Artigos do Portal:
#A história do Falnama (Livro dos Presságios) e divinação no mundo islâmico.#A história dos romanis (ciganos)#“Sou uma mulher sensível”: sobrecarga sensorial do TDAH em adultos#Rainha Maria da Romênia#Rainhas dos Romanis#Gaianismo#Um breve guia para as constelações babilônicas e sua astrologia#Deusa Hitita do Sol, a deusa do Sol de Arinna de origem Hattiana#Empoderamento das mulheres#A verdadeira constelação do zodíaco em que o sol estava no dia que você nasceu#Artigo da Semana#Divindades Femininas na América do Sul#Deusas Maias#Chá para o Parto – Chá Mexicano#Domesticidade e Feminilidade#A Deusa Inuit Sedna#Changelings – Lendas das crianças trocadas#Gaulesas e Gauleses e as Divindades Celtas#Origem da Festa Junina#Festival Folclórico de Parintins#História e Origem das Festas Juninas na América#Anat, Deusa antiga Cananita#Óleo de Abramelin#Deusas Celtas#Mitos e Lendas Eslavas#Cartimandua e Boudica (Boadiceia)#Zorya, Deusa Eslava da Luz#Reavivando o Divino Feminino por meio de histórias e tradições celtas#Reino de Hel: A Deusa Nordica do Submundo – Indo e voltando para o inferno#Fiar e tecer, as artes mágicas femininas e maravilhosas associações#História Celta relacionada ao Mito do Rei Arthur#Cailleach: Mito Irlandês, Lenda e o Feminino Divino#Mitos e Estações no céu Tupi-Guarani#Deusas da Natureza#Druidas femininas, as sacerdotisas esquecidas dos celtas#Deusa Nemetona#A luta de Elizabeth Packard contra a tirania legal dos maridos#Baalbek – Templos de mais de 5000 anos – Deusas Venus / Atargatis#Al-Lāt, Allat, Allatu ou Alilat , a deusa árabe pré-islâmica#Tir na nOg e Tuatha De Danann#Oráculos no Druidismo / Oráculos Druidas#Um Ogham para os Montes Apalaches#Awen, a inspiração divina: princípio central na tradição druida#Atlantida, a civilização anterior a atual#Mulheres na sociedade Maia#O princípio feminino: uma ideia em evolução#Yoni e ‘Sheela Na Gig’#Deusas Nativas do Brasil e os mitos de mitos#Os Nativos do Novo Mexico (Norte America) Zuni e Puebloans Ancestrais#Maria Madalena / Maria Magdalena#Mehrgarh – sitio arqueológico neolítico (datado de 7000 aC a 2500/2000 aC – Paquistão)#A PODEROSA ORAÇÃO AO PLANETA DE MAIS DE 500 MULHERES NO VALE SAGRADO DO PERU#Monte Ararat#Alfabeto siríaco#Monte Nemrut / Nemrud#Maitreya (as três mães) se encarna#Compreendendo a filosofia de Shiva-Shakti através de ‘Ardhanarishvara’#Shakti e Kali#Sobre Magia#As Eras Glaciais – A História da Ciência sobre o tempo antes do auge da Civilização Ariana#Sonhos lúcidos podem nos aproximar de experimentar a “realidade” não dualista do que acordar a meditação#Honrando nosso sagrado ciclo feminino ‘tempo da lua’#Atlantida e os deuses antigos#Artemis#Doze mulheres famosas da idade média#Jezabel: princesa de Sidom, rainha de Israel#Hormônios e seu ambiente – Quando se trata de hormônios, há mais de um “normal”#Os ciclos femininos, ciclos de fertilidade e menstruação nas Culturas Nativas#Ereshkigal – Deusa Crone, Deusa do Submundo e da Morte#Deusas Crone – As Mães das Sombras, da Morte#Deusas Incas#Deusas da Água – Deusas do mar, dos rios e lagos#Deusas do Fogo#Recomendações da medicina tradicional chinesa para ajudar a aliviar as dores do período menstrual#Maré – a força do Sol, da Lua e outros astros sobre a Terra#Mais artigos para ginecologia natural: plantas, ervas#A civilização mais antiga do mundo é ainda mais antiga do que se pensava#Antropologia Feminista#Abraçando o feminino divino, a escuridão, a sombra e tudo#Deusas nativas americanas#Coatlicue, deusa mãe asteca#Ginocentrismo e Androcentrismo#O Feminino nas religiões#Amphitrite / Salacia: A Deusa contraparte de Netuno / Poseidon#CORRESPONDÊNCIA ENTRE PLANTAS E PLANETAS: UM GUIA DE ASTROBOTÂNICA PARA PREPARAR REMÉDIOS MÁGICOS#CORRESPONDÊNCIA ENTRE PLANTAS E PLANETAS: UM GUIA DE ASTROBOTÂNICA PARA PREPARAR REMÉDIOS MÁGICOS#O Sagrado Feminino pelo Budismo Vajrayana#Volvas – Mulheres ‘xamas’: as temidas e respeitadas Profetisas, Sábias, Sacerdotisas, Videntes nórdicas#A Adoração de Deus na forma feminina#Atma Shakti pela abordagem do Yoga#As Bruxas do Brasil Colônia#Os Planetas/ Astros na astrologia#Atargatis: uma deusa síria adorada nos primeiros séculos dC.#Ecofeminismo(s): Por Que Mulheres, Animais e Natureza Sob o Mesmo Olhar?#Disfunção Sexual Feminina#Anatomia Genital Feminina#Ginecologia natural: o poder das ervas a serviço da saúde da mulher#Ginecologia natural: um caminho para a humanização do cuidado#MENSTRUAÇÃO, CORPOS FÍSICO & SUTIL, GINECOLOGIA NATURAL & HOLÍSTICA#Diu de Cobre – Métodos contraceptivos não hormonais#O que você deve saber sobre os octagramas – estrelas de oito pontas#Sete raios#Empatia nos cuidados de saúde da mulher#Ginecologia Ayurveda#Passos positivos para se estabelecer para a gravidez pela Ginecologia Tradicional Chinesa#Ginecologia na Medicina Chinesa – Ginecologia Tradicional Chinesa – Oriental#Astrologia egípcia e signos do zodíaco egípcio#O Feminino Divino nos Contos de Fadas#Sirius – Estrela Nobre e Divina#Quiromancia#Shamans Göbekli Tepe e seus símbolos cósmicos e Shahmaran#Mulheres antigas xamãs da Irlanda: curandeiros, sacerdotisas e adivinhos#Shakti – seus significados#Imagens do Feminino Ancestral: Reconhecimento de Padrões, Através do Espaço e do Tempo#O keebèt e a cerimônia feminina no Chaco#Notre Dame de la Vie: Nossa Senhora da Vida#Templos da Deusa na Ásia Ocidental#Atete, Deusa do Povo Oromo no sul da Etiópia#Rainha de Saba / Sabah / Shaba – Makeda, Bilqis#Matriarcado, Matrilinearidade,#Mãe Menininha do Gantois#A rabina Léah Novick#A natureza divina das mulheres naturalmente – um desafio do século XXI#Citações do Feminino Divino#O poder da Irmandade / Fraternidade Feminina ou Sororidade#Influencias da Lua, dos planetas e outros astros sobre a terra#Sobre a Vagina, a Vulva e soluções naturais para alguns problemas#Runas – História, Mitos e Significados dos Símbolos#Madeiras para fazer varinhas mágicas#Dualidade Mútua: Yin Yang / Shiva Shakti#Plantas para reconexão feminina#O Feminino Divino está em Ascensão#Pindorama – O Brasil Nativo, O Brasil Ancestral – e Abya Yala#Astros de tônicas femininas para encontrá-los e entender o feminino no seu mapa astrológico#Florais para as mulheres#Ervas e plantas para a cura dos disturbios femininos – ervas e plantas para mulheres – Ginecologia Natural#Vênus e as Plêiades!