Artigos do Portal:
#A história do Falnama (Livro dos Presságios) e divinação no mundo islâmico.#A história dos romanis (ciganos)#“Sou uma mulher sensível”: sobrecarga sensorial do TDAH em adultos#Rainha Maria da Romênia#Rainhas dos Romanis#Gaianismo#Um breve guia para as constelações babilônicas e sua astrologia#Deusa Hitita do Sol, a deusa do Sol de Arinna de origem Hattiana#Empoderamento das mulheres#A verdadeira constelação do zodíaco em que o sol estava no dia que você nasceu#Artigo da Semana#Divindades Femininas na América do Sul#Deusas Maias#Chá para o Parto – Chá Mexicano#Domesticidade e Feminilidade#A Deusa Inuit Sedna#Changelings – Lendas das crianças trocadas#Gaulesas e Gauleses e as Divindades Celtas#Origem da Festa Junina#Festival Folclórico de Parintins#História e Origem das Festas Juninas na América#Anat, Deusa antiga Cananita#Óleo de Abramelin#Deusas Celtas#Mitos e Lendas Eslavas#Cartimandua e Boudica (Boadiceia)#Zorya, Deusa Eslava da Luz#Reavivando o Divino Feminino por meio de histórias e tradições celtas#Reino de Hel: A Deusa Nordica do Submundo – Indo e voltando para o inferno#Fiar e tecer, as artes mágicas femininas e maravilhosas associações#História Celta relacionada ao Mito do Rei Arthur#Cailleach: Mito Irlandês, Lenda e o Feminino Divino#Mitos e Estações no céu Tupi-Guarani#Deusas da Natureza#Druidas femininas, as sacerdotisas esquecidas dos celtas#Deusa Nemetona#A luta de Elizabeth Packard contra a tirania legal dos maridos#Baalbek – Templos de mais de 5000 anos – Deusas Venus / Atargatis#Al-Lāt, Allat, Allatu ou Alilat , a deusa árabe pré-islâmica#Tir na nOg e Tuatha De Danann#Oráculos no Druidismo / Oráculos Druidas#Um Ogham para os Montes Apalaches#Awen, a inspiração divina: princípio central na tradição druida#Atlantida, a civilização anterior a atual#Mulheres na sociedade Maia#O princípio feminino: uma ideia em evolução#Yoni e ‘Sheela Na Gig’#Deusas Nativas do Brasil e os mitos de mitos#Os Nativos do Novo Mexico (Norte America) Zuni e Puebloans Ancestrais#Maria Madalena / Maria Magdalena#Mehrgarh – sitio arqueológico neolítico (datado de 7000 aC a 2500/2000 aC – Paquistão)#A PODEROSA ORAÇÃO AO PLANETA DE MAIS DE 500 MULHERES NO VALE SAGRADO DO PERU#Monte Ararat#Alfabeto siríaco#Monte Nemrut / Nemrud#Maitreya (as três mães) se encarna#Compreendendo a filosofia de Shiva-Shakti através de ‘Ardhanarishvara’#Shakti e Kali#Sobre Magia#As Eras Glaciais – A História da Ciência sobre o tempo antes do auge da Civilização Ariana#Sonhos lúcidos podem nos aproximar de experimentar a “realidade” não dualista do que acordar a meditação#Honrando nosso sagrado ciclo feminino ‘tempo da lua’#Atlantida e os deuses antigos#Artemis#Doze mulheres famosas da idade média#Jezabel: princesa de Sidom, rainha de Israel#Hormônios e seu ambiente – Quando se trata de hormônios, há mais de um “normal”#Os ciclos femininos, ciclos de fertilidade e menstruação nas Culturas Nativas#Ereshkigal – Deusa Crone, Deusa do Submundo e da Morte#Deusas Crone – As Mães das Sombras, da Morte#Deusas Incas#Deusas da Água – Deusas do mar, dos rios e lagos#Deusas do Fogo#Recomendações da medicina tradicional chinesa para ajudar a aliviar as dores do período menstrual#Maré – a força do Sol, da Lua e outros astros sobre a Terra#Mais artigos para ginecologia natural: plantas, ervas#A civilização mais antiga do mundo é ainda mais antiga do que se pensava#Antropologia Feminista#Abraçando o feminino divino, a escuridão, a sombra e tudo#Deusas nativas americanas#Coatlicue, deusa mãe asteca#Ginocentrismo e Androcentrismo#O Feminino nas religiões#Amphitrite / Salacia: A Deusa contraparte de Netuno / Poseidon#CORRESPONDÊNCIA ENTRE PLANTAS E PLANETAS: UM GUIA DE ASTROBOTÂNICA PARA PREPARAR REMÉDIOS MÁGICOS#CORRESPONDÊNCIA ENTRE PLANTAS E PLANETAS: UM GUIA DE ASTROBOTÂNICA PARA PREPARAR REMÉDIOS MÁGICOS#O Sagrado Feminino pelo Budismo Vajrayana#Volvas – Mulheres ‘xamas’: as temidas e respeitadas Profetisas, Sábias, Sacerdotisas, Videntes nórdicas#A Adoração de Deus na forma feminina#Atma Shakti pela abordagem do Yoga#As Bruxas do Brasil Colônia#Os Planetas/ Astros na astrologia#Atargatis: uma deusa síria adorada nos primeiros séculos dC.