Artigos do Portal:
#A história do Falnama (Livro dos Presságios) e divinação no mundo islâmico.#A história dos romanis (ciganos)#“Sou uma mulher sensível”: sobrecarga sensorial do TDAH em adultos#Rainha Maria da Romênia#Rainhas dos Romanis#Gaianismo#Um breve guia para as constelações babilônicas e sua astrologia#Deusa Hitita do Sol, a deusa do Sol de Arinna de origem Hattiana#Empoderamento das mulheres#A verdadeira constelação do zodíaco em que o sol estava no dia que você nasceu#Artigo da Semana#Divindades Femininas na América do Sul#Deusas Maias#Chá para o Parto – Chá Mexicano#Domesticidade e Feminilidade#A Deusa Inuit Sedna#Changelings – Lendas das crianças trocadas#Gaulesas e Gauleses e as Divindades Celtas#Origem da Festa Junina#Festival Folclórico de Parintins#História e Origem das Festas Juninas na América#Anat, Deusa antiga Cananita#Óleo de Abramelin#Deusas Celtas#Mitos e Lendas Eslavas#Cartimandua e Boudica (Boadiceia)#Zorya, Deusa Eslava da Luz#Reavivando o Divino Feminino por meio de histórias e tradições celtas#Reino de Hel: A Deusa Nordica do Submundo – Indo e voltando para o inferno#Fiar e tecer, as artes mágicas femininas e maravilhosas associações#História Celta relacionada ao Mito do Rei Arthur#Cailleach: Mito Irlandês, Lenda e o Feminino Divino#Mitos e Estações no céu Tupi-Guarani#Deusas da Natureza#Druidas femininas, as sacerdotisas esquecidas dos celtas#Deusa Nemetona#A luta de Elizabeth Packard contra a tirania legal dos maridos#Baalbek – Templos de mais de 5000 anos – Deusas Venus / Atargatis#Al-Lāt, Allat, Allatu ou Alilat , a deusa árabe pré-islâmica#Tir na nOg e Tuatha De Danann#Oráculos no Druidismo / Oráculos Druidas#Um Ogham para os Montes Apalaches#Awen, a inspiração divina: princípio central na tradição druida#Atlantida, a civilização anterior a atual#Mulheres na sociedade Maia#O princípio feminino: uma ideia em evolução#Yoni e ‘Sheela Na Gig’#Deusas Nativas do Brasil e os mitos de mitos#Os Nativos do Novo Mexico (Norte America) Zuni e Puebloans Ancestrais#Maria Madalena / Maria Magdalena#Mehrgarh – sitio arqueológico neolítico (datado de 7000 aC a 2500/2000 aC – Paquistão)#A PODEROSA ORAÇÃO AO PLANETA DE MAIS DE 500 MULHERES NO VALE SAGRADO DO PERU#Monte Ararat#Alfabeto siríaco#Monte Nemrut / Nemrud#Maitreya (as três mães) se encarna#Compreendendo a filosofia de Shiva-Shakti através de ‘Ardhanarishvara’#Shakti e Kali#Sobre Magia#As Eras Glaciais – A História da Ciência sobre o tempo antes do auge da Civilização Ariana#Sonhos lúcidos podem nos aproximar de experimentar a “realidade” não dualista do que acordar a meditação#Honrando nosso sagrado ciclo feminino ‘tempo da lua’#Atlantida e os deuses antigos#Artemis#Doze mulheres famosas da idade média#Jezabel: princesa de Sidom, rainha de Israel#Hormônios e seu ambiente – Quando se trata de hormônios, há mais de um “normal”#Os ciclos femininos, ciclos de fertilidade e menstruação nas Culturas Nativas#Ereshkigal – Deusa Crone, Deusa do Submundo e da Morte#Deusas Crone – As Mães das Sombras, da Morte#Deusas Incas#Deusas da Água – Deusas do mar, dos rios e lagos#Deusas do Fogo#Recomendações da medicina tradicional chinesa para ajudar a aliviar as dores do período menstrual#Maré – a força do Sol, da Lua e outros astros sobre a Terra#Mais artigos para ginecologia natural: plantas, ervas#A civilização mais antiga do mundo é ainda mais antiga do que se pensava#Antropologia Feminista#Abraçando o feminino divino, a escuridão, a sombra e tudo#Deusas nativas americanas#Coatlicue, deusa mãe asteca#Ginocentrismo e Androcentrismo#O Feminino nas religiões#Amphitrite / Salacia: A Deusa contraparte de Netuno / Poseidon#CORRESPONDÊNCIA ENTRE PLANTAS E PLANETAS: UM GUIA DE ASTROBOTÂNICA PARA PREPARAR REMÉDIOS MÁGICOS#CORRESPONDÊNCIA ENTRE PLANTAS E PLANETAS: UM GUIA DE ASTROBOTÂNICA PARA PREPARAR REMÉDIOS MÁGICOS#O Sagrado Feminino pelo Budismo Vajrayana#Volvas – Mulheres ‘xamas’: as temidas e respeitadas Profetisas, Sábias, Sacerdotisas, Videntes nórdicas#A Adoração de Deus na forma feminina#Atma Shakti pela abordagem do Yoga#As Bruxas do Brasil Colônia#Os Planetas/ Astros na astrologia#Atargatis: uma deusa síria adorada nos primeiros séculos dC.#Ecofeminismo(s): Por Que Mulheres, Animais e Natureza Sob o Mesmo Olhar?#Disfunção Sexual Feminina#Anatomia Genital Feminina#Ginecologia natural: o poder das ervas a serviço da saúde da mulher#Ginecologia natural: um caminho para a humanização do cuidado#MENSTRUAÇÃO, CORPOS FÍSICO & SUTIL, GINECOLOGIA NATURAL & HOLÍSTICA#Diu de Cobre – Métodos contraceptivos não hormonais#O que você deve saber sobre os octagramas – estrelas de oito pontas#Sete raios#Empatia nos cuidados de saúde da mulher#Ginecologia Ayurveda#Passos positivos para se estabelecer para a gravidez pela Ginecologia Tradicional Chinesa#Ginecologia na Medicina Chinesa – Ginecologia Tradicional Chinesa – Oriental#Astrologia egípcia e signos do zodíaco egípcio#O Feminino Divino nos Contos de Fadas#Sirius – Estrela Nobre e Divina#Quiromancia#Shamans Göbekli Tepe e seus símbolos cósmicos e Shahmaran#Mulheres antigas xamãs da Irlanda: curandeiros, sacerdotisas e adivinhos#Shakti – seus significados#Imagens do Feminino Ancestral: Reconhecimento de