sentimos a respeito de nós mesmos até a maneira como conversamos, andamos e continuamos vivendo nossas vidas. Somos ensinados a explorar o nosso eu feminino.

Esta é uma revolução cultural, social e espiritual muito necessária. No entanto, ele levanta a seguinte pergunta – como definimos o feminino, especialmente o tipo divino? E  quem define isso?

Mitos e histórias saturam nossas mentes com as supostas qualidades mágicas da deusa – um epítome de beleza com curvas sensuais e um rosto encantador emoldurado por uma cascata de cabelos perfeitos; amante por excelência e mãe exemplar, é ao mesmo tempo uma flor tenra e uma feroz guerreira contra a injustiça. A deusa não é meramente etérea na aparência; ela também exerce poderes extraordinários sobre a natureza. Importante, ela é digna de adoração.

Não temos outros padrões para a deusa além daqueles criados no patriarcado.

Suspeitosamente, esses atributos da deusa que desejamos descobrir em nós mesmos estão imersos no patriarcado. Consciente ou não, absorvemos os padrões predominantes de beleza e feminilidade, projetando-os na deusa que queremos incorporar. Talvez não paremos para pensar que, como tudo o mais em nossas vidas, não temos padrões femininos reais para a deusa além daqueles criados no auge do patriarcado secular.

Naturalmente, podemos descobrir que, apesar de sermos barrados pela cultura popular para nos abrirmos para a deusa, somos simplesmente incapazes de nos identificar com qualidades que são impossíveis de alcançar se não somos dotados de beleza, força ou poder como foram definido convencionalmente.

Como se os problemas convencionais do patriarcado em fazer com que nos sentíssemos menos do que perfeitos não sejam suficientes, a deusa (em muitas destas visões ‘espirito-culturais)  acaba se tornando mais um caminho para nos vermos com desdém por sermos deficientes, incompletas e imperfeitas.

A deusa pode ser clara, destrutiva, conivente, aprisionada nos limites do tempo e do espaço?

Por outro lado, a deusa tem o potencial de se tornar um veículo para contorno espiritual, onde nosso próprio sentimento, não examinado de falta ou baixa autoestima, é substituído por suas qualidades imaginadas, criando personas falsas ou inventadas para atuar e viver no mundo. Em vez de investigar profundamente nossas inseguranças e ver sua falta de fundamento, aprendemos a encobri-las com um senso exagerado de autoestima. Além de não resolver nenhum dos nossos problemas profundamente enraizados, o desvio espiritual vem com o medo de perder esse manto da deusa e retornar à nossa temida convencionalidade. A dor e a insegurança que desejamos afastar ou esquecer espreitam logo atrás da persona da deusa, pronta para explodir com a menor provocação.

A deusa repleta de beleza, poder, bondade e luz, portanto, continua a ser uma fantasia, uma meta impossível de alcançar. Em algum momento, podemos ficar tentados a perguntar – a deusa pode ser clara, destrutiva, conivente e aprisionada nos limites do tempo e do espaço?

Poucos mitos, se houver algum, descrevem a deusa como sendo uma personificação de nossas trevas, tanto quanto a beleza e a força que buscamos. Se a deusa é muito parecida conosco, o que aprenderíamos dela? E se as sombras e a luz que ela personifica forem universais, se somos homens ou mulheres? E se trilharmos o caminho da deusa para descobrir que quem somos é além dos limites do binário? Como habitamos nossos corpos e mentes enquanto ainda rompemos as normas convencionais de gênero, raça, idade, beleza, graça, poder e paz?

É aqui que os Dasha Mahavidyas entram. Traduzindo para as “dez deusas da sabedoria”, os Mahavidyas são um grupo peculiar de deusas que desafiam todas as normas e definições convencionais do que significa ser feminino.

Em sânscrito,  Shakti  é a criadora, sustentadora e destruidora de mundos, do universo.