#Ecofeminismo(s): Por Que Mulheres, Animais e Natureza Sob o Mesmo Olhar?#Disfunção Sexual Feminina#Anatomia Genital Feminina#Ginecologia natural: o poder das ervas a serviço da saúde da mulher#Ginecologia natural: um caminho para a humanização do cuidado#MENSTRUAÇÃO, CORPOS FÍSICO & SUTIL, GINECOLOGIA NATURAL & HOLÍSTICA#Diu de Cobre – Métodos contraceptivos não hormonais#O que você deve saber sobre os octagramas – estrelas de oito pontas#Sete raios#Empatia nos cuidados de saúde da mulher#Ginecologia Ayurveda#Passos positivos para se estabelecer para a gravidez pela Ginecologia Tradicional Chinesa#Ginecologia na Medicina Chinesa – Ginecologia Tradicional Chinesa – Oriental#Astrologia egípcia e signos do zodíaco egípcio#O Feminino Divino nos Contos de Fadas#Sirius – Estrela Nobre e Divina#Quiromancia#Shamans Göbekli Tepe e seus símbolos cósmicos e Shahmaran#Mulheres antigas xamãs da Irlanda: curandeiros, sacerdotisas e adivinhos#Shakti – seus significados#Imagens do Feminino Ancestral: Reconhecimento de Padrões, Através do Espaço e do Tempo#O keebèt e a cerimônia feminina no Chaco#Notre Dame de la Vie: Nossa Senhora da Vida#Templos da Deusa na Ásia Ocidental#Atete, Deusa do Povo Oromo no sul da Etiópia#Rainha de Saba / Sabah / Shaba – Makeda, Bilqis#Matriarcado, Matrilinearidade,#Mãe Menininha do Gantois#A rabina Léah Novick#A natureza divina das mulheres naturalmente – um desafio do século XXI#Citações do Feminino Divino#O poder da Irmandade / Fraternidade Feminina ou Sororidade#Influencias da Lua, dos planetas e outros astros sobre a terra#Sobre a Vagina, a Vulva e soluções naturais para alguns problemas#Runas – História, Mitos e Significados dos Símbolos#Madeiras para fazer varinhas mágicas#Dualidade Mútua: Yin Yang / Shiva Shakti#Plantas para reconexão feminina#O Feminino Divino está em Ascensão#Pindorama – O Brasil Nativo, O Brasil Ancestral – e Abya Yala#Astros de tônicas femininas para encontrá-los e entender o feminino no seu mapa astrológico#Florais para as mulheres#Ervas e plantas para a cura dos disturbios femininos – ervas e plantas para mulheres – Ginecologia Natural#Vênus e as Plêiades!#Código e Contemplação da ética das Sacerdotisas#Purificação, Consagração e Carregamento de objetos#Plantando um jardim mágico – Plantas Mágicas#Jóias egípcias antigas arrancadas do monte funerário da “princesa virgem” na Siberia, montanhas de Altai#Ervas, plantas e magia#Tuatha De Danann#Os Duidas#Moura Encantada#Poder dos Metais – Propriedades Magicas dos Metais#De Tonantzin Coatlicue à Virgem de Guadalupe: o que Elas têm em comum#Magia dos tecidos: A Cosmovisão Andina Através da Tecelagem#Deusas da Cura#As Hostes Angelicas – de Geoffrey Hodson#Os Anjos#Astrologia do Centro Galáctico – o centro galáctico no mapa astrológico#Tonalidade cósmica – o significado sagrado da tartaruga#Deusas hindus. Lakshmi, Sarasvati e Parvati (Sati, Durga e Kali)#A lenda hindu do dilúvio de Manu e o relato bíblico de Noé#A Deusa Ganga e O Ganges: o rio sagrado do hinduísmo#Qhaqoy – técnica massagem andian#simbolos para os principios#Ativando a Prosperidade#Sobre o que é Sombra#A Menstruação é realmente ‘normal’ ou ‘natural’? (do ponto de vista muito ancestral)#Ogham / Ogam – Alfabeto Celta – Druida#A Jornada de Inanna: A descida de Inanna ao submundo: uma obra-prima literária de 5.500 anos#Shakti – Invocando sua energia feminina#Deusa Mãe (Ninmah, Nintud / r, Belet-ili e Nin e Ninhursag)#Principais desastres ambientais no Brasil e no mundo#Salto de Sete Quedas – SALTOS DEL GUAIRÁ – O fim das maiores cachoeiras do mundo#Meses da árvore celta – 13/treze divisões lunares#Plantas harmonização hormonal#Magia, Magia Cerimonial e Teurgia#A Mãe Divina#Shakti – Na astrologia oriental e numerologia#Planetários e quadrados mágicos –#Artes divinatórias e práticas mânticas#Tarot: A Rota ou Roda das Experiências das civilizações antigas#Deusa Asherah – Representação Feminina do Sagrado, a Deusa de Israel#A Grande Deusa – Histórico#A Mais Antiga Oração Dirigida à Maria Datada Do Ano 250 d.C#Áreas reflexas femininas do corpo físico-etérico#Lilith#A