Padrões, Através do Espaço e do Tempo#O keebèt e a cerimônia feminina no Chaco#Notre Dame de la Vie: Nossa Senhora da Vida#Templos da Deusa na Ásia Ocidental#Atete, Deusa do Povo Oromo no sul da Etiópia#Rainha de Saba / Sabah / Shaba – Makeda, Bilqis#Matriarcado, Matrilinearidade,#Mãe Menininha do Gantois#A rabina Léah Novick#A natureza divina das mulheres naturalmente – um desafio do século XXI#Citações do Feminino Divino#O poder da Irmandade / Fraternidade Feminina ou Sororidade#Influencias da Lua, dos planetas e outros astros sobre a terra#Sobre a Vagina, a Vulva e soluções naturais para alguns problemas#Runas – História, Mitos e Significados dos Símbolos#Madeiras para fazer varinhas mágicas#Dualidade Mútua: Yin Yang / Shiva Shakti#Plantas para reconexão feminina#O Feminino Divino está em Ascensão#Pindorama – O Brasil Nativo, O Brasil Ancestral – e Abya Yala#Astros de tônicas femininas para encontrá-los e entender o feminino no seu mapa astrológico#Florais para as mulheres#Ervas e plantas para a cura dos disturbios femininos – ervas e plantas para mulheres – Ginecologia Natural#Vênus e as Plêiades!#Código e Contemplação da ética das Sacerdotisas#Purificação, Consagração e Carregamento de objetos#Plantando um jardim mágico – Plantas Mágicas#Jóias egípcias antigas arrancadas do monte funerário da “princesa virgem” na Siberia, montanhas de Altai#Ervas, plantas e magia#Tuatha De Danann#Os Duidas#Moura Encantada#Poder dos Metais – Propriedades Magicas dos Metais#De Tonantzin Coatlicue à Virgem de Guadalupe: o que Elas têm em comum#Magia dos tecidos: A Cosmovisão Andina Através da Tecelagem#Deusas da Cura#As Hostes Angelicas – de Geoffrey Hodson#Os Anjos#Astrologia do Centro Galáctico – o centro galáctico no mapa astrológico#Tonalidade cósmica – o significado sagrado da tartaruga#Deusas hindus. Lakshmi, Sarasvati e Parvati (Sati, Durga e Kali)#A lenda hindu do dilúvio de Manu e o relato bíblico de Noé#A Deusa Ganga e O Ganges: o rio sagrado do hinduísmo#Qhaqoy – técnica massagem andian#simbolos para os principios#Ativando a Prosperidade#Sobre o que é Sombra#A Menstruação é realmente ‘normal’ ou ‘natural’? (do ponto de vista muito ancestral)#Ogham / Ogam – Alfabeto Celta – Druida#A Jornada de Inanna: A descida de Inanna ao submundo: uma obra-prima literária de 5.500 anos#Shakti – Invocando sua energia feminina#Deusa Mãe (Ninmah, Nintud / r, Belet-ili e Nin e Ninhursag)#Principais desastres ambientais no Brasil e no mundo#Salto de Sete Quedas – SALTOS DEL GUAIRÁ – O fim das maiores cachoeiras do mundo#Meses da árvore celta – 13/treze divisões lunares#Plantas harmonização hormonal#Magia, Magia Cerimonial e Teurgia#A Mãe Divina#Shakti – Na astrologia oriental e numerologia#Planetários e quadrados mágicos –#Artes divinatórias e práticas mânticas#Tarot: A Rota ou Roda das Experiências das civilizações antigas#Deusa Asherah – Representação Feminina do Sagrado, a Deusa de Israel#A Grande Deusa – Histórico#A Mais Antiga Oração Dirigida à Maria Datada Do Ano 250 d.C#Áreas reflexas femininas do corpo físico-etérico#Lilith#A Humanização do Parto e do Nascimento#Nomes Xamãs#Animais com fêmeas dominantes#Uma não definição de “xamã”#Enheduanna – A poeta e Alta Sacerdotisa acadiana#O Panteão da Mesopotâmia – Mitologia Mesopotâmia#Tiamat#Lista de ocultistas e escritores ocultistas#Plantas e seus benefícios#Reflexões de uma antropóloga e mãe: ‘O que aprendi com índios sobre educação infantil’#As “Montanhas Sagradas”, o Centro das Montanhas Mágicas da Mantiqueira – Aiuruoca#Serra do Roncador#Instrumentos Musicais Indígenas#O poder das raízes: As plantas falam umas com as outras pelas suas raízes#As mulheres e produção de óvulos: mulheres nascem com óvulos em seus ovários#Escritos e Evangelhos Apócrifos#Astarte, Astoreth, Ashtarot, a verdadeira origem de Venus e Afrodite#Deusas em Transformação:#Exercícios Kegel: Exercícios Musculares Pélvicos#Alquimia Feminina: Cultivo Feminino#Hypatia de Alexandria#Sírius, a estrela da realeza#Quem é Baphomet?#Maquiagem com produtos naturais (maquiagens veganas, naturais e caseiras)#Ēostre – A Deusa da Origem da Páscoa#Arqueólogos encontram vestígios de civilização desconhecida na Amazônia#Inanna – Ishtar – Astart (Ashtoreth)#Apsaras#Sobre a Frequência 432 e afins#A Era de Aquário#Evangelho de Maria#Quando Deus era mulher: A civilização das deusas gordas#Aradia#Porque precisamos de energia feminina no mundo#Mudanças no campo magnético da Terra#Associações de apoio às mulheres pelo mundo#Como a sabedoria das mulheres estava perdida#Ondas Cerebrais e Meditação#O Movimento do Sagrado Feminino ou Divino Feminino#A lenda de Mulan: a jornada da mulher e do feminino#Jornada de Cura – integrado as jornadas dos heróis e heroínas#Marija Gimbutas e a Deusa#Jornada da heroína: a narrativa mítica da mulher#Diferenças entre Signos e Constelações#Centro Galáctico#108 Siddhas Femininas, Dakinis, Yoginis e tântricas#Mulheres nas religiões#Casa da Virgem Maria na Turquia#As Mulheres na Cultura Védica#A Jornada da heroína e os ciclos de morte e vida#Elementos da meditação ativa:#Shakti Sadhana – Disciplina espiritual hindu (combinação de prática védica e tântrica)#Fases da Lua de 1900 a 2060#Informações básicas e