Artigos do Portal:
#Divindades Femininas na América do Sul#Deusas Maias#Chá para o Parto – Chá Mexicano#Domesticidade e Feminilidade#A Deusa Inuit Sedna#Changelings – Lendas das crianças trocadas#Gaulesas e Gauleses e as Divindades Celtas#Origem da Festa Junina#Festival Folclórico de Parintins#História e Origem das Festas Juninas na América#Anat, Deusa antiga Cananita#Óleo de Abramelin#Deusas Celtas#Mitos e Lendas Eslavas#Cartimandua e Boudica (Boadiceia)#Zorya, Deusa Eslava da Luz#Reavivando o Divino Feminino por meio de histórias e tradições celtas#Reino de Hel: A Deusa Nordica do Submundo – Indo e voltando para o inferno#Fiar e tecer, as artes mágicas femininas e maravilhosas associações#História Celta relacionada ao Mito do Rei Arthur#Cailleach: Mito Irlandês, Lenda e o Feminino Divino#Mitos e Estações no céu Tupi-Guarani#Deusas da Natureza#Druidas femininas, as sacerdotisas esquecidas dos celtas#Deusa Nemetona#A luta de Elizabeth Packard contra a tirania legal dos maridos#Baalbek – Templos de mais de 5000 anos – Deusas Venus / Atargatis#Al-Lāt, Allat, Allatu ou Alilat , a deusa árabe pré-islâmica#Tir na nOg e Tuatha De Danann#Oráculos no Druidismo / Oráculos Druidas#Um Ogham para os Montes Apalaches#Awen, a inspiração divina: princípio central na tradição druida#Atlantida, a civilização anterior a atual#Mulheres na sociedade Maia#O princípio feminino: uma ideia em evolução#Yoni e ‘Sheela Na Gig’#Deusas Nativas do Brasil e os mitos de mitos#Os Nativos do Novo Mexico (Norte America) Zuni e Puebloans Ancestrais#Maria Madalena / Maria Magdalena#Mehrgarh – sitio arqueológico neolítico (datado de 7000 aC a 2500/2000 aC – Paquistão)#A PODEROSA ORAÇÃO AO PLANETA DE MAIS DE 500 MULHERES NO VALE SAGRADO DO PERU#Monte Ararat#Alfabeto siríaco#Monte Nemrut / Nemrud#Maitreya (as três mães) se encarna#Compreendendo a filosofia de Shiva-Shakti através de ‘Ardhanarishvara’#Shakti e Kali#Sobre Magia#As Eras Glaciais – A História da Ciência sobre o tempo antes do auge da Civilização Ariana#Sonhos lúcidos podem nos aproximar de experimentar a “realidade” não dualista do que acordar a meditação#Honrando nosso sagrado ciclo feminino ‘tempo da lua’#Atlantida e os deuses antigos#Artemis#Doze mulheres famosas da idade média#Jezabel: princesa de Sidom, rainha de Israel#Hormônios e seu ambiente – Quando se trata de hormônios, há mais de um “normal”#Os ciclos femininos, ciclos de fertilidade e menstruação nas Culturas Nativas#Ereshkigal – Deusa Crone, Deusa do Submundo e da Morte#Deusas Crone – As Mães das Sombras, da Morte#Deusas Incas#Deusas da Água – Deusas do mar, dos rios e lagos#Deusas do Fogo#Recomendações da medicina tradicional chinesa para ajudar a aliviar as dores do período menstrual#Maré – a força do Sol, da Lua e outros astros sobre a Terra#Mais artigos para ginecologia natural: plantas, ervas#A civilização mais antiga do mundo é ainda mais antiga do que se pensava#Antropologia Feminista#Abraçando o feminino divino, a escuridão, a sombra e tudo#Deusas nativas americanas#Coatlicue, deusa mãe asteca#Ginocentrismo e Androcentrismo#O Feminino nas religiões#Amphitrite / Salacia: A Deusa contraparte de Netuno / Poseidon#CORRESPONDÊNCIA ENTRE PLANTAS E PLANETAS: UM GUIA DE ASTROBOTÂNICA PARA PREPARAR REMÉDIOS MÁGICOS#CORRESPONDÊNCIA ENTRE PLANTAS E PLANETAS: UM GUIA DE ASTROBOTÂNICA PARA PREPARAR REMÉDIOS MÁGICOS#O Sagrado Feminino pelo Budismo Vajrayana#Volvas – Mulheres ‘xamas’: as temidas e respeitadas Profetisas, Sábias, Sacerdotisas, Videntes nórdicas#A Adoração de Deus na forma feminina#Atma Shakti pela abordagem do Yoga#As Bruxas do Brasil Colônia#Os Planetas/ Astros na astrologia#Atargatis: uma deusa síria adorada nos primeiros séculos dC.#Ecofeminismo(s): Por Que Mulheres, Animais e Natureza Sob o Mesmo Olhar?#Disfunção Sexual Feminina#Anatomia Genital Feminina#Ginecologia natural: o poder das ervas a serviço da saúde da mulher#Ginecologia natural: um caminho para a humanização do cuidado#MENSTRUAÇÃO, CORPOS FÍSICO & SUTIL, GINECOLOGIA NATURAL & HOLÍSTICA#Diu de Cobre – Métodos contraceptivos não hormonais#O que você deve saber sobre os octagramas – estrelas de oito pontas#Sete raios#Empatia nos cuidados de saúde da mulher#Ginecologia Ayurveda#Passos positivos para se estabelecer para a gravidez pela Ginecologia Tradicional Chinesa#Ginecologia na Medicina Chinesa – Ginecologia Tradicional Chinesa – Oriental#Astrologia egípcia e signos do zodíaco egípcio#O Feminino Divino nos Contos de Fadas#Sirius – Estrela Nobre e Divina#Quiromancia#Shamans Göbekli Tepe e seus símbolos cósmicos e Shahmaran#Mulheres antigas xamãs da Irlanda: curandeiros, sacerdotisas e adivinhos#Shakti – seus significados#Imagens do Feminino Ancestral: Reconhecimento de Padrões, Através do Espaço e do Tempo#O keebèt e a cerimônia feminina no Chaco#Notre Dame de la Vie: Nossa Senhora da Vida#Templos da Deusa na Ásia Ocidental#Atete, Deusa do Povo Oromo no sul da Etiópia#Rainha de Saba / Sabah / Shaba – Makeda, Bilqis#Matriarcado, Matrilinearidade,#Mãe Menininha do Gantois#A rabina Léah Novick#A