Humanização do Parto e do Nascimento#Nomes Xamãs#Animais com fêmeas dominantes#Uma não definição de “xamã”#Enheduanna – A poeta e Alta Sacerdotisa acadiana#O Panteão da Mesopotâmia – Mitologia Mesopotâmia#Tiamat#Lista de ocultistas e escritores ocultistas#Plantas e seus benefícios#Reflexões de uma antropóloga e mãe: ‘O que aprendi com índios sobre educação infantil’#As “Montanhas Sagradas”, o Centro das Montanhas Mágicas da Mantiqueira – Aiuruoca#Serra do Roncador#Instrumentos Musicais Indígenas#O poder das raízes: As plantas falam umas com as outras pelas suas raízes#As mulheres e produção de óvulos: mulheres nascem com óvulos em seus ovários#Escritos e Evangelhos Apócrifos#Astarte, Astoreth, Ashtarot, a verdadeira origem de Venus e Afrodite#Deusas em Transformação:#Exercícios Kegel: Exercícios Musculares Pélvicos#Alquimia Feminina: Cultivo Feminino#Hypatia de Alexandria#Sírius, a estrela da realeza#Quem é Baphomet?#Maquiagem com produtos naturais (maquiagens veganas, naturais e caseiras)#Ēostre – A Deusa da Origem da Páscoa#Arqueólogos encontram vestígios de civilização desconhecida na Amazônia#Inanna – Ishtar – Astart (Ashtoreth)#Apsaras#Sobre a Frequência 432 e afins#A Era de Aquário#Evangelho de Maria#Quando Deus era mulher: A civilização das deusas gordas#Aradia#Porque precisamos de energia feminina no mundo#Mudanças no campo magnético da Terra#Associações de apoio às mulheres pelo mundo#Como a sabedoria das mulheres estava perdida#Ondas Cerebrais e Meditação#O Movimento do Sagrado Feminino ou Divino Feminino#A lenda de Mulan: a jornada da mulher e do feminino#Jornada de Cura – integrado as jornadas dos heróis e heroínas#Marija Gimbutas e a Deusa#Jornada da heroína: a narrativa mítica da mulher#Diferenças entre Signos e Constelações#Centro Galáctico#108 Siddhas Femininas, Dakinis, Yoginis e tântricas#Mulheres nas religiões#Casa da Virgem Maria na Turquia#As Mulheres na Cultura Védica#A Jornada da heroína e os ciclos de morte e vida#Elementos da meditação ativa:#Shakti Sadhana – Disciplina espiritual hindu (combinação de prática védica e tântrica)#Fases da Lua de 1900 a 2060#Informações básicas e interessantes da Astronomia#Locais importantes relacionados ao Caminho Evolutivo da civilização Ária#Samhain#Deusas da Mitologia no Brasil#A Centralidade da Feminina Divina – Shakti – no Sufismo#LILITH, O grande misterio do feminino selvagem#O que é Ginecosofia / Ginecosophia – Ginesofia / Ginesophia#Pleiades – pela Teosofia#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (ciganas)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (indianas)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (orientais, árabes)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (flamenco e salsa)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (brasileiras)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (hawaianas, polinesia, tailandesas, chinesas outras)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (árabes – dança do vente, orientais tribais, indianas fusion e afins)#Mandala#Grupo Mawaka#Outras Músicas#Sarasvati, Lakshmi, Parvati – As Três deusas, Shaktis supremas do induísmo#Yasodhara#Yasodhara#Céu Real – Céu Astronômico do momento (Efemérides Astronômicas)#Beltane#Mulher Shaman / Mulheres Xamãs#Maha Devi – Lalitha Sahasranamam – Os 1000 nomes de Lalitha / Lalita#Dança Duende – Danza Duende e ‘El Duende’#Mulheres Heroínas Indígenas#Apu (divindade) – Os Espíritos da Montanha do Peru#Mitos e lendas: Paititi, uma importante cidade perdida dos Incas#Caminho do Peabiru – Caminho utilizado pelos nativos ancestrais sul-americanos, ligando o litoral ao interior#SHAKTI-SHIVA e a Cosmogênese – Os mistérios da origem do humano e do universo#Qoya – A Rainha-Sacerdotisa Inca#Ginecologia Natural – Naturologia Feminina: Saúde da Mulher#NEFERTITI, a Bela e Poderosa Rainha do Egito – A Grande Rainha do Nilo#Recebemos as mitocôndrias de nossas mães: maioria dos seus genes são oriundos de sua mãe.#Mulheres Incas#Hello world!