#Código e Contemplação da ética das Sacerdotisas#Purificação, Consagração e Carregamento de objetos#Plantando um jardim mágico – Plantas Mágicas#Jóias egípcias antigas arrancadas do monte funerário da “princesa virgem” na Siberia, montanhas de Altai#Ervas, plantas e magia#Tuatha De Danann#Os Duidas#Moura Encantada#Poder dos Metais – Propriedades Magicas dos Metais#De Tonantzin Coatlicue à Virgem de Guadalupe: o que Elas têm em comum#Magia dos tecidos: A Cosmovisão Andina Através da Tecelagem#Deusas da Cura#As Hostes Angelicas – de Geoffrey Hodson#Os Anjos#Astrologia do Centro Galáctico – o centro galáctico no mapa astrológico#Tonalidade cósmica – o significado sagrado da tartaruga#Deusas hindus. Lakshmi, Sarasvati e Parvati (Sati, Durga e Kali)#A lenda hindu do dilúvio de Manu e o relato bíblico de Noé#A Deusa Ganga e O Ganges: o rio sagrado do hinduísmo#Qhaqoy – técnica massagem andian#simbolos para os principios#Ativando a Prosperidade#Sobre o que é Sombra#A Menstruação é realmente ‘normal’ ou ‘natural’? (do ponto de vista muito ancestral)#Ogham / Ogam – Alfabeto Celta – Druida#A Jornada de Inanna: A descida de Inanna ao submundo: uma obra-prima literária de 5.500 anos#Shakti – Invocando sua energia feminina#Deusa Mãe (Ninmah, Nintud / r, Belet-ili e Nin e Ninhursag)#Principais desastres ambientais no Brasil e no mundo#Salto de Sete Quedas – SALTOS DEL GUAIRÁ – O fim das maiores cachoeiras do mundo#Meses da árvore celta – 13/treze divisões lunares#Plantas harmonização hormonal#Magia, Magia Cerimonial e Teurgia#A Mãe Divina#Shakti – Na astrologia oriental e numerologia#Planetários e quadrados mágicos –#Artes divinatórias e práticas mânticas#Tarot: A Rota ou Roda das Experiências das civilizações antigas#Deusa Asherah – Representação Feminina do Sagrado, a Deusa de Israel#A Grande Deusa – Histórico#A Mais Antiga Oração Dirigida à Maria Datada Do Ano 250 d.C#Áreas reflexas femininas do corpo físico-etérico#Lilith#A Humanização do Parto e do Nascimento#Nomes Xamãs#Animais com fêmeas dominantes#Uma não definição de “xamã”#Enheduanna – A poeta e Alta Sacerdotisa acadiana#O Panteão da Mesopotâmia – Mitologia Mesopotâmia#Tiamat#Lista de ocultistas e escritores ocultistas#Plantas e seus benefícios#Reflexões de uma antropóloga e mãe: ‘O que aprendi com índios sobre educação infantil’#As “Montanhas Sagradas”, o Centro das Montanhas Mágicas da Mantiqueira – Aiuruoca#Serra do Roncador#Instrumentos Musicais Indígenas#O poder das raízes: As plantas falam umas com as outras pelas suas raízes#As mulheres e produção de óvulos: mulheres nascem com óvulos em seus ovários#Escritos e Evangelhos Apócrifos#Astarte, Astoreth, Ashtarot, a verdadeira origem de Venus e Afrodite#Deusas em Transformação:#Exercícios Kegel: Exercícios Musculares Pélvicos#Alquimia Feminina: Cultivo Feminino#Hypatia de Alexandria#Sírius, a estrela da realeza#Quem é Baphomet?#Maquiagem com produtos naturais (maquiagens veganas, naturais e caseiras)#Ēostre – A Deusa da Origem da Páscoa#Arqueólogos encontram vestígios de civilização desconhecida na Amazônia#Inanna – Ishtar – Astart (Ashtoreth)#Apsaras#Sobre a Frequência 432 e afins#A Era de Aquário#Evangelho de Maria#Quando Deus era mulher: A civilização das deusas gordas#Aradia#Porque precisamos de energia feminina no mundo#Mudanças no campo magnético da Terra#Associações de apoio às mulheres pelo mundo#Como a sabedoria das mulheres estava perdida#Ondas Cerebrais e Meditação#O Movimento do Sagrado Feminino ou Divino Feminino#A lenda de Mulan: a jornada da mulher e do feminino#Jornada de Cura – integrado as jornadas dos heróis e heroínas#Marija Gimbutas e a Deusa#Jornada da heroína: a narrativa mítica da mulher#Diferenças entre Signos e Constelações#Centro Galáctico#108 Siddhas Femininas, Dakinis, Yoginis e tântricas#Mulheres nas religiões#Casa da Virgem Maria na Turquia#As Mulheres na Cultura Védica#A Jornada da heroína e os ciclos de morte e vida#Elementos da meditação ativa:#Shakti Sadhana – Disciplina espiritual hindu (combinação de prática védica e tântrica)#Fases da Lua de 1900 a 2060#Informações básicas e interessantes da Astronomia#Locais importantes relacionados ao Caminho Evolutivo da civilização Ária#Samhain#Deusas da Mitologia no Brasil#A Centralidade da Feminina Divina – Shakti – no Sufismo#LILITH, O grande misterio do feminino selvagem#O que é Ginecosofia / Ginecosophia – Ginesofia / Ginesophia#Pleiades – pela Teosofia#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (ciganas)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (indianas)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (orientais, árabes)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (flamenco e salsa)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (brasileiras)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (hawaianas, polinesia, tailandesas, chinesas outras)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (árabes – dança do vente, orientais tribais, indianas fusion e afins)#Mandala#Grupo Mawaka#Outras Músicas#Sarasvati, Lakshmi, Parvati – As Três deusas, Shaktis supremas do induísmo#Yasodhara#Yasodhara#Céu Real – Céu Astronômico do momento (Efemérides Astronômicas)#Beltane#Mulher Shaman / Mulheres Xamãs#Maha Devi – Lalitha Sahasranamam – Os 1000 nomes de Lalitha / Lalita#Dança Duende – Danza Duende e ‘El Duende’#Mulheres Heroínas Indígenas#Apu (divindade) – Os Espíritos da Montanha do Peru#Mitos e lendas: Paititi, uma importante cidade perdida dos Incas#Caminho do Peabiru – Caminho utilizado pelos nativos ancestrais sul-americanos, ligando o litoral ao interior#SHAKTI-SHIVA e a Cosmogênese – Os mistérios da origem do humano e do universo#Qoya – A Rainha-Sacerdotisa Inca#Ginecologia Natural – Naturologia Feminina: Saúde da Mulher#NEFERTITI, a Bela e Poderosa Rainha do Egito – A Grande Rainha do Nilo#Recebemos as mitocôndrias de nossas mães: maioria dos seus genes são oriundos de sua mãe.#Mulheres Incas#Hello world!#Deusas indianas e o significado de suas imagens#História das mulheres#Musicas Danças#RECONEXÃO Caminho Sagrado Feminino: Práticas Essenciais#O que é o Feminicídio ou femicídio#Gênero Feminino#Políticas públicas de combate à violência contra a mulher#Movimentos pelos Direitos da Mulher#Atos Internacionais – convenções que se referem às mulheres (Diretos da Mulher 2)#Direitos da Mulher#Helena Blavatsky#Mulheres em luta: Mulheres revolucionárias#Sobre o Útero – O Cálice Sagrado (pela abordagem do xamanismo tolteca contemporaneo)#Sobre Alquimia Interior – Alquimia Feminina – Respiração Ovariana – (pela abordagem do Tao Universal)#Tambores Xamânicos Sagrados#Xamanismo Huna (Hawai) e o Ho'oponopono#Atlantida, uma civilização matriarcal esquecida#Elementais da Natureza#Pedras de Poder#Os cristais e o ventre#Equilíbrio hormonal da mulher 2 – A importância da Progesterona#Equilíbrio Hormonal da Mulher#Por que nem todas as fêmeas menstruam? ….