natureza divina das mulheres naturalmente – um desafio do século XXI#Citações do Feminino Divino#O poder da Irmandade / Fraternidade Feminina ou Sororidade#Influencias da Lua, dos planetas e outros astros sobre a terra#Sobre a Vagina, a Vulva e soluções naturais para alguns problemas#Runas – História, Mitos e Significados dos Símbolos#Madeiras para fazer varinhas mágicas#Dualidade Mútua: Yin Yang / Shiva Shakti#Plantas para reconexão feminina#O Feminino Divino está em Ascensão#Pindorama – O Brasil Nativo, O Brasil Ancestral – e Abya Yala#Astros de tônicas femininas para encontrá-los e entender o feminino no seu mapa astrológico#Florais para as mulheres#Ervas e plantas para a cura dos disturbios femininos – ervas e plantas para mulheres – Ginecologia Natural#Vênus e as Plêiades!#Código e Contemplação da ética das Sacerdotisas#Purificação, Consagração e Carregamento de objetos#Plantando um jardim mágico – Plantas Mágicas#Jóias egípcias antigas arrancadas do monte funerário da “princesa virgem” na Siberia, montanhas de Altai#Ervas, plantas e magia#Tuatha De Danann#Os Duidas#Moura Encantada#Poder dos Metais – Propriedades Magicas dos Metais#De Tonantzin Coatlicue à Virgem de Guadalupe: o que Elas têm em comum#Magia dos tecidos: A Cosmovisão Andina Através da Tecelagem#Deusas da Cura#As Hostes Angelicas – de Geoffrey Hodson#Os Anjos#Astrologia do Centro Galáctico – o centro galáctico no mapa astrológico#Tonalidade cósmica – o significado sagrado da tartaruga#Deusas hindus. Lakshmi, Sarasvati e Parvati (Sati, Durga e Kali)#A lenda hindu do dilúvio de Manu e o relato bíblico de Noé#A Deusa Ganga e O Ganges: o rio sagrado do hinduísmo#Qhaqoy – técnica massagem andian#simbolos para os principios#Ativando a Prosperidade#Sobre o que é Sombra#A Menstruação é realmente ‘normal’ ou ‘natural’? (do ponto de vista muito ancestral)#Ogham / Ogam – Alfabeto Celta – Druida#A Jornada de Inanna: A descida de Inanna ao submundo: uma obra-prima literária de 5.500 anos#Shakti – Invocando sua energia feminina#Deusa Mãe (Ninmah, Nintud / r, Belet-ili e Nin e Ninhursag)#Principais desastres ambientais no Brasil e no mundo#Salto de Sete Quedas – SALTOS DEL GUAIRÁ – O fim das maiores cachoeiras do mundo#Meses da árvore celta – 13/treze divisões lunares#Plantas harmonização hormonal#Magia, Magia Cerimonial e Teurgia#A Mãe Divina#Shakti – Na astrologia oriental e numerologia#Planetários e quadrados mágicos –#Artes divinatórias e práticas mânticas#Tarot: A Rota ou Roda das Experiências das civilizações antigas#Deusa Asherah – Representação Feminina do Sagrado, a Deusa de Israel#A Grande Deusa – Histórico#A Mais Antiga Oração Dirigida à Maria Datada Do Ano 250 d.C#Áreas reflexas femininas do corpo físico-etérico#Lilith#A Humanização do Parto e do Nascimento#Nomes Xamãs#Animais com fêmeas dominantes#Uma não definição de “xamã”#Enheduanna – A poeta e Alta Sacerdotisa acadiana#O Panteão da Mesopotâmia – Mitologia Mesopotâmia#Tiamat#Lista de ocultistas e escritores ocultistas#Plantas e seus benefícios#Reflexões de uma antropóloga e mãe: ‘O que aprendi com índios sobre educação infantil’#As “Montanhas Sagradas”, o Centro das Montanhas Mágicas da Mantiqueira – Aiuruoca#Serra do Roncador#Instrumentos Musicais Indígenas#O poder das raízes: As plantas falam umas com as outras pelas suas raízes#As mulheres e produção de óvulos: mulheres nascem com óvulos em seus ovários#Escritos e Evangelhos Apócrifos#Astarte, Astoreth, Ashtarot, a verdadeira origem de Venus e Afrodite#Deusas em Transformação:#Exercícios Kegel: Exercícios Musculares Pélvicos#Alquimia Feminina: Cultivo Feminino#Hypatia de Alexandria#Sírius, a estrela da realeza#Quem é Baphomet?#Maquiagem com produtos naturais (maquiagens veganas, naturais e caseiras)#Ēostre – A Deusa da Origem da Páscoa#Arqueólogos encontram vestígios de civilização desconhecida na Amazônia#Inanna – Ishtar – Astart (Ashtoreth)#Apsaras#Sobre a Frequência 432 e afins#A Era de Aquário#Evangelho de Maria#Quando Deus era mulher: A civilização das deusas gordas#Aradia#Porque precisamos de energia feminina no mundo#Mudanças no campo magnético da Terra#Associações de apoio às mulheres pelo mundo#Como a sabedoria das mulheres estava perdida#Ondas Cerebrais e Meditação#O Movimento do Sagrado Feminino ou Divino Feminino#A lenda de Mulan: a jornada da mulher e do feminino#Jornada de Cura – integrado as jornadas dos heróis e heroínas#Marija Gimbutas e a Deusa#Jornada da heroína: a narrativa mítica da mulher#Diferenças entre Signos e Constelações#Centro Galáctico#108 Siddhas Femininas, Dakinis, Yoginis e tântricas#Mulheres nas religiões#Casa da Virgem Maria na Turquia#As Mulheres na Cultura Védica#A Jornada da heroína e os ciclos de morte e vida#Elementos da meditação ativa:#Shakti Sadhana – Disciplina espiritual hindu (combinação de prática védica e tântrica)#Fases da Lua de 1900 a 2060#Informações básicas e interessantes da Astronomia#Locais importantes relacionados ao Caminho Evolutivo da civilização Ária#Samhain#Deusas da Mitologia no Brasil#A Centralidade da Feminina Divina – Shakti – no Sufismo#LILITH, O grande misterio do feminino selvagem#O que é Ginecosofia / Ginecosophia – Ginesofia / Ginesophia#Pleiades – pela Teosofia#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (ciganas)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (indianas)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (orientais, árabes)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (flamenco e salsa)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (brasileiras)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (hawaianas, polinesia, tailandesas, chinesas outras)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (árabes – dança do vente, orientais tribais, indianas fusion e afins)#Mandala#Grupo Mawaka#Outras Músicas#Sarasvati, Lakshmi, Parvati – As Três deusas, Shaktis supremas do induísmo#Yasodhara#Yasodhara#Céu Real – Céu Astronômico do momento (Efemérides Astronômicas)#Beltane#Mulher Shaman / Mulheres Xamãs#Maha Devi – Lalitha Sahasranamam – Os 1000 nomes de Lalitha / Lalita#Dança Duende – Danza Duende e ‘El Duende’#Mulheres Heroínas Indígenas#Apu (divindade) – Os Espíritos da Montanha do Peru#Mitos e lendas: Paititi, uma importante cidade perdida dos Incas#Caminho do Peabiru – Caminho utilizado pelos nativos ancestrais sul-americanos, ligando o litoral ao interior#SHAKTI-SHIVA e a Cosmogênese – Os mistérios da origem do humano e do universo#Qoya – A Rainha-Sacerdotisa Inca#Ginecologia Natural – Naturologia Feminina: Saúde da Mulher#NEFERTITI, a Bela e Poderosa Rainha do Egito – A Grande Rainha do Nilo#Recebemos as mitocôndrias de nossas mães: maioria dos seus genes são oriundos de sua mãe.#Mulheres Incas#Hello world!#Deusas indianas e o significado de suas imagens#História das mulheres#Musicas Danças#RECONEXÃO Caminho Sagrado Feminino: Práticas Essenciais#O que é o Feminicídio ou femicídio#Gênero Feminino#Políticas públicas de combate à violência contra a mulher#Movimentos pelos Direitos da Mulher#Atos Internacionais – convenções que se referem às mulheres (Diretos da Mulher 2)#Direitos da Mulher#Helena Blavatsky#Mulheres em luta: Mulheres revolucionárias#Sobre o Útero – O Cálice Sagrado (pela abordagem do xamanismo tolteca contemporaneo)#Sobre Alquimia Interior – Alquimia Feminina – Respiração Ovariana – (pela abordagem do Tao Universal)#Tambores Xamânicos Sagrados#Xamanismo Huna (Hawai) e o Ho'oponopono#Atlantida, uma civilização matriarcal esquecida#Elementais da Natureza#Pedras de Poder#Os cristais e o ventre#Equilíbrio hormonal da mulher 2 – A importância da Progesterona#Equilíbrio Hormonal da Mulher#Por que nem todas as fêmeas menstruam? ….#Shakti#O Sagrado Feminino e a Deusa Gaia Manifestada#Os Mistérios de Vila Velha (Ponta Grossa – PR – Brasil)#Mistérios Brasileiros Famosos#As Deusas Védicas#O Poder das Plantas#Pesquisa revela o poder das mulheres Incas#Profecias dos Incas Q’ero#Mulheres da Floresta#ZENEIDA, A PAJÉ DO MARAJÓ#Mulheres Pajes – As xamas nativas brasileiras#A Sabedoria dos Incas e Andina e os resquícios de uma sabedoria sagrada feminina#A CHAKANA – A Cruz Andina ou Cruz Quadrada – a ponte entre os mundos#Acllas, as Sacerdotisas do Sol – Mulheres Sagradas dos Andes (sacerdotisas incas)#Princípios dos Povos Andinos#Pachamama#Herbologia mística – o poder das ervas e plantas#O Poder dos Cristais#O Poder das Flores – O Povo Flor#A Lenda das 13 Matriarcas#O Poder das Árvores: O Povo em Pé#Purificação com ervas – por método xamânico#Plantas de Poder#Catal Hoyuk – Anatólia (atual Turquia) e a arte da deusa e do feminino#Símbolos minóicos do culto a Deusa#Animais de poder – As ‘Criaturas’ ou ‘Criaturas Animais’ – Totens (Xamanismo)#Animais de poder – As 'Criaturas' ou 'Criaturas Animais' – Totens (Xamanismo)#Mix de ervas emagrecedoras – também diminui a barriga (perde gordura abdominal)#Shakti Mantras: os mantras de poder e graça potencializando outros mantras#Oração (ou contemplações) às Marias Navegantes – das Sacerdotisas de Maria#Theotokos – Maria como a 'Mãe de Deus'#Theotokos – Maria como a ‘Mãe de Deus’#Coliridianismo#A TERRA OCA – Mistérios milenares da Terra#Sara La Kali ou Santa Sara Kali – O Sagrado Feminino e o Sincretismo religioso#Segredos do Sagrado Feminino Cristão – As Marias do Mar#O que é ser uma sacerdotisa – A Sacerdotisa e o Sagrado Feminino#Sagrado Feminino: Brasil, ÍSIS, N.Srª Aparecida, o poder da Deusa#Sobre o Sagrado Feminino, as Abelhas e o mel, A Deusa Abelha#Shaktis – As mulheres Yoginis, Dakinis e Sacerdotisas#Shakti – A importância de seu reconhecimento pela mulher#Shaktis dos Nakshatras#Shakti – Poder Cósmico e Universal#Shakti : A Mãe do Mundo 1#Shakti: O Despertar da Deusa Adormecida na Matéria#Shakti: O Poder, a Força Divina Cósmica, Planetária e Pessoal#Shakti, kundalini e Tantra#Cariatides – Sacerdotisas de Artemis#Piramides na Bosnia e China#A história das coisas, pelas pessoas e pela Terra#Os Mistérios da Serra do Roncador#Avatara ou Avatar e o Kalki Avatar ou Maitreya#Links Astrologia Sideral e Astrologia Védica#O que são formas pensamento, egregoras e tulpa?