#Deusas indianas e o significado de suas imagens#História das mulheres#Musicas Danças#RECONEXÃO Caminho Sagrado Feminino: Práticas Essenciais#O que é o Feminicídio ou femicídio#Gênero Feminino#Políticas públicas de combate à violência contra a mulher#Movimentos pelos Direitos da Mulher#Atos Internacionais – convenções que se referem às mulheres (Diretos da Mulher 2)#Direitos da Mulher#Helena Blavatsky#Mulheres em luta: Mulheres revolucionárias#Sobre o Útero – O Cálice Sagrado (pela abordagem do xamanismo tolteca contemporaneo)#Sobre Alquimia Interior – Alquimia Feminina – Respiração Ovariana – (pela abordagem do Tao Universal)#Tambores Xamânicos Sagrados#Xamanismo Huna (Hawai) e o Ho'oponopono#Atlantida, uma civilização matriarcal esquecida#Elementais da Natureza#Pedras de Poder#Os cristais e o ventre#Equilíbrio hormonal da mulher 2 – A importância da Progesterona#Equilíbrio Hormonal da Mulher#Por que nem todas as fêmeas menstruam? ….#Shakti#O Sagrado Feminino e a Deusa Gaia Manifestada#Os Mistérios de Vila Velha (Ponta Grossa – PR – Brasil)#Mistérios Brasileiros Famosos#As Deusas Védicas#O Poder das Plantas#Pesquisa revela o poder das mulheres Incas#Profecias dos Incas Q’ero#Mulheres da Floresta#ZENEIDA, A PAJÉ DO MARAJÓ#Mulheres Pajes – As xamas nativas brasileiras#A Sabedoria dos Incas e Andina e os resquícios de uma sabedoria sagrada feminina#A CHAKANA – A Cruz Andina ou Cruz Quadrada – a ponte entre os mundos#Acllas, as Sacerdotisas do Sol – Mulheres Sagradas dos Andes (sacerdotisas incas)#Princípios dos Povos Andinos#Pachamama#Herbologia mística – o poder das ervas e plantas#O Poder dos Cristais#O Poder das Flores – O Povo Flor#A Lenda das 13 Matriarcas#O Poder das Árvores: O Povo em Pé#Purificação com ervas – por método xamânico#Plantas de Poder#Catal Hoyuk – Anatólia (atual Turquia) e a arte da deusa e do feminino#Símbolos minóicos do culto a Deusa#Animais de poder – As ‘Criaturas’ ou ‘Criaturas Animais’ – Totens (Xamanismo)#Animais de poder – As 'Criaturas' ou 'Criaturas Animais' – Totens (Xamanismo)#Mix de ervas emagrecedoras – também diminui a barriga (perde gordura abdominal)#Shakti Mantras: os mantras de poder e graça potencializando outros mantras#Oração (ou contemplações) às Marias Navegantes – das Sacerdotisas de Maria#Theotokos – Maria como a 'Mãe de Deus'#Theotokos – Maria como a ‘Mãe de Deus’#Coliridianismo#A TERRA OCA – Mistérios milenares da Terra#Sara La Kali ou Santa Sara Kali – O Sagrado Feminino e o Sincretismo religioso#Segredos do Sagrado Feminino Cristão – As Marias do Mar#O que é ser uma sacerdotisa – A Sacerdotisa e o Sagrado Feminino#Sagrado Feminino: Brasil, ÍSIS, N.Srª Aparecida, o poder da Deusa#Sobre o Sagrado Feminino, as Abelhas e o mel, A Deusa Abelha#Shaktis – As mulheres Yoginis, Dakinis e Sacerdotisas#Shakti – A importância de seu reconhecimento pela mulher#Shaktis dos Nakshatras#Shakti – Poder Cósmico e Universal#Shakti : A Mãe do Mundo 1#Shakti: O Despertar da Deusa Adormecida na Matéria#Shakti: O Poder, a Força Divina Cósmica, Planetária e Pessoal#Shakti, kundalini e Tantra#Cariatides – Sacerdotisas de Artemis#Piramides na Bosnia e China#A história das coisas, pelas pessoas e pela Terra#Os Mistérios da Serra do Roncador#Avatara ou Avatar e o Kalki Avatar ou Maitreya#Links Astrologia Sideral e Astrologia Védica#O que são formas pensamento, egregoras e tulpa?#Estátua de Maitreya: uma imagem que a mente pode fazer dela uma ponte!#Allamirah – Uma Encarnação da Divina Mãe, do Feminino Sagrado#Oricalco: o metal desaparecido usado na Atlântida#Especiarias#Sacerdotisas Sumérias#Ervas Medicinais, Especiarias e Temperos#Shakti#Srichakra – representação de Shiva-Shakti no macrocósmico e microcósmicos#Dharma e Sanatana Dharma – As Leis Universais e o Sistema de Sabedoria da Índia para estar em sintonia com essas leis#A Filosofia Yoga Shakti – por Sri Swami Sivananda#Samantabhadri, Prajnaparamita, Vajravarahi e Arya Tara (As Grandes Shaktis do dharmakaya, sambhogakaya e Nirmanakaya)#Kurukulla: Lalitavajra ou Vajratara (ou Tara Vermelha)#Vajravahari e Vajrayogini#As ‘Deidades’ do Bardo (estágio intermediário)#Aditi – Devamatri, expansão cósmica, espaço; mãe de todas as coisas#Adi Parashakti (Adi Shakti) – Param Prakriti, o Poder do Para Brahman#Lokapalas ou Maharajas#Shri