interessantes da Astronomia#Locais importantes relacionados ao Caminho Evolutivo da civilização Ária#Samhain#Deusas da Mitologia no Brasil#A Centralidade da Feminina Divina – Shakti – no Sufismo#LILITH, O grande misterio do feminino selvagem#O que é Ginecosofia / Ginecosophia – Ginesofia / Ginesophia#Pleiades – pela Teosofia#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (ciganas)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (indianas)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (orientais, árabes)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (flamenco e salsa)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (brasileiras)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (hawaianas, polinesia, tailandesas, chinesas outras)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (árabes – dança do vente, orientais tribais, indianas fusion e afins)#Mandala#Grupo Mawaka#Outras Músicas#Sarasvati, Lakshmi, Parvati – As Três deusas, Shaktis supremas do induísmo#Yasodhara#Yasodhara#Céu Real – Céu Astronômico do momento (Efemérides Astronômicas)#Beltane#Mulher Shaman / Mulheres Xamãs#Maha Devi – Lalitha Sahasranamam – Os 1000 nomes de Lalitha / Lalita#Dança Duende – Danza Duende e ‘El Duende’#Mulheres Heroínas Indígenas#Apu (divindade) – Os Espíritos da Montanha do Peru#Mitos e lendas: Paititi, uma importante cidade perdida dos Incas#Caminho do Peabiru – Caminho utilizado pelos nativos ancestrais sul-americanos, ligando o litoral ao interior#SHAKTI-SHIVA e a Cosmogênese – Os mistérios da origem do humano e do universo#Qoya – A Rainha-Sacerdotisa Inca#Ginecologia Natural – Naturologia Feminina: Saúde da Mulher#NEFERTITI, a Bela e Poderosa Rainha do Egito – A Grande Rainha do Nilo#Recebemos as mitocôndrias de nossas mães: maioria dos seus genes são oriundos de sua mãe.#Mulheres Incas#Hello world!#Deusas indianas e o significado de suas imagens#História das mulheres#Musicas Danças#RECONEXÃO Caminho Sagrado Feminino: Práticas Essenciais#O que é o Feminicídio ou femicídio#Gênero Feminino#Políticas públicas de combate à violência contra a mulher#Movimentos pelos Direitos da Mulher#Atos Internacionais – convenções que se referem às mulheres (Diretos da Mulher 2)#Direitos da Mulher#Helena Blavatsky#Mulheres em luta: Mulheres revolucionárias#Sobre o Útero – O Cálice Sagrado (pela abordagem do xamanismo tolteca contemporaneo)#Sobre Alquimia Interior – Alquimia Feminina – Respiração Ovariana – (pela abordagem do Tao Universal)#Tambores Xamânicos Sagrados#Xamanismo Huna (Hawai) e o Ho'oponopono#Atlantida, uma civilização matriarcal esquecida#Elementais da Natureza#Pedras de Poder#Os cristais e o ventre#Equilíbrio hormonal da mulher 2 – A importância da Progesterona#Equilíbrio Hormonal da Mulher#Por que nem todas as fêmeas menstruam? ….#Shakti#O Sagrado Feminino e a Deusa Gaia Manifestada#Os Mistérios de Vila Velha (Ponta Grossa – PR – Brasil)#Mistérios Brasileiros Famosos#As Deusas Védicas#O Poder das Plantas#Pesquisa revela o poder das mulheres Incas#Profecias dos Incas Q’ero#Mulheres da Floresta#ZENEIDA, A PAJÉ DO MARAJÓ#Mulheres Pajes – As xamas nativas brasileiras#A Sabedoria dos Incas e Andina e os resquícios de uma sabedoria sagrada feminina#A CHAKANA – A Cruz Andina ou Cruz Quadrada – a ponte entre os mundos#Acllas, as Sacerdotisas do Sol – Mulheres Sagradas dos Andes (sacerdotisas incas)#Princípios dos Povos Andinos#Pachamama#Herbologia mística – o poder das ervas e plantas#O Poder dos Cristais#O Poder das Flores – O Povo Flor#A Lenda das 13 Matriarcas#O Poder das Árvores: O Povo em Pé#Purificação com ervas – por método xamânico#Plantas de Poder#Catal Hoyuk – Anatólia (atual Turquia) e a arte da deusa e do feminino#Símbolos minóicos do culto a Deusa#Animais de poder – As ‘Criaturas’ ou ‘Criaturas Animais’ – Totens (Xamanismo)#Animais de poder – As 'Criaturas' ou 'Criaturas Animais' – Totens (Xamanismo)#Mix de ervas emagrecedoras – também diminui a barriga (perde gordura abdominal)#Shakti Mantras: os mantras de poder e graça potencializando outros mantras#Oração (ou contemplações) às Marias Navegantes – das Sacerdotisas de Maria#Theotokos – Maria como a 'Mãe de Deus'#Theotokos – Maria como a ‘Mãe de Deus’#Coliridianismo#A TERRA OCA – Mistérios milenares da Terra#Sara La Kali ou Santa Sara Kali – O Sagrado Feminino e o Sincretismo religioso#Segredos do Sagrado Feminino Cristão – As Marias do Mar#O que é ser uma sacerdotisa – A Sacerdotisa e o Sagrado Feminino#Sagrado Feminino: Brasil, ÍSIS, N.Srª Aparecida, o poder da Deusa#Sobre o Sagrado Feminino, as Abelhas e o mel, A Deusa Abelha#Shaktis – As mulheres Yoginis, Dakinis e Sacerdotisas#Shakti – A importância de seu reconhecimento pela mulher#Shaktis dos Nakshatras#Shakti – Poder Cósmico e Universal#Shakti : A Mãe do Mundo 1#Shakti: O Despertar da Deusa Adormecida na Matéria#Shakti: O Poder, a Força Divina Cósmica, Planetária e Pessoal#Shakti, kundalini e Tantra#Cariatides – Sacerdotisas de Artemis#Piramides na Bosnia e China#A história das coisas, pelas pessoas e pela Terra#Os Mistérios da Serra do Roncador#Avatara ou Avatar e o Kalki Avatar ou Maitreya#Links Astrologia Sideral e Astrologia Védica#O que são formas pensamento, egregoras e tulpa?