Em sânscrito, a força suprema que governa a criação é chamada  Shakti . A palavra significa literalmente “poder”. Shakti é criadora, sustentadora e destruidora do universo. É importante ressaltar que ela é a criadora, sustentadora e destruidora (transformadora) também de nossa persona – aquela que nos mantém tão efetivamente presos em formas familiares de pensar e agir que esquecemos nossa divindade. A persona que adotamos para ser quem somos é um encobrimento de quem  realmente  somos, que é a eterna consciência de bem-aventurança. Shakti não é apenas o grande corretivo de nossa natureza divina; ela também é sua grande reveladora.

As dez grandes formas de Shakti que representam várias forças da criação são conhecidas como os Mahavidyas.

O que diferencia os Mahavidyas de outras deusas é sua singular ferocidade (a origem da idéia do Budismo das Budhas iradas). Seus corpos despenteados e nus, línguas pendentes, guirlandas feitas de caveiras ou cabeças humanas e imagens violentas cortam qualquer conceito vinculativo que possamos ter do feminino divino. Escondidos em sua iconografia estão os segredos da ocultação e descoberta de nossa divindade.

A única maneira de se abrir para a luz é abraçando nossas sombras.

Ao incorporar os opostos de sombra e luz, os Mahavidyas nos mostram que um não pode ser tido sem o outro, seja no mundo ou dentro de nós. A única maneira de se abrir totalmente para a luz é possuir e abraçar nossas sombras. Em sua insistência em reconciliar os opostos, os Mahavidyas não deixam espaço para contornar o espiritual. Através de suas iconografias “na sua cara/forma”, elas transcendem todas as definições superficiais da palavra “deusa”, desafiando as normas patriarcais de beleza, poder, força e tolerância.

Veja Kali, por exemplo. Poucas deusas agitaram o subconsciente coletivo dos adoradores de deusas como ela. Feroz e selvagem, Kali é adorado como a personificação de tudo o que é rebelde em nós. Ela é conhecida por nos despojar de nossas falsas personas, se corretamente invocada. Há muitas histórias flutuando sobre a compaixão e a graça que acompanham sua impiedosa decapitação de quaisquer pretensões que compõem nossas identidades. Como um Mahavidya, Kali simboliza o tempo, a grande força cósmica. Ela é frequentemente retratada como uma mulher de cabelos selvagens com olhos injetados e presas, uma espada ensangüentada em uma mão e uma cabeça recém cortada na outra. Espalhados ao redor dela estão cadáveres, presumivelmente suas vítimas.

Toda vez que nos julgamos por conceitos inventados de propriedade (e de ego), somos vítimas da sombra de Kali.

Em nossa psique, Kali representa a sombra da agressão (todo o tipo), mas porque tem o poder como a luz da não-violência. Ser aprisionado em nossas histórias passadas de mágoas e negligências, com a esperança de se vingar no futuro, forma a própria base da violência (não só a violência física, mas emocional, mental, socio-cultural, a natureza e afins). Como o tempo, Kali cria a ilusão de uma continuidade entre o passado e o futuro, onde sentimos que estamos em uma linha do tempo linear, mas o objetivo é sintonizar com o presente.. Sua dança entre os cadáveres é reveladora – ela decapita a todo momento, para que o próximo possa nascer. De pé nos cadáveres, ela nos lembra as histórias mortas que carregamos sobre nós mesmos (convencionalismos, padrões, idéias retrógradas). Mesmo que os eventos por trás das histórias já se foram há muito tempo, carregamos suas feridas (muitas vezes, devido a más interpretações dos acontecimentos), que se tornam a base de como nos comportamos no presente. A sombra de agressão (também de auto agressão, ou auto violencia) de Kali nos faz pensar que quem somos hoje é um produto de nossos pais, nossa cultura ou eventos mundiais, mesmo quando ocorreram há tanto tempo que nada resta deles, exceto lembranças. Nós dançamos nesses cadáveres, vendo a nós mesmos e aos outros através das lentes do julgamento e da comparação. Toda vez que nos julgamos com base em conceitos inventados de propriedade / ego, agitamos os cadáveres em nosso próprio cemitério pessoal e caímos na sombra de Kali.