#Estátua de Maitreya: uma imagem que a mente pode fazer dela uma ponte!#Allamirah – Uma Encarnação da Divina Mãe, do Feminino Sagrado#Oricalco: o metal desaparecido usado na Atlântida#Especiarias#Sacerdotisas Sumérias#Ervas Medicinais, Especiarias e Temperos#Shakti#Srichakra – representação de Shiva-Shakti no macrocósmico e microcósmicos#Dharma e Sanatana Dharma – As Leis Universais e o Sistema de Sabedoria da Índia para estar em sintonia com essas leis#A Filosofia Yoga Shakti – por Sri Swami Sivananda#Samantabhadri, Prajnaparamita, Vajravarahi e Arya Tara (As Grandes Shaktis do dharmakaya, sambhogakaya e Nirmanakaya)#Kurukulla: Lalitavajra ou Vajratara (ou Tara Vermelha)#Vajravahari e Vajrayogini#As ‘Deidades’ do Bardo (estágio intermediário)#Aditi – Devamatri, expansão cósmica, espaço; mãe de todas as coisas#Adi Parashakti (Adi Shakti) – Param Prakriti, o Poder do Para Brahman#Lokapalas ou Maharajas#Shri Yantra – Um dos mais conhecidos e poderosos Yantras#Lalita Tripurasundari – A origem dos 3 mundos#Filmes Indicados#Bibliografia: Livros – Indicação para o estudo da Espiritualidade e Sabedoria Feminina#Glossário de Deusas#Glossário Indígena e Xamânico#Músicas de Marcus Viana e Sagrado Coração#Links para as constelações e estrelas fixas: Pleiades, Orion/Tres Marias, Sirius, Algol, Cruzeiro do Sul, Pleiades do Sul, Cão e Ursa Maior, Coroa Austral e Boreal, Spica, Sadalmelik#Conjunções de Vênus (de 1900 a 2050) – Trânsitos e Ciclos de Venus (1032 a 2255)#Estações do Ano de 1900 a 2099#O Céu do Momento#Leis Herméticas – Leis ou Princípios Existenciais ou Leis que regem o Universo#As linguas originais sagradas: Sensar e Vatan – e os mistérios que elas guardam#Matrikas (Mães Protetoras e Purificadoras) e as 64 Dakinis#As Cinco Mães, Irmãs ou Consortes de Sabedoria (Prajnas) – Mães e Consortes dos Dhyanis Budhas#Pleroma – A Plenitude#Aeon – Emanações Supremas do Pleroma#Os conceitos de Self, Individuação e Iluminação#Os estágios-níveis de desenvolvimento humano e os domínios transpessoais#Meditação e o despertar do Poder e da Sabedoria Interior#Qual a diferença, entre os gêneros, que interferem nos métodos de despertar? (resumo síntese)#Como se dá a exploração energética direta da mulher? (resumo síntese)#O que é o ‘processo evolucional’ ou despertar da consciência? (resumo síntese)#Porque esta urgência de despertar? (resumo síntese)#Protegido: Sonhos lúcidos – teoria e prática#O que são Elementos Vibracionais?#Porque um sistema iniciático (de despertar) específico para as mulheres? (resumo síntese)#Crianças / Humanos Índigo e Cristais#Anjos e Devas#Porque muitas mulheres se sentem insatisfeitas nos seus relacionamentos? (Parte 1)#Dualismo e não dualismo#O que é Magia, Teurgia e Teurgia Natural?#Sobre as mulheres – pensamentos e frases#Hildegard de Bingen#O que significa Shekinah (Shekhinah ou Shechiná)#Shakti – O poder interior humano, planetário e cósmico: O Grande Feminino#Fenícios no Brasil muito antes dos portugueses#Ilha Brasil – Hy Brazil a ilha mítica, a ilha afortunada#Roda do Ano – Os 8 Festivais Celtas – As 8 fases da Deusa#Sobre o feminino, o masculino e o sexo – Dion Fortune#Sobre o significados de Sacerdotisa#Mata Amritanandamayi Devi, Ammachi ou Amma – A Shakti Mãe que distribui o Poder do Amor pelo abraço#Ma Yoga Shakti – A Shakti com realizações materiais e espirituais para o bem comum#Anandi Ma: uma Shakti oferecendo Shaktipat no ocidente#Transformando a energia em Shakti – referente aos ensinamentos de Shree Maa#Shee Maa – Uma deusa mãe da Índia para o ocidente#Planetas e Arcanos – para refletir os aspectos arquetípicos#Yeshe Tsogyal: uma Dakini iluminada#Therese Neumann – uma santa cristã#Sri Ma Anandamayi – Uma grande Shakti manifestada na índia#Mahavidya – As dez grandes Shaktis associadas aos grandes poderes cósmicos para os tântricos#Sri Sarada Devi – A Santa Mãe, uma Shakti encarnada#Alguns mestres orientais e suas Dakinis ou Shaktis – Padmasambhava, Ramamkrishna, Aurobindo#o que significam: Libertação, Iluminação, Auto Realização, Arhat, Nirvana#Nangsa Obum – uma mulher tibetana considerada emanação de Tara#Vajrayogini – A Shakti orientadora e inspiradora no caminho de iluminação#Tara – uma manifestação do aspecto feminino iluminado#As 64 Dakinis ou Yoginis#o que significa Prakrit, Mahaprakrit e Purusha#O que significa Kundalini, Fohat e Prana#O que significa Sophia (Sofia)#o que significam Deusas Mães ou Grandes Deusas#O que significa Devi#O que significa Dakini#O que significa Yogini#O que significa diksha, deeksha ou deeksa – ou iniciação espiritual#O que siginifica Shaktismo#O que significa Shaktipat#o que significa SHAKTI#Shakti#As Sacerdotisas da história desta civilização: Pitonisas, Vestais, de Ísis, de Inana, Sibilas#o que é THEASOPHIA (Theasofia, Teasofia) e THEALOGIA (Tealogia)#Gurumayi Chidvilasananda – uma bela e bem aventurada Shakti transmitindo Shaktipat ao ocidente#o que é TEURGIA e TAUMATURGIA#Mirra Alfassa – Shakti ou Companheira espiritual de Sri Arobindo#Ayu Khadro – Uma Grande Dakini manifestada
Antropologia Feminina Uncategorized