#Estátua de Maitreya: uma imagem que a mente pode fazer dela uma ponte!#Allamirah – Uma Encarnação da Divina Mãe, do Feminino Sagrado#Oricalco: o metal desaparecido usado na Atlântida#Especiarias#Sacerdotisas Sumérias#Ervas Medicinais, Especiarias e Temperos#Shakti#Srichakra – representação de Shiva-Shakti no macrocósmico e microcósmicos#Dharma e Sanatana Dharma – As Leis Universais e o Sistema de Sabedoria da Índia para estar em sintonia com essas leis#A Filosofia Yoga Shakti – por Sri Swami Sivananda#Samantabhadri, Prajnaparamita, Vajravarahi e Arya Tara (As Grandes Shaktis do dharmakaya, sambhogakaya e Nirmanakaya)#Kurukulla: Lalitavajra ou Vajratara (ou Tara Vermelha)#Vajravahari e Vajrayogini#As ‘Deidades’ do Bardo (estágio intermediário)#Aditi – Devamatri, expansão cósmica, espaço; mãe de todas as coisas#Adi Parashakti (Adi Shakti) – Param Prakriti, o Poder do Para Brahman#Lokapalas ou Maharajas#Shri Yantra – Um dos mais conhecidos e poderosos Yantras#Lalita Tripurasundari – A origem dos 3 mundos#Filmes Indicados#Bibliografia: Livros – Indicação para o estudo da Espiritualidade e Sabedoria Feminina#Glossário de Deusas#Glossário Indígena e Xamânico#Músicas de Marcus Viana e Sagrado Coração#Links para as constelações e estrelas fixas: Pleiades, Orion/Tres Marias, Sirius, Algol, Cruzeiro do Sul, Pleiades do Sul, Cão e Ursa Maior, Coroa Austral e Boreal, Spica, Sadalmelik#Conjunções de Vênus (de 1900 a 2050) – Trânsitos e Ciclos de Venus (1032 a 2255)#Estações do Ano de 1900 a 2099#O Céu do Momento#Leis Herméticas – Leis ou Princípios Existenciais ou Leis que regem o Universo#As linguas originais sagradas: Sensar e Vatan – e os mistérios que elas guardam#Matrikas (Mães Protetoras e Purificadoras) e as 64 Dakinis#As Cinco Mães, Irmãs ou Consortes de Sabedoria (Prajnas) – Mães e Consortes dos Dhyanis Budhas#Pleroma – A Plenitude#Aeon – Emanações Supremas do Pleroma#Os conceitos de Self, Individuação e Iluminação#Os estágios-níveis de desenvolvimento humano e os domínios transpessoais#Meditação e o despertar do Poder e da Sabedoria Interior#Qual a diferença, entre os gêneros, que interferem nos métodos de despertar? (resumo síntese)#Como se dá a exploração energética direta da mulher? (resumo síntese)#O que é o ‘processo evolucional’ ou despertar da consciência? (resumo síntese)#Porque esta urgência de despertar? (resumo síntese)#Protegido: Sonhos lúcidos – teoria e prática#O que são Elementos Vibracionais?#Porque um sistema iniciático (de despertar) específico para as mulheres? (resumo síntese)#Crianças / Humanos Índigo e Cristais#Anjos e Devas#Porque muitas mulheres se sentem insatisfeitas nos seus relacionamentos? (Parte 1)#Dualismo e não dualismo#O que é Magia, Teurgia e Teurgia Natural?#Sobre as mulheres – pensamentos e frases#Hildegard de Bingen#O que significa Shekinah (Shekhinah ou Shechiná)#Shakti – O poder interior humano, planetário e cósmico: O Grande Feminino#Fenícios no Brasil muito antes dos portugueses#Ilha Brasil – Hy Brazil a ilha mítica, a ilha afortunada#Roda do Ano – Os 8 Festivais Celtas – As 8 fases da Deusa#Sobre o feminino, o masculino e o sexo – Dion Fortune#Sobre o significados de Sacerdotisa#Mata Amritanandamayi Devi, Ammachi ou Amma – A Shakti Mãe que distribui o Poder do Amor pelo abraço#Ma Yoga Shakti – A Shakti com realizações materiais e espirituais para o bem comum#Anandi Ma: uma Shakti oferecendo Shaktipat no ocidente#Transformando a energia em Shakti – referente aos ensinamentos de Shree Maa#Shee Maa – Uma deusa mãe da Índia para o ocidente#Planetas e Arcanos – para refletir os aspectos arquetípicos#Yeshe Tsogyal: uma Dakini iluminada#Therese Neumann – uma santa cristã#Sri Ma Anandamayi – Uma grande Shakti manifestada na índia#Mahavidya – As dez grandes Shaktis associadas aos grandes poderes cósmicos para os tântricos#Sri Sarada Devi – A Santa Mãe, uma Shakti encarnada#Alguns mestres orientais e suas Dakinis ou Shaktis – Padmasambhava, Ramamkrishna, Aurobindo#o que significam: Libertação, Iluminação, Auto Realização, Arhat, Nirvana#Nangsa Obum – uma mulher tibetana considerada emanação de Tara#Vajrayogini – A Shakti orientadora e inspiradora no caminho de iluminação#Tara – uma manifestação do aspecto feminino iluminado#As 64 Dakinis ou Yoginis#o que significa Prakrit, Mahaprakrit e Purusha#O que significa Kundalini, Fohat e Prana#O que significa Sophia (Sofia)#o que significam Deusas Mães ou Grandes Deusas#O que significa Devi#O que significa Dakini#O que significa Yogini#O que significa diksha, deeksha ou deeksa – ou iniciação espiritual#O que siginifica Shaktismo#O que significa Shaktipat#o que significa SHAKTI#Shakti#As Sacerdotisas da história desta civilização: Pitonisas, Vestais, de Ísis, de Inana, Sibilas#o que é THEASOPHIA (Theasofia, Teasofia) e THEALOGIA (Tealogia)#Gurumayi Chidvilasananda – uma bela e bem aventurada Shakti transmitindo Shaktipat ao ocidente#o que é TEURGIA e TAUMATURGIA#Mirra Alfassa – Shakti ou Companheira espiritual de Sri Arobindo#Ayu Khadro – Uma Grande Dakini manifestada
Mãe Natureza Manifestações e Emanações de Shakti / Qoya / Auset / Cy Mitologia Feminina Para Práticas e Estudos do Caminho Sagrado Feminino Psicologia Feminina Uncategorized