Os Mahavidyas são únicos, pois nos mostram a única saída. Kali simplesmente não nos permite fingir não-violência ou afastar ordenadamente até mesmo nossas micro-agressões. Ela nos obriga a limpar nossos atos, conscientizando-nos de nossa própria escuridão. Toda vez que apontamos um dedo para alguém, ela borbulha em nossa visão interior, seu riso ensurdecedor ecoando em nossos ouvidos. Ela decapita, sem piedade, todas as nossas tentativas de ignorar ou ignorar nossos problemas, nossas limitações, forçando-nos a acordar da tirania do tempo. Ela continua até nós, até sairmos completamente de sua linha do tempo linear (sair das limitações e convencionalidades), pois só assim podemos nos tornar verdadeiramente não-violentos. Ela acaba com todas as definições superficiais da palavra, forçando-nos a ver que, por mais importantes que sejam as palavras e os atos gentis, a verdadeira não-violência só pode surgir se estiver livre das mágoas do passado e das esperanças do futuro (e estar perceptiva do presente) . A não-violência radical de Kali nos mostra que todas as agressões surgem por estarem presas à sua sombra (e ter medo de integra-la). Vemos que o patriarcado é tanto um produto de sua sombra – a dança de Kali é evidente em todos os tipos de violência, seja um político (os) ou legislador (es) que vomita ódio e divisão, ou nossos próprios ciúmes e birras (e apegos).

Quando Kali para de dançar, vemos que nem o passado nem o futuro existem no eterno agora.

Esse entendimento resulta em uma mudança radical de perspectiva (tanto para as questÕes internas como ‘externas’). Evoca compaixão tanto pelo ‘agressor’ quanto pela ‘vítima’ (pois um atrai o outro). Força o perdão e abre maneiras criativas de lidar com a injustiça. O ativismo social e cultural é impregnado de doçura em vez de raiva justa. Nossas próprias sombras tornam-se nossos aliados quando as abraçamos. Elas formam o catalisador para uma profunda reforma de nosso pensamento e ser. Quando Kali para de dançar no cemitério, vemos que nem o passado nem o futuro existem no eterno agora/ presente. Com o desaparecimento do tempo linear, paramos de acreditar nas histórias que contamos a nós mesmos sobre quem  realmente  somos (no sentido individual e coletivo). Nossos pais, cultura e eventos mundiais são perdoados com o entendimento de que eles também agiram sob a influência da sombra de Kali (mas podem ser mais bem influenciados por essa sombra transformada em luz, em consciencia).

Seja a ferocidade de Kali, a beleza enganosa de Bhuvaneshwari ou a impotência de Dhumavati, cada Mahavidya nos obriga a questionar nossos conceitos arraigados sobre o que significa ser uma deusa. Ao romper as cadeias de normas culturais e sociais que limitam e definem nossa identidade, elas nos abrem para níveis cada vez mais profundos de liberdade interior. A própria escuridão que tentamos afastar, nos abre para a luz de maneiras que não poderíamos ter imaginado anteriormente.

É sobre estar enraizado na autenticidade!

A lição radical dos Mahavidyas é esta: abraçar o feminino divino não parece ser um caminho particular. Não é um falso impulso do ego para aqueles que sofrem de baixa autoestima. Não se trata de uma rebelião violenta contra o patriarcado. Certamente, não se trata de se vestir, falar ou se comportar em padrões femininos determinados patriarcalmente. É sobre estar enraizado na autenticidade.

O que resta quando todos os conceitos e crenças que aprendemos sobre nós mesmos são lavados, purificados? Chegamos a ver que quem somos não tem nome, forma ou sexo. Essa luz do entendimento brilha através de nós – através de nossas formas, formas e circunstâncias da vida únicas – e dança tão imprevisivelmente quanto Kali no cemitério. Abraçar o feminino divino é ser fiel apenas a essa luz do entendimento e recusar-se a ser influenciado por alguém ou qualquer outra coisa.

Kavitha M. Chinnaiyan, MD, é uma cardiologista integradora que combina sua experiência médica com seu conhecimento de yoga, tantra e o Caminho Direto para ajudar os pacientes a descobrir o fim do sofrimento. Ela é autora de Shakti Rising: Abraçando Sombra e Luz no Caminho da Deusa para a Totalidade, publicado pela New Harbinger Publications. Direitos autorais 2017.

(Texto editado pra maior compreensão dentro de nossa abordagem: com inclusão dos parênteses)

Similar Posts