Doze mulheres famosas da idade média

Doze mulheres famosas da idade média

Fonte: https://www.ancient.eu/ – por Joshua J. Mark 2019

As mulheres na Idade Média eram frequentemente caracterizadas como cidadãs de segunda classe pela Igreja e pela aristocracia patriarcal. O status das mulheres foi um pouco elevado na Alta e no final da Idade Média, quando o culto da Virgem Maria, combinado com a literatura romântica do amor cortês , alterou a percepção cultural das mulheres, mas, mesmo assim, as mulheres ainda eram consideradas inferiores aos homens devido à religião bíblica. narrativas e os ensinamentos da Igreja.

Joana D’Arc
apresentada por Yann Caradec (CC BY-NC-SA)

Ainda assim, havia muitas mulheres notáveis ​​em toda a Idade Média que foram capazes de romper com as normas sociais para viver o tipo de vida que escolheram para si mesmas e reivindicar uma posição de poder tradicionalmente associada aos homens. Em quase todos os casos, essas mulheres eram da classe alta e tinham um pouco mais de mobilidade social do que as classes mais baixas, mas há registros que indicam claramente que mulheres na Idade Média trabalhavam ao lado de homens em guildas medievais e eram artistas importantes e procurados, escritores, ilustradores, artesãos e monarcas.

Mulheres famosas da Idade Média

Os estudiosos dividem a Idade Média em três períodos:

  • Idade Média – 476-1000 CE
  • Alta Idade Média – 1000-1300 CE
  • Idade Média tardia – 1300-1500 CE

Havia muitas mulheres famosas nessas três épocas, mas as doze seguintes estão entre as mais conhecidas:

  • Imperatriz Teodora de Bizâncio
  • Hilda de Whitby
  • Ende the Illuminator
  • Aethelflaed, Senhora dos Mércios
  • Matilda da Toscana
  • Hildegard de Bingen
  • Eleanor da Aquitânia
  • Marie de France
  • Juliano de Norwich
  • Christine de Pizan
  • Margery Kempe
  • Joana D’Arc

Muitas dessas mulheres influenciaram significativamente seu próprio tempo e as gerações posteriores através de sua visão e capacidade de agir de acordo com essa visão. Como as mulheres eram percebidas pela sociedade através das lentes da Igreja, como eram consideradas entidades legais e sociais pela lei e como elas realmente viveram suas vidas nunca foram exatamente as mesmas, mas as mulheres mencionadas acima assumiram o controle de suas situações viver como mulheres independentes, iguais aos homens, em uma sociedade patriarcal. O estudioso Eileen Power comenta:

A posição das mulheres é frequentemente considerada como um teste pelo qual a civilização de um país ou idade pode ser julgada. O teste é extraordinariamente difícil de aplicar, mais particularmente na Idade Média, devido à dificuldade de determinar o que, em qualquer idade, constitui a posição das mulheres. A posição das mulheres é uma coisa na teoria, outra na posição legal, outra na vida cotidiana. Na Idade Média, como agora, as várias manifestações da posição das mulheres reagiram umas às outras, mas não coincidiram exatamente; a verdadeira posição das mulheres era uma mistura dos três. (9)

A Igreja exerceu a maior influência sobre como as mulheres eram percebidas através dos ensinamentos da Bíblia . Heroínas bíblicas famosas como Rute ou Débora, a Virgem Maria ou Maria Madalena foram combatidas por Eva ou Jezabel e as advertências de São Paulo em suas epístolas que rotineiramente alegavam que os homens eram superiores às mulheres e as mulheres deveriam se submeter à autoridade masculina. Embora mais mulheres pudessem se afirmar na última parte da Idade Média, algumas o fizeram mesmo na Idade Média.

Teodora de Bizâncio

Theodora (l. 500-548 dC) era uma atriz em Constantinopla (e possivelmente uma prostituta) que se converteu ao cristianismo e assumiu a profissão de fiar e tecer lã. Como ela conheceu o futuro imperador Justiniano (r. 527-565 dC) não é clara, mas ele estava tão apaixonado por ela que mudou a lei que proibia a realeza de se casar com atrizes e fazia dela sua esposa e parceira em regra.

Theodora I

Theodora I
por The Yorck Project

Teodora era uma imperatriz reinante, uma monarca feminina com poder igual ao imperador, e Justiniano regularmente seguia seus conselhos de coração. O exemplo mais famoso disso é quando ela convenceu Justiniano e sua corte a deixar a cidade durante os motins de Nika, em 532 dC. Diz-se que ela concedeu habilmente ao tribunal que sabia que uma mulher não deveria falar na presença de homens, mas que a situação em questão exigia medidas extremas. Ela então os aconselhou a não fugir da cidade simplesmente para preservar suas próprias vidas, porque essas vidas depois não valeriam a pena ser vividas. Justiniano aceitou seu conselho e lidou com o problema, em vez de fugir dele. O casal governou o Império Bizantino em conjunto até a morte de Theodora, possivelmente de câncer de mama, em 548 CE.

Hilda de Whitby

HILDA PASSOU DE NOVIÇA A ABADESSA DE SUA ORDEM E FUNDOU A WHITBY ABBEY, QUE SE TORNOU UM CENTRO DE APRENDIZADO E CULTURA.

Hilda (l. 614-680 dC) era uma mulher nobre nos primeiros dias do Reino da Nortúmbria que escolheu uma vida de piedade e devoção a alguém na corte. Ela passou de noviça a abadessa de sua ordem e fundou a Whitby Abbey, que se tornou um centro de aprendizado e cultura. Hilda era uma administradora capaz, que cuidava das muitas facetas da administração da propriedade considerável da abadia, mas estava sempre disponível para aconselhamento e incentivo. Ela é conhecida como a padroeira dos poetas por inspirar o pastor Caedmon a escrever seu famoso hino, o mais antigo poema existente no inglês antigo. Em 664 EC, o rei Oswiu da Nortúmbria escolheu a abadia de Hilda como o local do sínodo, que decidiu aceitar o catolicismo romano sobre o cristianismo celta como religião oficialda região, e ele o fez por causa da reputação de Hilda pela sabedoria e pela força de seus conselhos. Ela se tornou ainda mais famosa após sua morte, quando vários milagres lhe foram atribuídos e ela foi venerada como santa.

Ende the Illuminator

Está bem estabelecido que no século 13 EC as mulheres estavam envolvidas na produção de livros como escribas, ilustradoras e iluminadoras de manuscritos, mas o trabalho de Ende deixa claro que as mulheres estavam envolvidas nesse processo no início do século 10 EC. Ende era freira em um mosteiro na Espanha quando trabalhou no manuscrito hoje conhecido como Gerona Beatus compilado pelo monge Beatus de Liebana em c. 786 CE. O manuscrito, agora abrigado na Catedral de Gerona, na Catalunha, Espanha, é assinado pelos artistas que trabalharam nele e inclui a linha ” Ende pintrix et Dei adiutrix”“(Ende, pintora e ajudante de Deus); a forma feminina do latim deixa claro que o iluminador era uma mulher. Outros iluminadores e escribas são conhecidos dos séculos posteriores, incluindo Guda (século XII aC) e Clarícia (século XII aC) , mas Ende é o mais antigo conhecido até o momento.

Aethelflaed, Senhora dos

Aethelflaed (r. 911-918 dC) era filha de Alfredo, o Grande (r. 871-899 dC) e tornou-se rainha da Mércia após a morte de seu marido, Aethelred II. Como filha de Alfred, que acreditava que a alfabetização incentivava a piedade, ela era altamente educada e culta. Sua corte era um centro de cultura bem conhecido no qual seu sobrinho Athelstan, futuro rei dos anglo- saxões e primeiro rei da Inglaterra , cresceu sob seu patrocínio.