Tiamat

Tiamat

Fonte: Editado de Wikipédia english e https://www.britannica.com/ – https://www.ancient.eu/

Na religião da antiga Babilônia , Tiamat ( acadiano : TI D TI.AMAT ou  D TAM.TUM , grego: Θαλάττη Thaláttē ) [3] é uma deusa primordial do mar salgado , acasalando-se com Abzû , o deus da água doce , para produzir deuses mais jovens. Ela é o símbolo do caos da criação primordial. Ela é referida como uma mulher, [4] e descrita como a brilhante. [5] Sugere-se que existem duas partes para os mitos de Tiamat., o primeiro em que Tiamat é uma deusa criadora, através de um casamento sagrado entre sal e água doce, criando pacificamente o cosmos através de sucessivas gerações. No segundo Chaoskampf Tiamat é considerado a personificação monstruosa do caos primordial . [6] Algumas fontes a identificam com imagens de uma serpente marinha ou dragão. [7]

No Enma Elish , o épico babilônico da criação , ela dá à luz a primeira geração de divindades; seu marido, Apsu, corretamente assumindo que eles estão planejando matá-lo e usurpar seu trono, mais tarde faz guerra contra eles e é morto. Enfurecida, ela também guerreia contra os assassinos de seu marido, assumindo a forma de um enorme dragão marinho, ela é então morta pelo filho de Enki , o deus da tempestade Marduk , mas não antes de ela ter trazido os monstros da tribo mesopotâmica. panteão, incluindo os primeiros dragões, cujos corpos ela encheu de “veneno em vez de sangue”. Marduk então forma os céus e a terra de seu corpo dividido.