#Shakti#O Sagrado Feminino e a Deusa Gaia Manifestada#Os Mistérios de Vila Velha (Ponta Grossa – PR – Brasil)#Mistérios Brasileiros Famosos#As Deusas Védicas#O Poder das Plantas#Pesquisa revela o poder das mulheres Incas#Profecias dos Incas Q’ero#Mulheres da Floresta#ZENEIDA, A PAJÉ DO MARAJÓ#Mulheres Pajes – As xamas nativas brasileiras#A Sabedoria dos Incas e Andina e os resquícios de uma sabedoria sagrada feminina#A CHAKANA – A Cruz Andina ou Cruz Quadrada – a ponte entre os mundos#Acllas, as Sacerdotisas do Sol – Mulheres Sagradas dos Andes (sacerdotisas incas)#Princípios dos Povos Andinos#Pachamama#Herbologia mística – o poder das ervas e plantas#O Poder dos Cristais#O Poder das Flores – O Povo Flor#A Lenda das 13 Matriarcas#O Poder das Árvores: O Povo em Pé#Purificação com ervas – por método xamânico#Plantas de Poder#Catal Hoyuk – Anatólia (atual Turquia) e a arte da deusa e do feminino#Símbolos minóicos do culto a Deusa#Animais de poder – As ‘Criaturas’ ou ‘Criaturas Animais’ – Totens (Xamanismo)#Animais de poder – As 'Criaturas' ou 'Criaturas Animais' – Totens (Xamanismo)#Mix de ervas emagrecedoras – também diminui a barriga (perde gordura abdominal)#Shakti Mantras: os mantras de poder e graça potencializando outros mantras#Oração (ou contemplações) às Marias Navegantes – das Sacerdotisas de Maria#Theotokos – Maria como a 'Mãe de Deus'#Theotokos – Maria como a ‘Mãe de Deus’#Coliridianismo#A TERRA OCA – Mistérios milenares da Terra#Sara La Kali ou Santa Sara Kali – O Sagrado Feminino e o Sincretismo religioso#Segredos do Sagrado Feminino Cristão – As Marias do Mar#O que é ser uma sacerdotisa – A Sacerdotisa e o Sagrado Feminino#Sagrado Feminino: Brasil, ÍSIS, N.Srª Aparecida, o poder da Deusa#Sobre o Sagrado Feminino, as Abelhas e o mel, A Deusa Abelha#Shaktis – As mulheres Yoginis, Dakinis e Sacerdotisas#Shakti – A importância de seu reconhecimento pela mulher#Shaktis dos Nakshatras#Shakti – Poder Cósmico e Universal#Shakti : A Mãe do Mundo 1#Shakti: O Despertar da Deusa Adormecida na Matéria#Shakti: O Poder, a Força Divina Cósmica, Planetária e Pessoal#Shakti, kundalini e Tantra#Cariatides – Sacerdotisas de Artemis#Piramides na Bosnia e China#A história das coisas, pelas pessoas e pela Terra#Os Mistérios da Serra do Roncador#Avatara ou Avatar e o Kalki Avatar ou Maitreya#Links Astrologia Sideral e Astrologia Védica#O que são formas pensamento, egregoras e tulpa?#Estátua de Maitreya: uma imagem que a mente pode fazer dela uma ponte!#Allamirah – Uma Encarnação da Divina Mãe, do Feminino Sagrado#Oricalco: o metal desaparecido usado na Atlântida#Especiarias#Sacerdotisas Sumérias#Ervas Medicinais, Especiarias e Temperos#Shakti#Srichakra – representação de Shiva-Shakti no macrocósmico e microcósmicos#Dharma e Sanatana Dharma – As Leis Universais e o Sistema de Sabedoria da Índia para estar em sintonia com essas leis#A Filosofia Yoga Shakti – por Sri Swami Sivananda#Samantabhadri, Prajnaparamita, Vajravarahi e Arya Tara (As Grandes Shaktis do dharmakaya, sambhogakaya e Nirmanakaya)#Kurukulla: Lalitavajra ou Vajratara (ou Tara Vermelha)#Vajravahari e Vajrayogini#As ‘Deidades’ do Bardo (estágio intermediário)#Aditi – Devamatri, expansão cósmica, espaço; mãe de todas as coisas#Adi Parashakti (Adi Shakti) – Param Prakriti, o Poder do Para Brahman#Lokapalas ou Maharajas#Shri Yantra – Um dos mais conhecidos e poderosos Yantras#Lalita Tripurasundari – A origem dos 3 mundos#Filmes Indicados#Bibliografia: Livros – Indicação para o estudo da Espiritualidade e Sabedoria Feminina#Glossário de Deusas#Glossário Indígena e Xamânico#Músicas de Marcus Viana e Sagrado Coração#Links para as constelações e estrelas fixas: Pleiades, Orion/Tres Marias, Sirius, Algol, Cruzeiro do Sul, Pleiades do Sul, Cão e Ursa Maior, Coroa Austral e Boreal, Spica, Sadalmelik#Conjunções de Vênus (de 1900 a 2050) – Trânsitos e Ciclos de Venus (1032 a 2255)#Estações do Ano de 1900 a 2099#O Céu do Momento#Leis Herméticas – Leis ou Princípios Existenciais ou Leis que regem o Universo#As linguas originais sagradas: Sensar e Vatan – e os mistérios que elas guardam#Matrikas (Mães Protetoras e Purificadoras) e as 64 Dakinis#As Cinco Mães, Irmãs ou Consortes de Sabedoria (Prajnas) – Mães e Consortes dos Dhyanis Budhas#Pleroma – A Plenitude#Aeon – Emanações Supremas do Pleroma#Os conceitos de Self, Individuação e Iluminação#Os estágios-níveis de desenvolvimento humano e os domínios transpessoais#Meditação e o despertar do Poder e da Sabedoria Interior#Qual a diferença, entre os gêneros, que interferem nos métodos de despertar? (resumo síntese)#Como se dá a exploração energética direta da mulher? (resumo síntese)#O que é o ‘processo evolucional’ ou despertar da consciência? (resumo síntese)#Porque esta urgência de despertar? (resumo síntese)#Protegido: Sonhos lúcidos – teoria e prática#O que são Elementos Vibracionais?#Porque um sistema iniciático (de despertar) específico para as mulheres? (resumo síntese)#Crianças / Humanos Índigo e Cristais#Anjos e Devas#Porque muitas mulheres se sentem insatisfeitas nos seus relacionamentos? (Parte 1)#Dualismo e não dualismo#O que é Magia, Teurgia e Teurgia Natural?#Sobre as mulheres – pensamentos e frases#Hildegard de Bingen#O que significa Shekinah (Shekhinah ou Shechiná)#Shakti – O poder interior humano, planetário e cósmico: O Grande Feminino#Fenícios no Brasil muito antes dos portugueses#Ilha Brasil – Hy Brazil a ilha mítica, a ilha afortunada#Roda do Ano – Os 8 Festivais Celtas – As 8 fases da Deusa#Sobre o feminino, o masculino e o sexo – Dion Fortune#Sobre o significados de Sacerdotisa#Mata Amritanandamayi Devi, Ammachi ou Amma – A Shakti Mãe que distribui o Poder do Amor pelo abraço#Ma Yoga Shakti – A Shakti com realizações materiais e espirituais para o bem comum#Anandi Ma: uma Shakti oferecendo Shaktipat no ocidente#Transformando a energia em Shakti – referente aos ensinamentos de Shree Maa#Shee Maa – Uma deusa mãe da Índia para o ocidente#Planetas e Arcanos – para refletir os aspectos arquetípicos#Yeshe Tsogyal: uma Dakini iluminada#Therese Neumann – uma santa cristã#Sri Ma Anandamayi – Uma grande Shakti manifestada na índia#Mahavidya – As dez grandes Shaktis associadas aos grandes poderes cósmicos para os tântricos#Sri Sarada Devi – A Santa Mãe, uma Shakti encarnada#Alguns mestres orientais e suas Dakinis ou Shaktis – Padmasambhava, Ramamkrishna, Aurobindo#o que significam: Libertação, Iluminação, Auto Realização, Arhat, Nirvana#Nangsa Obum – uma mulher tibetana considerada emanação de Tara#Vajrayogini – A Shakti orientadora e inspiradora no caminho de iluminação#Tara – uma manifestação do aspecto feminino iluminado#As 64 Dakinis ou Yoginis#o que significa Prakrit, Mahaprakrit e Purusha#O que significa Kundalini, Fohat e Prana#O que significa Sophia (Sofia)#o que significam Deusas Mães ou Grandes Deusas#O que significa Devi#O que significa Dakini#O que significa Yogini#O que significa diksha, deeksha ou deeksa – ou iniciação espiritual#O que siginifica Shaktismo#O que significa Shaktipat#o que significa SHAKTI#Shakti#As Sacerdotisas da história desta civilização: Pitonisas, Vestais, de Ísis, de Inana, Sibilas#o que é THEASOPHIA (Theasofia, Teasofia) e THEALOGIA (Tealogia)#Gurumayi Chidvilasananda – uma bela e bem aventurada Shakti transmitindo Shaktipat ao ocidente#o que é TEURGIA e TAUMATURGIA#Mirra Alfassa – Shakti ou Companheira espiritual de Sri Arobindo#Ayu Khadro – Uma Grande Dakini manifestada
Antropologia Feminina Assuntos Complementares Informações Essenciais Mitologia Feminina Para Práticas e Estudos do Caminho Sagrado Feminino Teurgia Natural e Magia Natural