Yantra – Um dos mais conhecidos e poderosos Yantras#Lalita Tripurasundari – A origem dos 3 mundos#Filmes Indicados#Bibliografia: Livros – Indicação para o estudo da Espiritualidade e Sabedoria Feminina#Glossário de Deusas#Glossário Indígena e Xamânico#Músicas de Marcus Viana e Sagrado Coração#Links para as constelações e estrelas fixas: Pleiades, Orion/Tres Marias, Sirius, Algol, Cruzeiro do Sul, Pleiades do Sul, Cão e Ursa Maior, Coroa Austral e Boreal, Spica, Sadalmelik#Conjunções de Vênus (de 1900 a 2050) – Trânsitos e Ciclos de Venus (1032 a 2255)#Estações do Ano de 1900 a 2099#O Céu do Momento#Leis Herméticas – Leis ou Princípios Existenciais ou Leis que regem o Universo#As linguas originais sagradas: Sensar e Vatan – e os mistérios que elas guardam#Matrikas (Mães Protetoras e Purificadoras) e as 64 Dakinis#As Cinco Mães, Irmãs ou Consortes de Sabedoria (Prajnas) – Mães e Consortes dos Dhyanis Budhas#Pleroma – A Plenitude#Aeon – Emanações Supremas do Pleroma#Os conceitos de Self, Individuação e Iluminação#Os estágios-níveis de desenvolvimento humano e os domínios transpessoais#Meditação e o despertar do Poder e da Sabedoria Interior#Qual a diferença, entre os gêneros, que interferem nos métodos de despertar? (resumo síntese)#Como se dá a exploração energética direta da mulher? (resumo síntese)#O que é o ‘processo evolucional’ ou despertar da consciência? (resumo síntese)#Porque esta urgência de despertar? (resumo síntese)#Protegido: Sonhos lúcidos – teoria e prática#O que são Elementos Vibracionais?#Porque um sistema iniciático (de despertar) específico para as mulheres? (resumo síntese)#Crianças / Humanos Índigo e Cristais#Anjos e Devas#Porque muitas mulheres se sentem insatisfeitas nos seus relacionamentos? (Parte 1)#Dualismo e não dualismo#O que é Magia, Teurgia e Teurgia Natural?#Sobre as mulheres – pensamentos e frases#Hildegard de Bingen#O que significa Shekinah (Shekhinah ou Shechiná)#Shakti – O poder interior humano, planetário e cósmico: O Grande Feminino#Fenícios no Brasil muito antes dos portugueses#Ilha Brasil – Hy Brazil a ilha mítica, a ilha afortunada#Roda do Ano – Os 8 Festivais Celtas – As 8 fases da Deusa#Sobre o feminino, o masculino e o sexo – Dion Fortune#Sobre o significados de Sacerdotisa#Mata Amritanandamayi Devi, Ammachi ou Amma – A Shakti Mãe que distribui o Poder do Amor pelo abraço#Ma Yoga Shakti – A Shakti com realizações materiais e espirituais para o bem comum#Anandi Ma: uma Shakti oferecendo Shaktipat no ocidente#Transformando a energia em Shakti – referente aos ensinamentos de Shree Maa#Shee Maa – Uma deusa mãe da Índia para o ocidente#Planetas e Arcanos – para refletir os aspectos arquetípicos#Yeshe Tsogyal: uma Dakini iluminada#Therese Neumann – uma santa cristã#Sri Ma Anandamayi – Uma grande Shakti manifestada na índia#Mahavidya – As dez grandes Shaktis associadas aos grandes poderes cósmicos para os tântricos#Sri Sarada Devi – A Santa Mãe, uma Shakti encarnada#Alguns mestres orientais e suas Dakinis ou Shaktis – Padmasambhava, Ramamkrishna, Aurobindo#o que significam: Libertação, Iluminação, Auto Realização, Arhat, Nirvana#Nangsa Obum – uma mulher tibetana considerada emanação de Tara#Vajrayogini – A Shakti orientadora e inspiradora no caminho de iluminação#Tara – uma manifestação do aspecto feminino iluminado#As 64 Dakinis ou Yoginis#o que significa Prakrit, Mahaprakrit e Purusha#O que significa Kundalini, Fohat e Prana#O que significa Sophia (Sofia)#o que significam Deusas Mães ou Grandes Deusas#O que significa Devi#O que significa Dakini#O que significa Yogini#O que significa diksha, deeksha ou deeksa – ou iniciação espiritual#O que siginifica Shaktismo#O que significa Shaktipat#o que significa SHAKTI#Shakti#As Sacerdotisas da história desta civilização: Pitonisas, Vestais, de Ísis, de Inana, Sibilas#o que é THEASOPHIA (Theasofia, Teasofia) e THEALOGIA (Tealogia)#Gurumayi Chidvilasananda – uma bela e bem aventurada Shakti transmitindo Shaktipat ao ocidente#o que é TEURGIA e TAUMATURGIA#Mirra Alfassa – Shakti ou Companheira espiritual de Sri Arobindo#Ayu Khadro – Uma Grande Dakini manifestada
Antropologia Feminina