O dragão caldeu Tiamat tinha quatro pernas, um corpo escamoso e asas.

o profundo ( tehom em hebraico) é o mesmo que o dragão primordial chamadoTiamat (cognato ao hebraico tehom ) noEpopeia babilônica da criação.

O épico da criação babilônica (Enuma elish , “When on High”) afirma que a princípio existia apenas o macho (Apsu ) e feminino (Tiamat) deuses das profundezas. Eles criaram uma família de deuses que eram tão indisciplinados que Apsu resolveu destruí-los. Rebelião e caos se seguiram. Entre as divindades estava Marduk , o deus da Babilônia. Como a versão principal do épico da criação é o babilônico, Marduk ocupa o papel de Criador. (Na versão assíria, Ashur é importante.) Tiamat, que tinha embarcado em um curso de destruição, foi morta por Marduk, que a cortou em dois e usou sua carcaça para criar o universo. De metade de seu corpo ele modelou o céu contendo os corpos celestes para marcar os períodos de tempo. O épico culmina na glorificação de Marduk e no estabelecimento de sua ordem. O Enuma elish foi lido noAkitu, ou festival de Ano Novo , na Babilônia, para restabelecer a ordem, de acordo com os princípios da transferência simpática, recitando a criação de Marduk. A função do Akitu é, portanto, rejuvenescer a sociedade para o novo ano.

Etimologia 

Thorkild Jacobsen [8] e Walter Burkert defendem uma conexão com a palavra acadiana para mar, tâmtu , seguindo uma forma antiga, ti’amtum . [9] Burkert continua fazendo uma conexão lingüística com Tethys . A forma posterior Θαλάττη ( thaláttē) , que aparece no primeiro volume da história universal do escritor helenístico babilônico Berossus, está claramente relacionada com o grego Θάλαττα ( thálatta ), uma variante oriental de Θάλασσα (thalassa)“mar” Pensa-se que o nome próprio ti’amat, que é o construto ou forma vocativa, foi abandonado em traduções secundárias dos textos originais porque alguns copistas acádicos de Enûma Elish substituíram a palavra ordinária tāmtu “mar” por Tiamat, os dois nomes tendo tornar-se essencialmente o mesmo devido à associação. [8]Tiamat também tem sido reivindicada a ser cognato com semita Noroeste tehom (תהום) ( a profundidades, abismo ), no Livro de Génesis 1: 2. [10]

O épico babilônico Enuma Elish é nomeado por sua incipit : “Quando acima” os céus ainda não existiam nem a terra abaixo, Apsu o oceano de água doce estava lá, “o primeiro, o gerador”, e Tiamat, o mar de água salgada “, ela quem os deu todos “; eles estavam “misturando suas águas”. Acredita-se que as divindades femininas sejam mais antigas do que as masculinas na Mesopotâmia e que Tiamat possa ter começado como parte do culto de Nammu , um princípio feminino de uma força criativa aquosa, com conexões igualmente fortes com o submundo, que antecede a aparência de Eamat. Enki [11]

Harriet Crawford considera que esta “mistura das águas” é uma característica natural do Golfo Pérsico médio, onde as águas doces do aqüífero árabe se misturam e se misturam com as águas salgadas do mar. [12] Essa característica é especialmente verdadeira na região do Bahrein , cujo nome em árabe significa “dois mares”, e que se acredita ser o local de Dilmun , o local original das crenças da criação suméria. [13] A diferença na densidade do sal e da água fresca gera uma separação perceptível.

Aparência 

No Enûma Elish, sua descrição física inclui uma cauda , uma coxa , “partes inferiores” (que tremem juntas), uma barriga, um úbere , costelas , um pescoço , uma cabeça , um crânio , olhos , narinas , uma boca e lábios. . Ela tem dentro (possivelmente “entranhas”), um coração , artérias e sangue .

Tiamat é geralmente descrito como uma serpente marinha ou dragão , embora o assiriologista Alexander Heidel discorde dessa identificação e argumenta que “a forma de dragão não pode ser imputada a Tiamat com certeza”. Outros estudiosos desconsideraram o argumento de Heidel: Joseph Fontenrose em particular achou “não convincente” e concluiu que “há razão para acreditar que Tiamat era às vezes, não necessariamente sempre, concebido como um dragão”. [14] O Enma Elishafirma que Tiamat deu à luz dragões e serpentes entre uma lista mais geral de monstros, incluindo escorpiões e sereias., mas não identifica sua forma como a de um dragão; no entanto, outras fontes que contêm o mesmo mito se referem a ela como tal. [15]

A representação de Tiamat como um dragão de várias cabeças foi popularizada nos anos 70 como um elemento do jogo de interpretação de Dungeons & Dragonsinspirado em fontes anteriores que associavam Tiamat a personagens mitológicos posteriores como Lotan . [16]

Mitologia 

Abzu (ou Apsû) gerou em Tiamat as divindades mais antigas Lahmu e Lahamu (masc. O “peludo”), um título dado aos porteiros do templo Enz Abzu / E’engurra em Eridu . Lahmu e Lahamu, por sua vez, eram os pais dos ‘fins’ dos céus ( Anshar , de an-šar = céu-totalidade / fim) e a terra ( Kishar ); Anshar e Kishar foram considerados no horizonte, tornando-se, assim, os pais de Anu (Céu) e Ki (Terra).