Tambores Xamânicos Sagrados

A Utilização de Tambores em Rituais Sagrados e Xamânicos

Fonte: Editado de https://tribonavi.wordpress.com/

Tambores são tão ancestrais quanto o próprio homem. Os primeiros foram criados e manuseados ainda na Pré – História, com o objetivo de cultuar Deuses e como forma de agradecer a comida conseguida por meio da caça aos animais.
Milênios se passaram e centenas de representações religiosas ou espirituais foram criadas de acordo com a cultura e a cosmovisão de cada povo, de cada etnia, principalmente de acordo com os padrões sócio – econômicos de cada época. Imagens, cerimônias, mitologia, liturgias, símbolos, tambores, chocalhos e atabaques, são expressões da arte na religiosidade e na espiritualidade.
O homem pré – histórico acreditava que a pele de sua caça esticada em troncos de arvores reproduzia o choro do animal morto. E foi com esse sentimento de gratidão que passou a consagrar a morte de sua caça. Pode-se dizer que esse foi um dos princípios da manifestação religiosa do homem e a origem dos tambores. O toque do tambor revela a arte de conectar-se com a Mãe Terra e com nosso eu interior, sintonizando nosso coração ao coração dela, e de viajar ao mundo do invisível, constatando nossa ancestralidade e todos os reinos da Natureza.
Os tambores são utilizados desde as mais remotas eras da humanidade. Acredita-se que os primeiros tambores fossem troncos ocos de arvores tocados com as mãos ou galhos. Posteriormente, quando o homem aprendeu a caçar e as peles de animais passaram a ser utilizadas na fabricação de roupas e outros objetos, percebeu-se que ao esticar uma pele sobre o tronco, o som produzido era mais poderoso. Pela simplicidade de construção e execução, tipos diferentes de tambores existem em praticamente todas as civilizações conhecidas. A variedade de formatos, tamanhos e elementos decorativos dependem dos materiais encontrados em cada região e dizem muito sobre a cultura que os produziu.
Em sua fase mais primitiva, a manifestação religiosa do homem tinha como base principal o contato com as divindades – o transe.
A música e a dança sempre foram os principais geradores dessa comunicação com os Deuses. Alguns historiadores e antropólogos do século vinte destacaram a idéia de que a maneira utilizada para se chegar aos conhecimentos místicos em religiões primitivas, esteve sempre associada ao êxtase (o transe ) provocado pelo toque do tambor. Esse instrumento seria então o responsável pela comunicação entre o homem e as divindades – seres responsáveis pelo comando da Natureza em nosso planeta.
Mesmo nas religiões mais antigas, o toque dos tambores também foi utilizado não somente para o culto às divindades, mas também como forma de manter contato com os espíritos dos mortos.

DRUM:

É verdade que o som sustenta o mundo e as notas sagrados ouvido de dentro o som de um tambor de ressonância com o som da vida, com o bater do nosso coração dentro de nós e dentro da Mãe de todos nós, a nossa Grande Mãe Terra.
“É Despertando nossa Tambores Sagrados” é uma lição sobre como sintonizamos e harmonizar-se com as batidas do coração da Mãe Terra. A pulsação reverbera com a vibração do universo e fonte de toda a vida. Mãe Terra permanece como a grande deusa, o doador e sustentador da vibração que chamamos vida. O seu batimento cardíaco está experimentando uma aceleração na frequência e ela está indo mais rápido, como o que fazemos neste momento de grande transição e potencial de crescimento espiritual.