Mitos e Lendas Eslavas

Deuses Ucranianos: Mitos e Lendas Eslavas para Escritores de Fantasia

Minha gratidão e apreço a Natalia Burianyk, Anastasia Rohoza, Natalie Kononenko, Christine Worobec, Rachel Cordasco e Svitlana Taratorina por suas contribuições e apoio. Todos os mal-entendidos e interpretações erradas são meus.

In American Gods, Neil Gaiman fez o Sr. Wednesday dizer sobre Czernobog e sua família:

“Eles não são ciganos. Eles são russos. Eslavos. Acredito.” Por que eles seriam confundidos com os Rom (“ciganos”) nada eslavos? Por que Czernobog, mais frequentemente associado aos eslavos ocidentais, é identificado como russo? Por que quarta-feira, que parece estar muito familiarizado com os Deuses americanos, apenas “acredita” e não sabe? Pode ser simplesmente um comentário de como os ocidentais se sentem incomodados com as culturas eslavas e, por isso, reconhecem apenas o elemento russo. Há também uma crítica contemporânea em andamento ao viés eurocêntrico na fantasia da língua inglesa. Embora de vital importância e pertinência, ignora o fato de que há uma presença quase invisível do Leste Europeu e eslava na fantasia ocidental. Esta “Outra Europa” é muito terra incógnita, não menos que a África, o Oriente Médio ou a Ásia.

A Rússia não é a única, nem mesmo a primeira, fonte de mitos e lendas eslavos. Grande parte da confusão reside no uso da palavra “Rússia”. O primeiro estado eslavo oriental, fundado entre os séculos 8 e 9 dC, era conhecido como Rus ‘ou Kyivan Rus’, devido ao seu centro de Kiev. Era um coletivo livre de vários principados culturalmente relacionados. Os Grão-Duques de Moscóvia se apropriaram de “Rus ‘” como “Rossiya” no século 15, pois anexaram governos vizinhos. Isso foi traduzido para o inglês como “Rússia”. Mesmo no final do século 19 e no início do século 20, os ucranianos eram conhecidos como “rutenos”, uma latinização do “russo”. O povo Lemko da Trans-Carpathia – isolado geográfica e temporalmente da Rússia – ainda se autodenomina e chama a si mesmo de “Ruskiy”. Bielo-Rússia e Bielo-Rússia remetem aos tempos pré-moscovitas.

Existem alguns exemplos de mitologia eslava na fantasia em inglês – os romances Rusalka de CJ Cherryh, a trilogia Winternight de Katherine Arden e Deathless de Catherynne Valente vêm à mente. Estes, no entanto, são problemáticos pelo fato de retratarem sua origem eslava através de uma janela genérica “russa”. As nuances, distinções e riqueza das várias culturas eslavas estão perdidas.

 

Lazarus , de Svitlana Taratorina, de Kiev, um romance policial de fantasia de espíritos imundos vivendo lado a lado com humanos em uma Kiev alternativa do início do século 20.

Este artigo é um apelo para a inclusão da mitologia eslava na fantasia da língua inglesa. Para esse fim, é uma introdução ao mito e lenda ucranianos – aos deuses ucranianos, se preferir. A cultura e a mitologia ucranianas são uma parte importante das diversas culturas eslavas, bem como um complemento essencial e um contraponto à influência distorcida da Rússia.

Fontes originais sobre deuses eslavos orientais e crenças associadas são escassas, contraditórias e nem sempre confiáveis. As primeiras crônicas não foram escritas até a época cristã, com preconceitos cristãos, por volta da virada do primeiro milênio, e a autenticidade de algumas ainda é discutida. No entanto, há um consenso sobre quais deuses existiam nas mentes e nas almas dos primeiros eslavos, que adoravam deuses do céu, do sol e do fogo, como Svarog, Dazhbog e Svarovich. No século 10, o Príncipe Volodymyr de Kiev, anos antes de aceitar o Cristianismo, fez um esforço para colocar alguma ordem nas antigas crenças pagãs. Os deuses eslavos eram adorados sem templos e frequentemente sem representação física. Em uma possível tentativa de se conformar com religiões mais sofisticadas, Volodymyr ordenou que seis ídolos fossem erguidos em uma das muitas colinas de Kiev. Destes, Perun, Acredita-se que Dazhbog e Strybog sejam originalmente eslavos, enquanto Khors e Simargl são considerados insensíveis aos elementos persas menores do reino Kyivan. Dazhbog era filho de Svarog, talvez um vulcano eslavo. Strybog parece ter sido um deus dos ventos. Khors era outro deus do sol e Simargl era um cão alado envolvido na agricultura. A sexta, Mokosh, a única deusa, pode ser do componente fino-úgrico da aliança russa e pode ter sido associada à nebulosa “mãe terra úmida” (mokra é uma palavra ucraniana para “molhado”).

Os dois deuses mais importantes de Kiev eram Perun e Veles. Os participantes das expedições de comércio e invasão de Rus prestaram juramento a um ou outro. Perun, com cabeça de prata e bigode dourado, para quem os bois eram sacrificados e para quem os carvalhos eram sagrados, ocupava um lugar de destaque. Ele era particularmente adorado por guerreiros. Ele empunhou um martelo de pedra e criou trovões, raios e chuva. Seus raios – flechas de Perun – eram freqüentemente encontrados no solo como um raio petrificado. Veles não estava na colina de Volodymyr, mas seu ídolo era venerado no bairro comercial de Kiev. Ele era o deus do gado e, por extensão, da riqueza, riqueza e prosperidade. Ele tinha possíveis conexões com os mortos. Há quem acredite que Perun e Veles se opõem, mas isso é contestado por alguns acadêmicos.