Estátua de Aethelflaed

Estátua de Aethelflaed
por Elliot Brown (CC BY)

Ela é mais conhecida como a Senhora dos Mércios, que derrotou os Vikings na Batalha de Chester em 907 CE, planejando cuidadosamente a defesa da cidade como uma emboscada ofensiva. Ela formou alianças com mercenários irlandeses para ajudar na defesa de seu reino, planejou e organizou as cidades e vilas para máxima eficiência e charme estético, e trabalhou com seu irmão Edward, o Velho de Wessex, para proteger a região contra novos ataques vikings e impulsionar a economia . Em sua morte, ela foi brevemente substituída por sua filha Aelfwynn antes de seu reino ser absorvido por Edward em Wessex.

Matilda da Toscana

MATILDA SUPERVISIONOU PESSOALMENTE OPERAÇÕES E EXPEDIÇÕES MILITARES ENQUANTO GERENCIAVA HABILMENTE OS ASSUNTOS DO ESTADO.

Matilda (1046-1115 EC, também conhecida como Matilda de Canossa) foi uma das mulheres mais poderosas da Idade Média e a força política de destaque na Itália medieval . Ela é mais conhecida por suas proezas militares em defender suas terras e a autoridade do papa Gregório VII (c. 1073-1085 dC) da agressão de Henrique IV ao Sacro Império Romano (r. 1056-1105 dC). Matilda supervisionou pessoalmente operações e expedições militares enquanto gerenciava habilmente os assuntos de estado, que incluíam a administração de um vasto reino. Após a morte de Gregório VII, Matilda continuou a defender o papado e seu reinado até derrotar Henrique IV pessoalmente na batalha em 1095 CE. Em 1111 EC, ela foi coroada Vigária Imperial e Vice-Rainha da Itália por Henrique V.

Hildegard de Bingen

Hildegard (1098-1179 dC) era um polímata alemão; um místico, curandeiro, cientista, visionário, autor, compositor e abadessa que pretendia receber visões de Deus desde os três anos de idade e nunca duvidava da verdade deles. Dizem que em 1150 CE ela recebeu uma visão de transferir sua ordem para Rupertsburg e, quando seu superior recusou o pedido, ela insistiu no assunto até que seu pedido fosse atendido. Uma clériga do sexo masculino que defendia um superior masculino em uma ordem nunca terminou bem para a mulher e, no entanto, Hildegard prevaleceu e até fundou uma segunda ordem por conta própria depois de se estabelecer em Rupertsburg. Ela nunca recebeu uma educação formal, mas era altamente alfabetizada e bem versada em composição musical. Ela correspondia regularmente com outras pessoas e deixava para trás uma grande coleção de cartas, além de suas publicações literárias, religiosas,

Eleanor da Aquitânia

Eleanor (lc 1122-1204 dC) era rainha da França, rainha da Inglaterra, esposa de dois reis, mãe do rei Ricardo I (o ‘coração do leão’), fama do rei João da Magna Carta , Marie de Champagne (padroeira de Chretien) de Troyes ), bem como várias outras crianças notáveis. Ela participou pessoalmente da Segunda Cruzada, juntamente com suas damas de companhia, supostamente montando de peito nu na batalha em um ponto para distrair os sarracenos.

Eleanor da Aquitânia
por g0ng00zlr (CC BY)

Suas realizações foram numerosas, mas entre elas estava o seu papel de padroeira das artes, o que incentivou o desenvolvimento dos conceitos de amor e cavalheirismo na literatura francesa. Embora o impacto desses conceitos na sociedade medieval ainda seja debatido, há evidências de que obras de autores como Chretien de Troyes e Andreas Cappelanus influenciaram significativamente a aristocracia para considerar as mulheres mais como indivíduos e menos como propriedade.

Marie de France

Marie (escrita em 1160-1215 dC) era uma poeta, tradutora e protofeminista francesa multilíngue, mais conhecida por sua obra poética The Lais de Marie de France, que popularizou o conceito de amor cortês, o código cavalheiresco e o poder da mulheres. Ela é reconhecida como a primeira poeta da França, mas parece ter passado a maior parte do tempo na Grã – Bretanha e estava intimamente associada ao tribunal de Henrique II e sua esposa Eleanor, da Aquitânia. Ela é geralmente creditada por estabelecer o gênero medieval da literatura cavalheiresca, mas isso é desafiado pelo fato de que Andreas Cappelanus e Chretien de Troyes – dois notáveis ​​pioneiros do gênero – estavam escrevendoao mesmo tempo e, provavelmente, pela mesma padroeira (Eleanor) e sua filha Marie de Champagne. A poesia e as fábulas de Marie de France eram muito populares entre a aristocracia da França e da Inglaterra, apesar de desafiarem diretamente a posição da Igreja sobre as mulheres como sexo mais fraco, subordinado à autoridade masculina. A poesia de Marie freqüentemente apresenta mulheres fortes que dominam os homens e são capazes de direcionar seus próprios destinos, mesmo que eventualmente sejam destruídas por sua resistência ao patriarcado.

Julian de Norwich

Julián (l. 1342-1416 EC, às vezes dado como Lady Juliana de Norwich) era um místico, visionário e autor da obra-prima da literatura religiosa, Revelações do Amor Divino.. O nome real de Julian é desconhecido, e seu pseudônimo vem de sua residência na Igreja de St. Julian em Norwich, Inglaterra. Em maio de 1373 EC, Julian acreditava que ela estava morrendo e, enquanto estava deitada em sua cama, recebeu uma série de visões de Deus, que escreveu pouco depois. Ela expandiu seu manuscrito original anos depois, desenvolvendo seus pensamentos anteriores em maior extensão. Sua mensagem essencial se concentrou na compaixão e no amor de Deus por todos, e ela capacitou as mulheres comparando o amor de Deus ao amor de uma mãe que aceita todas as falhas de seus filhos sem julgar. A raiva e a condenação tão freqüentemente vistas na posição oficial da Igreja não vieram de Deus, mas dos homens, porque Deus tinha apenas o melhor em mente para a humanidade e, como ela escreveu, “tudo ficará bem e todo tipo de coisa ficará bem. ”Apesar de como as circunstâncias possam aparecer.