Ver também: http://artesxamanicas.blogspot.com.br/2008/03/tambores-nativos-native-american-drum.html

 

Tambores Xamanicos Siberianos

Graças as suas experiências estáticas, o xamã é o único ser capaz de penetrar no mundo subterrâneo dos espíritos errantes e dos demônios. Ali, sobrevoando em seu cavalo-tambor um imenso e consistente nada, povoado de ossos e de cadáveres de xamãs malogrados, ele vai zombar da morte e antecipar suas armadilhas. Para ele cada viagem ao inferno pode ser a última, pois, mesmo que conheça bem essas regiões proibidas, o risco de aí perder-se permanece grande. Na maioria das vezes ele tem a missão de procurar a alma de um doente capturada pelos demônios; com a ajuda de seus espíritos auxiliares, que o acompanham por toda a parte de seu transe, ele deve suborná-la, enganá-la , convencê-la e capturá-la para fazê-la reintegrar o corpo de seu paciente.

Ma há também o psicopompo:pede-se por vezes para companhar a alma de um defunto ao Reino das sombras, de tal sorte que ela não venha incomodar a família e vagar à noite em busca de sensações antigas. ”

Entre os povos da Sibéria e da Mongólia, o Universo é concebido como um organismo vivo. A estrela polar era unhas celeste. Os xamãs altaicos decoravam seus tamborres com os símbolos de Vênus e da Constelação da Ursa Maior. Para os xamãs buriatas a Arvore do mundo estava conectado com o Rio do Mundo que interligava todos os três mundos. Na cosmologia, o universo está também associado com animais , tais como os alces o Mestre dos Animais.

 

O Tambor Xamânico

TAMBOR

imgOs xamãs sempre se utilizaram de objetos mágico-religiosos que lhes conferiam poder às cerimônias e rituais, assim como os talismãs que os protegiamO tambor é considerado universalmente como um instrumento indispensável do xamanismo. É o veiculo pelo qual os xamãs fazem suas viagens a outros mundos. O tambor também é usado para invocar espíritos, para curas, para afastar espíritos malignos.

O tambor deverá adquirir uma alma antes de ser utilizado, alguns o preparam com banhos de ervas, evocações, defumações, canções, preces, etc. Deve ser honrado o sacrifício do animal e da árvore, pois estes espíritos também falarão através do toque do xamã.

Os nativos norte-americanos associam o toque do tambor as batidas do coração da Mãe-Terra e também ao som do útero. O tambor dá acesso a força vital através de seu ritmo.

O tambor é considerado o cavalo, ou a canoa, que leva ao mundo espiritual. É o instrumento que faz a comunicação entre o Céu e a Terra, que permite ao Xamã viajar ao Centro do Mundo ( Eliade )

É utilizado por xamãs e sacerdotes do mundo inteiro, em diversos tamanhos e formas, como, por exemplo o Damaru ( o instrumento de Shiva ), os tambores japoneses, as tablas indianas, as tumbadoras cubanas. É usado no Tantra, no Budismo Tibetano, nos cultos afro, tais como a Umbanda e o Candomblé ( atabaques ). Neste último existe a prática do batismo dos atabaques, onde são aspergidos por água benta; são oferecidas comidas dos santos, e os tambores envoltos com as cores dos orixas a que foram consagrados. Nos cultos jeje-nagô os atabaques são percutidos com varinhas (aguidavis), nos cultos de angola são percutidos com as mãos.

Na Sibéria, o tambor é redondo ou oval, geralmente feito com pele de alce ou rena, e os espíritos é que decidem qual o tipo de madeira deve ser usado para a fabricação do tambor.

Entre os índios brasileiros existem os tambores de cerâmica (percutido com uma baqueta), o tambor d’água (de cerâmica cheio de água); o tambor de fenda, que é uma madeira cavada em um tronco com aberturas circulares (sem pele), pendurados há alguns centímetros do chão e tocados por duas baquetas, e os tradicionais tambores de pele.

No Candomblé geralmente são três : Rum, o maior – Rumpi, o médio e Lé,o menor.

A velocidade de toque para uma jornada xamânica varia de 150 a 200 batidas por minuto.Os sons repetitivos e monótonos, permitem ao xamã alterar sua consciência. O antropólogo M. Harner, relata uma pesquisa feita em laboratório, que o tambor produz modificações no sistema nervoso, pois as batidas são de baixa frequência, predominando o nível de frequência do eletroencéfalograma, por esse motivo, para conservação do transe, geralmente um assistente assume o tambor. O tambor associado a cânticos, sinos , e outros intrumentos cria um ambiente muito propício para o transe.

Alguns xamãs chegam a afirmar que o trabalho xamânico não acontece sem um tambor. O chefe do tambor, ogã, tamborileiro, é o maestro da viagem, do transe. Os toques podem aumentar o campo de força. Existem toques para cura, para guerra, para as jornadas.

Histórias nativas contam que o tambor é um presente enviado pela Águia. É o veículo do xamã, que nos permite comunicar na língua sagrada do espírito.

Um tambor xamânico é construído dentro dos parâmetros muito precisos para a eficácia máxima. A borda é feita da madeira, geralmente cedro, ou uma madeira local com bom resonate qualidades. A cobertura é mais tipicamente do couro cru .

O tambor xamânico produz estados claros de transe e níveis de relaxamento profundo. É também meio de conectar com os pontos mais distantes da grade energética. O tambor sagrado alinha-nos com as forças da harmonia. A harmonia é um atributo universal da consciência, e ajuda-nos viajar, através do espaço do coração. Quando nós ouvimos o tambor ressoar nós criamos uma possibilidade de oferecer a vida para nos e o universo inteiro.

O tambor nos leva a examinar o espírito, dá-nos uma voz do espírito e as orelhas do espírito. Alce Negro – Wallace Black Elk , xamã lakota disse : “quando você reza com o tambor , quando os espíritos ouvem esse tambor que ecoa, nossa voz superior é desobstruída.”

Um Xamã Siberiano Toca o Seu Tambor – Piers Vitebsky

Baixando a cabeça para o tambor, o xamã começa a cantar baixo, lenta e melancólicamente. Bate o tambor em vários locais com batidas calmas espaçadas. Fica-se com a impressão de que está a chamar alguém, a reunir os seus auxiliares e a invocá-los de uma longa distância. Por vezes, bate o tambor com força e profere algumas palavras – o que significa que um dos seus auxiliares acaba de chegar. Pouco a pouco, a canção torna-se mais alta e a baqueta do tambor bate com maior frequência. Isso significa que todos os espíritos ouviram o chamamento do seu senhor e aproximaram-se dele. Por fim, as batidas no tambor tornam-se muito fortes, a tal ponto que parece que vai arrebentar. O xamã já não contempla o tambor, mas canta em plenos pulmões. Agora, todos os espíritos se reunem.

Sem se deter na canção, o xamã coloca a sua armadura peitora.Fica em pé no local, curvando-se ligeiramente e batendo os pés. O tambor respondeu às batidas da daqueta com os mais diversos sons, desde sonoras batidas, com um tímido e agudo metálico, até o mais delicado dos rufares, um zunido suave e contínuo, acompanhado por um ligeiro tinido. O xamã usou ainda o tambor como um quadro refletor de som, de tal modo que, na escuridão, parecia que a sua voz se deslocava de um canto para o outro, e de baixo para cima e de cima para baixo.

img

Os diagramas apresentam linhas de vibração da superfície. Os tambores saamis eram cobertos com elaborados desenhos de pessoas, de animais e do cosmo. Os xamãs utilizavam estes tambores para adivinhação, estudando os movimentos de um ponteiro entre os desenhos, enquanto se tocava o tambor. Um ponteiro típico era um conjunto de anéis metálicos designado por “rã” . Os saltos da rã dependiam das harmonicas da pele em vibração, e as experiências modernamente realizadas levam a presumir que estes movimentos são quase impossíveis de prever.