Vários anos depois que os ídolos foram instalados, Volodymyr aceitou o cristianismo bizantino para a Rus ‘. Ele mandou derrubar a estátua de Perun, espancá-la com varas, arrastá-la por um cavalo e lançá-la no rio Dnipro. A margem para a qual acabou surgindo, além das corredeiras do rio, era chamada de “Costa do Perun”. Veles sofreu um destino semelhante; seu ídolo de pedra foi jogado no rio perto de onde havia sido adorado no distrito de Podil, em Kiev. A resistência à nova religião, particularmente entre os plebeus, criou uma “dupla fé” (mais academicamente, uma “religião vernácula”). Isso foi chamado de “Vingança de Perun”, onde o deus assumiu a identidade do Profeta Judaico-Cristão Elias, enquanto seu colega Veles se apropriava da identidade de São Vlasii. A nova religião híbrida, uma mistura inebriante de adoração pagã da natureza e mito cristão e imagens,

Os feriados de Malanka (Natal e Ano Novo) e Paska (Páscoa) mantiveram, sem desculpas, suas origens pagãs. O festival do solstício de verão de Ivan Kupalo tomou apenas seu nome (João Batista) do cristianismo e manteve suas características pré-históricas de fogueiras, festas, leitura da sorte e namoro. Os camponeses ucranianos viviam muito próximos e admirados da natureza. Tudo que os rodeava – rios, florestas, campos – estava impregnado de algum tipo de espírito, bom, mau ou indiferente. A dupla fé não apenas permitiu a persistência de celebrações antigas, mas garantiu que um submundo rico e desconcertante de demônios e crenças sobrenaturais viveria até os tempos modernos.

Ídolo neopagão de madeira no topo da montanha calva de Kiev.

A mitologia ucraniana abunda em vários espíritos relacionados que eram revenantes de garotas natimortas e não batizadas e aqueles que sofreram mortes prematuras por afogamento, suicídio e outras tragédias. A Rusalka, a ninfa da água, é talvez a mais conhecida. Ao contrário das garotas e mulheres humanas que cobriam suas tranças, a Rusalka tinha cabelos longos e soltos, escondendo sua beleza nua. Ela era habitante de rios, lagos e poços. As ondas na água são suas danças e o sussurro da água corrente sua canção. Sua música cativou jovens solteiros que, se involuntariamente encantados, podiam sentir cócegas até a morte. A Mavka (também Naivka) é uma ninfa da floresta. Como a Rusalka, ela assumiu a forma de uma bela de cabelos soltos, muitas vezes nua ou vestida com uma camisola fina. Se uma Mavka estivesse nua e de costas para você, você poderia ver um buraco aberto revelando seu vazio. Ela nem sempre teve más intenções, às vezes ajudando vaqueiros a cuidar do gado nos vales das montanhas. No entanto, ela também às vezes podia ser culpada de fazer cócegas em seus amantes humanos até a morte. A Polianytsia (ninfa do campo) era outra garota morta, vestida de verde e associada ao orgulho, liberdade e independência. A Povitrulia (ninfa do vento) gostava de pastores e protegeria seus rebanhos se não lhe negassem suas necessidades amorosas.

Em contraste, os espíritos masculinos eram geralmente mais malévolos. O Poliovyk (demônio do campo) habitava campos e prados e era considerado filho do demônio cristão ou de um dos deuses pagãos mais antigos e sombrios. O Lisovyk (demônio da floresta) era um homem velho e cabeludo que você pode ter a infelicidade de conhecer depois de se perder na floresta, e o parente próximo Blud pode ter sido o demônio que o atraiu para lá em primeiro lugar. O Vodianyk era outro velho barbudo com uma cauda cuja sacudida poderia causar inundações, um demônio da água verdadeiramente malévolo. Seu parente morador do pântano, o Bolotianyk, era gordo, sem olhos e parecido com uma rã. Ele não se moveu muito, sentando-se no fundo do pântano, imitando a música do cachimbo e outros sons que atraíam os desavisados ​​para a lama.

A vida doméstica dos ucranianos foi influenciada por outros espíritos. O Perelesnyk era um incubus, que podia entrar na casa de uma mulher pela chaminé ou janela e, assumindo a aparência de marido ou amante morto, seduzi-la. O Mara era um demônio feminino que causava angústia por meio de contendas, fofocas e doenças, talvez personificando o estresse da vida na aldeia. O Domovyk (espírito da casa), às vezes chamado de Khovanets (“o escondido”), assumia muitas formas, como um rato ou um velhinho, escondendo-se nas sombras atrás do forno. Geralmente, ele mantinha a casa aconchegante, ajudando nas tarefas domésticas. Ao contrário do Domovoy russo, não se pensava que o Domovyk ucraniano tivesse sua origem como um espírito ancestral. Foi apenas sob a influência do Cristianismo, e mesmo então não antes do século 19, que qualquer malevolência foi atribuída a ele. Outros demônios, chorts e didkos – existiam e só eram bem distinguidos por sua malícia geral. Eles foram pensados ​​para serem criados por Lúcifer ou algum predecessor pagão vil. Quanto ao diabo, o folclore ucraniano muitas vezes o retratava como uma figura cômica, facilmente enganada por um camponês inteligente.