Christine de Pizan

Christine (l. 1364-1430 dC) foi a primeira escritora profissional da Europa , conselheira de reis e aristocracia e protofeminista cujas obras tiveram grande influência em seu próprio tempo e continuaram a ser nos séculos posteriores. Christine foi casada com uma secretária aristocrática da corte que morreu da praga em 1389 CE. Sem meios para sustentar a si mesma, seus filhos e sua mãe idosa, Christine voltou-se para a escrita. Seu pai incentivou suas atividades literárias e, portanto, mesmo que nunca tenha sido formalmente educada, sabia ler e escrever e nunca parece ter considerado sua falta de treinamento profissional um obstáculo ao sucesso.

Christine de Pizan
Christine de Pizan
por Leinad-Z (Domínio Público)

Ela é mais conhecida por O Livro da Cidade das Senhoras e O Livro das Três Virtudes , também conhecido como O Tesouro da Cidade das Senhoras , ambos publicados em 1405 CE. A primeira é a refutação dela pelas caracterizações misóginas do autor medieval Jean de Meun em seu popular Romance of the Rose, e a segunda é um manual prático de conselhos práticos para as mulheres cuidarem de si mesmas, de suas finanças, maridos e propriedades. Suas obras eram bastante populares em sua vida e ela era frequentemente procurada por conselhos.

Margery Kempe

Margery (lc 1373 – c. 1438 EC) era um místico cristão que ditou suas experiências e visões para criar a primeira autobiografia em inglês, The Book of Margery Kempe. Em sua vida e obra, ela sempre desafiou o patriarcado da Igreja e foi julgada várias vezes por heresia, mas nunca condenada. Sua devoção a Deus e a crença na verdade das visões que recebeu impediram que ela ficasse quieta sobre sua fé e frequentemente testemunhava publicamente nas comunidades onde morava. A proibição contra o clero feminino e a advertência bíblica contra mulheres ensinando homens ou falando na presença de um homem levaram a novos conflitos com o clero, bem como com leigos das cidades em que vivia. Ela visitou Julian of Norwich em c. 1413 CE para validação de suas visões e experiências místicas, que Julian concedeu. Margery era analfabeta ou mal educada e ditou seu livro, em parte, para atingir um público maior do que ela pessoalmente.

Joana D’Arc

Joan (l.1412-1431 CE, também conhecido como Jeanne d’Arc) foi um místico visionário francês e líder militar conhecido por suas vitórias no Cem Anos Guerra e trágica morte por execução em 1431 CE. Ela alegou ter recebido uma mensagem de Deus em uma visão de três santos que apareceram quando ela tinha 13 anos, orientando-a a expulsar os ingleses da França e garantir a coroação do Delfim em Reims.

Estátua de Joana d'Arc
Estátua de Joana d’Arc
por James Shin (CC BY-NC-SA)

Joan, uma pobre garota da fazenda, sem experiência militar, perseverou em repetidos obstáculos e desprezos de oficiais militares franceses até ter acesso a armas e armaduras e permissão para se juntar ao exército. Ela levantou o cerco de Orleans, liderando homens em batalha, e depois participou de compromissos estratégicos e táticos, mas foi capturada pelos aliados borgonheses dos ingleses e entregue a um tribunal inglês que a executou por heresia em 1431 CE por queima na fogueira . Joan tinha 19 anos no momento de sua morte. A sentença do tribunal foi invalidada mais tarde e Joan é homenageada como um dos santos padroeiros da França nos dias atuais.

Conclusão

Havia, é claro, muitas outras mulheres notáveis ​​durante a Idade Média. Alguns deles são o dramaturgo e poeta alemão Hrotsvitha (século 10 dC); a rainha escocesa Gruoch (século 11 dC), modelo de Lady Macbeth, de Shakespeare; o médico italiano Trota de Salerno (c. 1100 dC); Jeanne de Clisson (c. 1300-1359 dC), o pirata bretão e a autora feminista / humanista italiana Laura Cereta (1469-1499 dC).

Muitos nomes de outras mulheres são conhecidos em documentos judiciais, transações comerciais, vendas de terrenos e na administração bem-sucedida dos negócios de seu falecido marido, em seus próprios negócios, bem como na administração de propriedades e como membros valiosos de guildas medievais. Lady Eleanor de Montfort (também conhecida como Eleanor da Inglaterra, l. 1215-1275 dC) negociou a rendição do castelo de Dover com tanto sucesso que seus apoiadores foram perdoados e Brunhilda da Austrásia (lc 543-613 dC) governou os reinos francos da Austrásia e Borgonha.

Havia, sem dúvida, muitas outras mulheres que também viveram vidas notáveis, mas cujos nomes agora estão perdidos porque passaram despercebidos pelos escritores masculinos de sua época. Os nomes das mulheres mais famosas da Idade Média ainda são conhecidos nos dias de hoje, não porque o patriarcado da época os valorizasse, na maioria das vezes, mas apesar da hierarquia social que negava às mulheres os caminhos de expressão e autonomia abertos para homens.

Similar Posts