Roger N. Walsh em “O Espírito do Xamanismo” descreve o tambor xamânico da seguinte forma :

Quando um tambor é tocado num andamento de duzentas e vinte batidas por minuto, a maioria dos iniciados ocidentais relata que consegue efetuar, com êxito, uma viagem, até mesmo em sua primeira tentativa. A notável facilidade de indução desses estados e suas experiências é, sem dúvida, uma razão para a popularidade do xamanismo. essa facilidade contrasta de modo agudo com os meses de prática em geral exigidos pelas disciplinas meditativas e iogues, antes que possam aparecer estados alterados significativos. Contudo, em tradições meditativas mais recentes, como o zen coreano, por exemplo, os tambores também são usados.

É provável que o ritmo dos tambores facilite os estados e a viagem xamânicos através de vários mecanismos. Primeiro age como dispositivo de concentração que lembra continuamente o xamã de seu propósito e reduz a incessante necessidade de divagação da mente. os tambores também fazem submergir outros possíveis estímulos geradores de distração, permitindo ao xamã que sua atenção seja centrada no interior. A concentração intensificada parece ser um elemento-chave em todas as disciplinas espirituais eficientes, e os xamãs parecem ter encontrado um edos meios mais rápidos e fáceis de alcançá-la.

O ritmo dos tambores e outros ruídos altos podem agir ainda como fatores de desestabilização que interrompem o processo psicológico vigente por meio do qual mantemos continuamente nosso estado usual de consciência. Charles Tart diz que, em sua experiência, uma batida de tambor bastante forte dá a sensação de dominar depressa as forças de estabilização, introduzindo uma mudança abrupta e radical nesse estado. É muito interessante que os mestres zen pareçam fazer uso do mesmo princípios. Numerosos relatos mostram como acompanham de perto os aprendizes que estão perto do ponto de mutação. Então, quando a pessoa está menos esp-erando, o mestre aproxima-se, sem fazer barulho, por trás e berra com toda a força de seus pulmões bem no ouvido do novato. O resultado ideal é que se produza um satori instantâneo, um vislumbre da iluminação.

O ritmo dos tambores ainda é um elemento que em geral harmoniza a atividade neuronal com a frequência do som . Duas pesquisas que parecem endossar essa idéia tem sido citadas várias vezes. Em ambas, os eletroencefalogramas das pessoas que ouviam ritmo de tambores pareceram exibir respostas ditadas pela audição. a direção ditada pela vivência auditiva ocorre quando um som repetitivo provoca frequências de disparo correspondentes na atividade cerebral. Essas pesquisas vêm sendo bastante citadas como prova de que os efeitos neuronais dos tambores são um fato, mas, infelizmente, elas são imprecisas. As medições das ondas cerebrais talvez foram contaminadas pelos movimentos corporais do xamã, tornando impossível extrair conclusões decisivas acerca da atividade cerebral. Sejam quais forem os mecanismos neuronais, qualquer pessoa que tenha entrado em transe pela música ou pela dança está bem consciente de que o ritmo tem um forte potencial para alterar estados mentais.

 

Tambor: a cura e a sacralidade ancestral

tambor sagrado 1

Há muito tempo, o ser humano se utiliza da medicina dos sons, sejam eles os sons da natureza ou melodias ritmadas por instrumentos, de acordo com cada cultura e região para os mais diversos fins, desde celebrações, a jornadas e rituais de cura.
O tambor sagrado para fins de cura existe há, pelo menos, 40 mil anos em diversas culturas. O tambor é associado à Direção Sul, ao arquétipo do Curador, ao elemento Terra e aos animais de quatro patas. O som do tambor conduz à celebração, à dança e também ao êxtase, resgatando o equilíbrio e permitindo à expansão de consciência. Ele representa o coração da Mãe Terra, é o cavalo que nos leva em jornadas interiores ou para mundos distantes, a fim de entrarmos em contato com outras dimensões.

O tambor é a imitação das batidas do coração humano. Para os Xamãs, representa o pulsar da própria Terra, seu ritmo e o som sagrado de suas entranhas. Por isso, é o instrumento que facilita o acesso à cura e sustenta a abertura do coração quando o homem se conscientiza da necessidade de transformar e reprogramar os padrões cristalizados em seu próprio caminhar. 

Antropólogos e pesquisadores acreditam que o tambor surgiu ainda na Era Glacial. O homem primitivo teria percebido que o seu som criava um ritmo coletivo, grupal, mágico. E, até hoje, nativos e etnias em todo o mundo usam o tambor para despertar a energia e o poder em cada um dos participantes de cerimônias e rituais, seja na Sibéria, África, Américas ou na Índia, China, Japão e Tibet. A energia coletiva gerada a partir do seu ritmo pode ser direcionada para apoiar rituais de cura, orações, viagens xamânicas ou jornadas espirituais.

O tambor, chamado de “canoa do xamã” é o seu guia nos mundos paralelos da consciência alterada. Sua batida constante e monótona atua como uma onda mensageira, primeiro para ajudar o curandeiro a entrar no transe e, depois, para sustentá-lo em sua viagem. E como o tambor conecta o coração da pessoa que empreende esta jornada com a batida do coração da Mãe Terra, isso lhe garante uma maneira consciente de voltar ao corpo físico. Seu uso evita que o curador se perca na realidade xamânica ou perca seu próprio equilíbrio ao vivenciar os mundos paralelos, aprendendo a discernir ambas realidades. 

Pesquisas científicas demonstram que o tambor produz modificações no sistema nervoso central. A velocidade de toque para uma jornada xamânica varia de 150 a 200 batidas por minuto. Os sons repetitivos e monótonos, portanto, permitem ao xamã alterar sua consciência. O antropólogo Michael Harner relata uma pesquisa feita em laboratório, comprovando as modificações no sistema nervoso, pois as batidas são de baixa frequência, predominando o nível de frequência do eletroencéfalograma. O estímulo rítmico afeta a atividade elétrica em muitas áreas sensoriais e motoras do cérebro, diz Harner – para aqueles que desejarem aprofundar seu conhecimento em jornadas xamânicas e experiências com tambor e outros instrumentos, um livro que indico deste autor é O Caminho do Xamã. 

tambores_sagrados

Aliado ao tambor, pode-se usar também chocalhos e maracás. O nível de freqüência dos chocalhos e dos maracás é mais alto. Juntos, tambor e chocalho se complementam, sustentando e dando forma a uma rede de sons que ilumina tanto o curador quanto o paciente em sua busca pela conexão com sua essência e alma, alinhando sua energia vital, equilíbrio e saúde em todos os níveis.

Pesquisas de diversos estudiosos, a exemplo de Andrews Neher, revelam que a indução sônica do tambor pode afetar o alinhamento da freqüência cerebral com estímulos auditivos externos e que esse alinhamento pode reequilibrar o sistema nervoso central. Melinda Maxfield descobriu que o ritmo do tambor facilita o acesso às imagens de conteúdo ritualístico e cerimonial existentes na psicomitologia de cada indivíduo, facilitando a cada pessoa o caminho para chegar à cura, possibilitando a transformação de patologias.