O lobisomem e o vampiro eram conhecidos na Ucrânia como Vovkulaka e Upyr. Heródoto escreveu sobre uma antiga tribo eslava que residia no que hoje é a Ucrânia e que podia se transformar em lobos. Há um relato publicado do corpo de uma mulher encontrado nas fundações de um antigo prédio em uma das antigas colinas de Kiev. Ela foi enterrada de forma não canônica com a cabeça para o norte com o torso perfurado com uma ponta de ferro, dobrado para não permitir uma fuga fácil. Em outro relatório, um esqueleto foi encontrado em outro lugar em Kiev com um prego de ferro atravessado. É importante notar que alguns acadêmicos afirmam que o moderno mito ocidental dos vampiros foi originalmente um produto da cultura eslava.

A prática mágica ucraniana, bruxaria e feitiçaria, remonta aos antigos volkhvs – feiticeiros e feiticeiras pagãos xamanistas. Não foi até o início do século 18 que as distinções entre a magia do bem e do mal apareceram. Mesmo assim, os limites entre a feitiçaria malévola e a cura mágica tendem a permanecer indistintos. Grande parte da bruxaria maligna consistia em “estragar” – infortúnios diários comuns causados ​​por um praticante do mal. Uma vítima de estrago ou mau-olhado pode recorrer a um curandeiro para obter alívio. Essas práticas ainda são correntes na zona rural da Ucrânia e estão bem documentadas em trabalhos acadêmicos e documentários.

Bruxas (Vid’mas) e feiticeiras eram mais proeminentes do que suas contrapartes masculinas – feiticeiros e feiticeiros (Chakhluns). As bruxas ucranianas, que realizavam seus sabás obscenos na montanha careca de Kiev, eram freqüentemente consideradas jovens viúvas bonitas, em oposição às velhas bruxas russas como Baba Yaga. Uma bruxa nata era a sétima filha de sete filhas, ou uma menina nascida com uma cauda minúscula. Essas bruxas geralmente eram curandeiras e só causavam danos inadvertidamente. Outras bruxas adquiriram seus poderes lidando com as chamadas forças impuras, o diabo cristão sendo apenas uma delas. Geralmente, porém, as bruxas não eram satanistas. Grande parte da prática de bruxaria não era vista como demonológica ou satânica. A maioria das bruxas frequentava a igreja e aceitava os sacramentos. A feitiçaria e a feitiçaria na Ucrânia não eram consideradas o crime blasfemo que eram no mundo católico e protestante. Se maligna, a prática mágica era considerada um ato criminoso, mas não era punida com a mesma severidade. Embora a queima na fogueira não fosse desconhecida, a maioria das punições consistia em multas ou penitência eclesiástica. Algumas evidências mostram que as classes altas eram mais propensas a pensar na bruxaria como sinônimo de Satanás, enquanto os camponeses, mais próximos das antigas crenças pagãs, consideravam as práticas uma parte normal de suas vidas.

A mitologia ucraniana é complementada pela rica tradição de histórias e lendas heróicas. Bylynas, canções épicas dos séculos 11 e 12, contam as fantásticas aventuras dos lendários bogatyrs da corte Kyivan do Príncipe Volodymyr, Volodymyr, o Sol Vermelho. Esses épicos apresentam cavaleiros e heróis, como Ilya Muromets (cujas relíquias são supostamente preservadas no Mosteiro das Cavernas de Kiev), Dobrynya Nikitich e Alyosha Popovych. Os Kozaks (cossacos), guerreiros e homens da fronteira das estepes do Mar Negro dos séculos 16 a 18, são proeminentes na cultura ucraniana. Eles são paralelos aos pistoleiros do oeste americano e ao Samurai Ronin japonês. Suas histórias são contadas em dumas(canções épicas) executadas por kobzars – menestréis itinerantes cegos. Alguns contos incluem metamorfos-feiticeiros Kozak chamados Kharakternyks.

Em conclusão, embora possamos aceitar o desejo de autenticidade, temos que reconhecer que todos os mitos e lendas são contraditórios, e qualquer história particular não pertence necessariamente exclusivamente a um grupo particular. Os contos mudam com o tempo e com o narrador e ultrapassam as fronteiras linguísticas e geográficas. No final, deuses, demônios e até heróis estão todos inventados. As histórias que contamos e como as contamos são apenas combustível para inventar mais. No entanto, não há dúvida de que as partes esquecidas da Europa eslava, como a Ucrânia, são uma rica fonte de conhecimento fantástico antigo, exuberante e complexo que não pode ser ignorado.

No folclore ucraniano, a rusalka é uma entidade feminina, muitas vezes maliciosa para com a humanidade e frequentemente associada à água. Os folcloristas propuseram uma variedade de origens para a entidade, incluindo a de que elas podem ter origem no paganismo eslavo, onde podem ter sido vistos como espíritos benevolentes. Rusalki aparece em uma variedade de mídias na cultura popular moderna, particularmente em países de língua eslava, onde frequentemente se assemelha ao conceito da sereia. Embora a tradição diga que os rusalki não conseguiam ficar completamente fora d’água, algumas obras de ficção falam de rusalki que podiam subir em árvores e cantar canções, sentar-se nas docas apenas com os pés submersos e pentear o cabelo, ou mesmo se juntar a outros rusalki em danças circulares no campo. Uma característica particular de tais histórias gira em torno do fato de que esse comportamento seria limitado a apenas certos períodos do ano, geralmente o verão (consulte a seção Semana Rusalka).

Similar Posts