Tiamat era a personificação “brilhante” da água salgada que rugia e golpeava no caos da criação original. Ela e Apsu encheram o abismo cósmico com as águas primitivas. Ela é ” Ummu-Hubur que formou todas as coisas”.

No mito registrado em tabuletas cuneiformes , a divindade Enki (depois Ea) acreditava corretamente que Apsu estava planejando matar as divindades mais jovens, perturbadas com o caos que criaram, e assim o capturaram e o mantiveram prisioneiro sob seu templo, o E-Abzu . Isso irritou Kingu , seu filho, que relatou o evento para Tiamat, ao que ela criou onze monstros para combater as divindades, a fim de vingar a morte de Apsu. Estes eram seus próprios descendentes: Bašmu (“Cobra Venenosa”), Ušumgallu (“Grande Dragão”), Mušmaḫḫū (“Serpente Exaltada”), Mušḫuššu (“Cobra Furiosa”), Laḫmu (o “Cabeludo”), Ugallu(o “Big Weather-Beast”), Uridimmu (“Leão Louco”), Girtablullû (“Homem-Escorpião”), Umū dabrūtu (“Tempestades Violentas”), Kulullû (“Peixe-Homem”) e Kusarikku (“Bull- Homem”).

Tiamat possuía a Tábua dos Destinos e na batalha primordial que ela deu a Kingu, a divindade que escolhera como amante e líder do seu exército, e que também era uma de suas filhas. As divindades se reuniram em terror, mas Anu, (substituído mais tarde, primeiro por Enlil e, na última versão que sobreviveu após a Primeira Dinastia da Babilônia , por Marduk , o filho de Ea), primeiro extraindo uma promessa de que ele seria reverenciado como ” rei dos deuses “, a superou, armada com as flechas dos ventos, uma rede, um porrete e uma lança invencível.

E o senhor estava em cima das partes posteriores de Tiamat,
E com seu clube impiedoso, ele quebrou seu crânio.
Ele cortou os canais do sangue dela,
E ele fez o vento norte levá-lo para lugares secretos.

Cortando Tiamat ao meio, ele fez de suas costelas a abóbada do céu e da terra. Seus olhos chorosos se tornaram a fonte do Tigre e do Eufrates , sua cauda se tornou a Via Láctea . Com a aprovação das divindades mais antigas, ele tomou de Kingu a Tábua dos Destinos , instalando-se como a cabeça do panteão babilônico . Kingu foi capturado e depois foi morto: seu sangue vermelho misturado com o barro vermelho da Terra faria o corpo da humanidade, criado para atuar como o servo das divindades Igigi mais jovens .

O tema principal do épico é a elevação justificada de Marduk para comandar todas as divindades. “Percebeu-se há muito tempo que a epopéia de Marduk, apesar de toda sua coloração local e provável elaboração pelos teólogos babilônicos, reflete em substância o material sumeriano mais antigo”, comentou a Assyriologistamericana EA Speiser em 1942 [17] acrescentando “O protótipo sumério exato, no entanto , não apareceu tão longe “. Essa suposição de que a versão babilônica da história é baseada em uma versão modificada de um épico antigo , no qual Enlil , não Marduk, foi o deus que matou Tiamat, [18] é mais recentemente descartada como “claramente improvável”. [19]De fato, Marduk não possui um protótipo sumério preciso. É geralmente aceito entre os assiriólogos modernos que o Enûma Elish – o épico da criação babilônica ao qual esta vertente mitológica é atribuída – foi escrito como propaganda política e religiosa em vez de refletir uma tradição suméria; a datação da epopéia não está completamente clara, mas a julgar pelos tópicos mitológicos cobertos e as versões cuneiformes descobertas até agora, é provável que datem até o século XV aC. citação necessário ]

Interpretações 

O mito de Tiamat é uma das primeiras versões gravadas do Chaoskampf , a batalha entre um herói cultural e um monstro ctônico ou aquático, serpente ou dragão. [20] Motivos de chaoskampf em outras mitologias ligadas direta ou indiretamente ao mito de Tiamat incluem o mito hitita Illuyanka , e na tradição grega a morte de Apollo do Python como uma ação necessária para tomar o Oráculo Délfico . [21]

De acordo com algumas análises, há duas partes no mito de Tiamat, a primeira em que Tiamat é a deusa criadora, através de um ” casamento sagrado ” entre sal e água doce, criando pacificamente o cosmos através de sucessivas gerações. No segundo ” Chaoskampf ” Tiamat é considerado a personificação monstruosa do caos primordial . [6]

Robert Graves [22] considerou a morte de Tiamat por Marduk como evidência de sua hipótese de uma antiga mudança de poder de uma sociedade matriarcal para um patriarcado . As idéias de Grave foram posteriormente desenvolvidas na teoria da Grande Deusa por Marija Gimbutas , Merlin Stone e outros. A teoria sugere que Tiamat e outras figuras de monstros antigos foram apresentadas como antigas divindades supremos de religiões pacíficas centradas na mulher que foram transformadas em monstros quando violentas. Sua derrota nas mãos de um herói masculino correspondia à maneira pela qual as religiões dominadas por homens derrubavam a sociedade antiga. Esta teoria é rejeitada pela academia e por autores modernos comoLotte Motz , Cynthia Eller e outros. [23] [24]

TIAMAT – A deusa-mãe primitiva da Mesopotâmia, mãe dos deuses, consorte de Apsu, aparecendo na forma de um dragão. Ela foi derrotada em batalha e morta por Marduk. Depois de sua morte, os rios Tigre e Eufrates fluem de seus olhos. Sua história é contada no mito da criação da Babilônia, o Enuma Elish . Tiamat era visto como água salgada e Apsu como água doce; de sua união vieram todos os outros deuses.