Para se compreender melhor o que os pesquisadores descobriram é preciso entender as freqüências das ondas cerebrais, medidas normalmente por meio do eletroencefalograma (EEG). A freqüência das ondas é medida em ciclos por segundo ou Hertz (Hz), e pelo comprimento da onda. Elas se apresentam em quatro tipos: 
– DELTA, abaixo de 4 Hz, a mais longa e lenta: está associada ao sono ou inconsciência. 
– TETA, de 4 a 8 Hz: está associada a estados de sonolência próximos da inconsciência, os períodos antes de despertar ou adormecer. Considerada ainda como os estados de devaneios e imagens hipnológicas ou semelhantes às que surgem no sonho. Manter a consciência neste estado só com treinamento, como a meditação. 
– ALFA, de 8 a 13 Hz: está relacionada com os estados de relaxamento e bem-estar geral. Esta freqüência é produzida na região occipital do cérebro (córtex visual) quando os olhos estão fechados. A consciência está alerta, embora não concentrada, ou está concentrada no mundo interior. 
– BETA, além de 13 Hz: associa-se à atenção ativa e concentração no mundo exterior, podendo também estar relacionada aos estados de tensão, ansiedade, medo e diante do perigo.

Na maioria dos casos, o ritmo do tambor xamânico situa-se na freqüência de três a quatro batidas por segundo, o que coloca a pessoa no estado de freqüência Delta. No entanto, este não é o único ritmo e ele pode mudar dependendo da necessidade da pessoa a ser trabalhada ou da intenção do ritual ou cerimônia. Os índios Salish, por exemplo, usam uma freqüência de quatro a sete batidas por segundo, freqüência da onda Teta no cérebro humano. 
O uso do tambor nas jornadas e rituais xamânicos é indispensável e bem diferente das demais formas de uso deste instrumento. A literatura etnográfica notifica que a utilização do tambor nas atividades religiosas seculares é tão diversificada quanto nas culturas que o empregam em seus rituais, cerimônias, festas comemorativas, celebrações, cura e ritos de passagem, iniciações, etc. Em muitas tradições se diz que os xamãs usam o tambor para, em estado alterado de consciência, entrar em outros reinos, realidades ou dimensões, interagindo com o mundo espiritual em benefício de sua comunidade.

 Os xamãs afirmam que dirigem seu tambor no ar, os “senhores do êxtase”, como também são conhecidos, sendo ele seu cavalo, sua ponte de arco-íris entre os mundos físico e espiritual. Algumas culturas usam o tambor aliado com outros instrumentos: chocalhos, ressonância de varetas, ossos, metais e cantos, especialmente cantilenas: melodias repetitivas de sons monótonos, sem variações, como técnica para alcançar uma ligação à cura ou obter orientação espiritual.

Histórias nativas contam que o tambor é um presente enviado pela Águia. É o veículo do xamã, que nos permite entrar em comunicação à língua sagrada do espírito. É também meio de conectar com os pontos mais distantes da grade energética do planeta, alinhando-nos às forças da harmonia de toda a Criação: um atributo universal da consciência, ajudando-nos a viajar através do espaço do coração. Quando ouvimos o tambor ressoar, criamos uma possibilidade de oferecer a vida ao universo, ao nosso mundo e a tudo o que nos circunda. Salve Grande Espírito, Salve os tambores sagrados que carregam e reverberam as memórias de nossa ancestralidade de Cura, Luz e Amor! 😉

TAMBORTERAPIA

TAMBOR COMO TERAPIA

img

2010 by Michael Drake

O tambor é uma abordagem terapêutica antiga que usa o ritmo para promover a cura e auto expressão. A partir dos xamãs de Tuva à Minianka, curandeiros da África Ocidental, as técnicas de ritmo terapêuticas têm sido usadas por milhares de anos para criar e manter a saúde física, mental e espiritual. Pesquisas recentes começam a verificar os efeitos terapêuticos de ritmos antigos. Elas indicam que a bateria, tambor, acelera a cura física, estimula o sistema imunológico e produz a sensação de bem-estar, liberação de trauma emocional e reintegração de si mesmo. Outros estudos demonstraram os efeitos calmantes dos efeitos da percussão em pacientes de Alzheimer, crianças autistas, adolescentes emocionalmente perturbados, adictos em recuperação, pacientes com trauma, presidiários e populações desabrigadas.

Os resultados do estudo demonstram que a percussão é um tratamento valioso para o stress, a fadiga, ansiedade, hipertensão, asma, dor crónica, artrite, doença mental, enxaqueca, cancro, esclerose múltipla, doença de Parkinson, acidente vascular cerebral, paralisia, distúrbios emocionais, e uma vasta gama de deficiência física. Os estudos mencionados a seguir indicam que a percussão:

Reduz a tensão, ansiedade e estresse

As batidas induzem a um profundo relaxamento, reduz a pressão arterial e o estresse. Estresse de acordo com a pesquisa médica atual, contribui para quase todas as doenças e é a principal causa de doenças fatais como ataques cardíacos, derrames e avarias do sistema imunológico. Um estudo recente descobriu que o programa de um grupo de percussão ajudou a reduzir o estresse e a rotatividade de empregados numa indústria. Ajuda a controlar a dor crônica A dor crónica tem um efeito de drenagem progressivo sobre a qualidade de vida. Os pesquisadores sugerem que a bateria/tambor serve como uma distração da dor e do sofrimento. Além disso, a bateria promove a produção de endorfinas e opiáceos endógenos, os próprios organismos semelhantes à morfina analgésicos, e podem, assim, ajudar no controle da dor.

Estimula o sistema imunológico

Um estudo médico recente indica que círculos de tambores impulsionam o sistema imunológico. Liderada pelo renomado especialista em câncer Barry Bittman, MD, o estudo demonstra que o grupo de percussão na verdade aumenta as células que matam o câncer, ajudam a combater o câncer bem como outros vírus, incluindo a AIDS. De acordo com Dr. Bittman, “Grupo de percussão modula nossa biologia, nossa orquestra, nossa imunidade e permite a cura começar.”

Produz mais profundo auto-conhecimento através da indução de atividade cerebral síncronica

A investigação demonstrou que a transmissão física da energia rítmica para o cérebro sincroniza os dois hemisférios cerebrais. Quando o hemisfério esquerdo lógico e o hemisfério direito intuitivo começam a pulsar em harmonia, a orientação interior de conhecimento intuitivo pode fluir sem obstáculos, em consciência. A capacidade de acessar informações inconsciente através de símbolos e imagens facilita a integração psicológica e uma reintegração de si mesmo.

As batidas também sincronizam as áreas frontal e inferior do cérebro, integrando informações não-verbais das estruturas cerebrais inferiores no córtex frontal, produzindo “sentimentos de compreensão, integração, certeza, convicção e verdade, que superam os entendimentos comuns e tendem a persistir por muito tempo após a experiência, muitas vezes fornecendo insights fundamentais para as tradições religiosas e culturais. ”

Acessa todo o cérebro

A razão pela qual o ritmo é uma ferramenta tão poderosa é que ele permeia todo o cérebro. A Visão, por exemplo, é uma parte do cérebro, a fala outra, mas a percussão acessa todo o cérebro. O som dos tambores geram conexões neuronais dinâmicas em todas as partes do cérebro, mesmo quando não há dano significativo ou prejuízo, como no Transtorno de Déficit de Atenção (ADD). De acordo com Michael Thaut, diretor do Centro de Colorado State University for Biomedical Research in Music “, sinais rítmicos podem ajudar a treinar o cérebro após um acidente vascular cerebral, comprometimento neurológico ou outro, como acontece com pacientes de Parkinson …” Quanto mais conexões podem ser feitas dentro do cérebro, as nossas experiências se tornam mais integrados.