CRIATURAS DE TIAMAT – Onze monstros terríveis criados por Tiamat para vingar a morte de Apsu e destruir os deuses mais jovens. Havia três cobras com chifres assustadoras: Musmahhu, Usumgallu e Basmu; o dragão-cobra Mushhushshu; Lahmu o super homem peludo; Ugallu, o demônio-leão; Uridimmu, o homem-leão; Girtablullu, o homem-escorpião; Umu-Debrutu, tempestades aterrorizantes; Kulullu, o homem-peixe (sereias e sereias) e Kusarikku, o homem-touro. Todos os onze das criaturas de Tiamat foram derrotados por Marduk, que preservou imagens deles nos restos de Abzu para comemorar sua vitória. Eles foram amplamente utilizados pelo povo da Mesopotâmia em encantamentos mágicos e para afastar o mal e as forças do caos. Muitas de suas imagens são bem conhecidas hoje através de estátuas fora dos palácios e templos, mais notavelmente a Porta de Ishtar da Babilônia.

ANSHAR – O deus babilônico do céu de ‘An’ traduzido como ‘céu’ e ‘shar’ para ‘completo’ ou ‘inteiro’, então Deus de todo o céu. Difere de Anu em que ele é apenas o deus do céu, não o céu acima das nuvens. Também um dos filhos dos deuses primordiais Apsu e Tiamat, consorte de Kishar.

Anshar e Kishar simbolizaram o céu e a terra, respectivamente.LAHMU e LAHAMU – Dois primeiros deuses da Babilônia, o primeiro nascido de Absu e Tiamat, de quem todos os outros deuses nasceram.

MARDUK – O rei babilônico dos deuses, o herói-deus que derrotou Tiamat e as forças do caos e trouxe ordem ao universo que os deuses e os humanos trabalham juntos para manter.

….

No épico da criação da Babilônia, o Enûma Eliš , após a separação do céu e da terra, a deusa Tiamat e sua consorte Abzu são as únicas divindades existentes. [112] Um par macho-fêmea, eles acasalam e Tiamat dá à luz a primeira geração de deuses. [112] Ea (Enki) mata Abzu [112] e Tiamat dá à luz onze monstros para procurar veneno pela morte de seu amante. [112] Eventualmente, Marduk, o filho de Enki e o deus nacional dos babilônios, mata Tiamat e usa seu corpo para criar a terra. [112] Na versão assíria da história, é Ashur quem mata Tiamat em seu lugar. [112]Tiamat era a personificação das águas primitivas e é difícil dizer como a autora do Enûma Elišimaginou sua aparência. [112]

Extra:

Lendas:…. A mitologia de TIAMAT leva a conclusão que este era um planeta que uma vez foi uma das Pleiades, os antigos também a chamavam de Colméia de Abelhas.. um grupamento de estrelas que também eram chamado de Filhas de Atlas, Atlantis ou Atlantida.. Na tradição patriarcal ela é chamada ‘o monstro’, e ‘a serpente dragão do caos’, enquanto na tradição matriarcal ela é chamada a ‘donzela da vida’ e é descrita em termos brilhantes  como um cintilante prêmio a prestar atenção: a primordial deusa do mar que enfrentaria um destino similar ao da Atlântida. O Enuma Elisha fala como o Armagedon atingiu a deusa. Ela foi violentamente partida em pedaços. Uma metade de TIAMAT foi demolida e se tornou o cinturão de asteróides, “o bracelete martelado’ ou o campo de restos planetários que circula entre Marte e Júpiter. A outra metade tornou-se a Terra. Em outras palavras, Sitchin diz que a Terra é TIAMAT reencarnada. O Torah também se refere a esta destruição aludindo ao Planeta X como os sumérios o fazem, como ‘O Senhor’:. o grupamente de sete estrelas na constelação de Touro, de onde Tiamat é dita ter se originado. Astarte é frequentemente asssociada com a deusa canaanita Qetesh. Como Astarte, ela veste seu cabelo no estilo da deusa egípcia Isis/Hathor, a Rainha do Céu. Hathor foi uma das sete estrelas de Pleiades. Ela se transformaria na esfinge alada de cabeça de leão para confundir os humanos co seu famoso enigma. Ela matava aqueles que não respondiam. A palavra maia para Pleiades é tzab, que também significa ‘chocalho’.No Iucatã os Toltecas veneravam um deus solar serpente conhecido como Quetzalcoatl, a Serpente Eplumadda, isto é, um Serafim, que era o rei de Tula. Ele era rotineiramente mostrado no alto de uma pirâmide em degraus sustentado o que pode ser um chocalho.

Similar Posts