Induz a estados alterados de consciência naturais

Percussão rítmica induz estados alterados, que têm uma ampla gama de aplicações terapêuticas. Um estudo recente realizado por Barry Quinn, Ph.D. demonstra que até mesmo uma sessão de percussão breve pode dobrar atividade das ondas cerebrais alfa, reduzindo drasticamente o stress. As mudanças cerebrais de ondas betas (concentração e atividade centrada) para ondas Alfa (calmo e relaxado), produzindo sensações de euforia e bem-estar. A atividade alfa está associada com a meditação, transe xamânico e os modos de integração de consciência. Esta facilidade de indução contrasta significativamente com os longos períodos de isolamento e prática exigida pela maioria das disciplinas de meditação antes de induzir efeitos significativos. Estimulação rítmica é uma técnica simples e eficaz para afetar estados de espírito.

Cria um senso de conexão consigo mesmo e com os outros

Em uma sociedade em que os sistemas tradicionais da família e de base comunitária de apoio tornaram-se cada vez mais fragmentados, círculos de percussão proporcionam uma sensação de conexão com os outros e de apoio interpessoal. Um círculo de tambor oferece uma oportunidade para se conectar com seu próprio espírito, em um nível mais profundo, e também para se conectar com um grupo de outras pessoas que pensam de forma diferente. Grupo de percussão alivia egocentrismo, isolamento e alienação. O educador musical Ed Mikenas acha que bateria fornece “uma autêntica experiência de unidade e de sincronicidade fisiológica. Se colocarmos as pessoas que estão fora de sincronia com eles mesmos (ou seja, doentes, viciados) e ajudá-los a experimentar o fenômeno do pertencimento, é possível que eles se sintam com e através dos outros.

Ajuda-nos a experiência de estar em ressonância com os ritmos naturais da vida

O ritmo é a ordem de ressonância do mundo natural. Dissonância e desarmonia surgem apenas quando limitamos nossa capacidade de entrar em ressonância total e completa com os ritmos da vida. A origem da palavra ritmo é “fluxo”. Podemos aprender a “fluir”, com os ritmos da vida, simplesmente aprendendo a sentir a batida, pulso. É uma maneira de entrar no fluxo de um universo Inter dinâmico, ajudando a sentir conexão ao invés de isolamento e alienação.

Fornece uma abordagem secular para acessar um poder superior

Tambores xamânicos apoiam diretamente a introdução de fatores espirituais encontrados significativas no processo de cicatrização. Percussão e atividades xamânicas produzir um senso de conexão e comunidade, integrando corpo, mente e espírito. De acordo com um estudo recente, “atividades xamânicas conduzem as pessoas de forma direta e eficiente a encontros imediatos com as forças espirituais, focando o praticante ou paciente em todo o corpo e integrando a cura nos níveis físico e espiritual. Este processo permite que eles se conectem com a energia do universo, para externar seu próprio conhecimento e para internalizar as suas respostas, assim como aumenta a sensação de poder e responsabilidade Essas experiências são a cura, trazendo os poderes restauradores da natureza para clínicas ”

Libera sentimentos negativos, bloqueios e traumas emocionais

Batidas de tambor podem ajudar as pessoas a expressar e lidar com questões emocionais. Sentimentos e emoções não expressos podem formar bloqueios energéticos. O estímulo físico da bateria remove bloqueios e produz liberação emocional. Vibrações sonoras ressoam através de cada célula do corpo, estimulando a liberação de memórias celulares negativas. “Batidas de tambor enfatizam a auto-expressão, ensinam a reconstruir a saúde emocional, e abordam questões de violência e conflito através da expressão e integração das emoções”, diz o educador musical Ed Mikenas.

Percussão também pode atender as necessidades das populações dependentes, ajudando-os a aprender a lidar com suas emoções de forma terapêutica, sem o uso de drogas. Locais em um momento presente

Batidas de tambor ajudam a aliviar o stress que é criado a partir de agora, pendurado ao passado ou com preocupação com o futuro. Quando se toca um tambor, um é colocado diretamente no aqui e agora. Um dos paradoxos do ritmo é que ele tem tanto a capacidade de mover sua consciência para fora do corpo até reinos além do tempo e do espaço, e para aterrar firmemente no momento presente.

Fornece um meio para o indivíduo auto-realização

Batidas de tambor ajudam a reconectar-nos ao nosso núcleo, aumentando nosso senso de autonomia e estimulando a nossa expressão criativa. “A vantagem de participar de um grupo de percussão é que você desenvolve um ciclo de feedback auditivo dentro de si e entre os membros do grupo, um canal de auto-expressão e feedback positivo, que é baseado na emoção pré-verbal, e som mediado”. Cada pessoa em um círculo de tambor se expressa através de seu tambor e ouvindo outros tambores, ao mesmo tempo.

“Todo mundo está falando, todo mundo é ouvido, e o som de cada pessoa é uma parte essencial do todo.” 10 Cada pessoa pode angariar os seus sentimentos sem dizer uma palavra, sem ter que revelar seus problemas. Grupo de percussão complementa os métodos tradicionais da terapia da conversa. Ele fornece um meio de explorar e desenvolver o interior. Ele serve como um veículo para a transformação pessoal, a expansão da consciência e construção da comunidade.

O círculo de tambores primitivos está emergindo como uma ferramenta terapêutica importante na era tecnológica moderna.

Referências: 1. Bittman, MD, Barry, Karl T. Bruhn, Christine Stevens, MSW, MT-BC, James Westengard, Paul O Umbach, MA, “Recreational Music-Making, A Estratégia do Grupo Interdisciplinar de custo eficaz para reduzir Burnout e melhorando o humor Unidos em trabalhadores de cuidados de longo prazo “, os avanços na medicina mente-corpo, Fall / Winter 2003, vol. 19, N ° 3/4. 2. Winkelman, Michael, Xamanismo: A Ecologia Neural da Consciência e Cura. Westport, Conn: Bergin & Garvey, 2000. 3. Bittman, MD, Barry, “Efeitos de compostos do grupo Drumming …,” Terapias Alternativas em Saúde e Medicina, volume 7, No. 1, pp 38-47, janeiro de 2001. 4. Winkelman, Michael, Xamanismo: A Ecologia Neural da Consciência e Cura. Westport, Conn: Bergin & Garvey, 2000. 5. Friedman, Robert Lawrence, The Healing Power of the Drum. Reno, NV: White Cliffs, 2000. 6. Mikenas, Edward, “Tambores, não drogas,” Notas de percussão. Abril 1999:62-63. 7. Diamond, John, The Way of the Pulse – Rufar com o Espírito, realce Books, Bloomingdale IL. 1999. 8. Winkelman, Michael, “Terapia Complementar para Addiction: Drumming Out Drogas,” American Journal of Public Health, abril 2003, vol. 93, Issue 4, p647, 5p 9. Mikenas, Edward, “Tambores, não drogas,” Notas de percussão. Abril 1999:62-63. 10. Friedman, Robert Lawrence, The Healing Power of the Drum. Reno, NV: White Cliffs, 2000.

Similar Posts