Artigos do Portal:
#A história do Falnama (Livro dos Presságios) e divinação no mundo islâmico.#A história dos romanis (ciganos)#“Sou uma mulher sensível”: sobrecarga sensorial do TDAH em adultos#Rainha Maria da Romênia#Rainhas dos Romanis#Gaianismo#Um breve guia para as constelações babilônicas e sua astrologia#Deusa Hitita do Sol, a deusa do Sol de Arinna de origem Hattiana#Empoderamento das mulheres#A verdadeira constelação do zodíaco em que o sol estava no dia que você nasceu#Artigo da Semana#Divindades Femininas na América do Sul#Deusas Maias#Chá para o Parto – Chá Mexicano#Domesticidade e Feminilidade#A Deusa Inuit Sedna#Changelings – Lendas das crianças trocadas#Gaulesas e Gauleses e as Divindades Celtas#Origem da Festa Junina#Festival Folclórico de Parintins#História e Origem das Festas Juninas na América#Anat, Deusa antiga Cananita#Óleo de Abramelin#Deusas Celtas#Mitos e Lendas Eslavas#Cartimandua e Boudica (Boadiceia)#Zorya, Deusa Eslava da Luz#Reavivando o Divino Feminino por meio de histórias e tradições celtas#Reino de Hel: A Deusa Nordica do Submundo – Indo e voltando para o inferno#Fiar e tecer, as artes mágicas femininas e maravilhosas associações#História Celta relacionada ao Mito do Rei Arthur#Cailleach: Mito Irlandês, Lenda e o Feminino Divino#Mitos e Estações no céu Tupi-Guarani#Deusas da Natureza#Druidas femininas, as sacerdotisas esquecidas dos celtas#Deusa Nemetona#A luta de Elizabeth Packard contra a tirania legal dos maridos#Baalbek – Templos de mais de 5000 anos – Deusas Venus / Atargatis#Al-Lāt, Allat, Allatu ou Alilat , a deusa árabe pré-islâmica#Tir na nOg e Tuatha De Danann#Oráculos no Druidismo / Oráculos Druidas#Um Ogham para os Montes Apalaches#Awen, a inspiração divina: princípio central na tradição druida#Atlantida, a civilização anterior a atual#Mulheres na sociedade Maia#O princípio feminino: uma ideia em evolução#Yoni e ‘Sheela Na Gig’#Deusas Nativas do Brasil e os mitos de mitos#Os Nativos do Novo Mexico (Norte America) Zuni e Puebloans Ancestrais#Maria Madalena / Maria Magdalena#Mehrgarh – sitio arqueológico neolítico (datado de 7000 aC a 2500/2000 aC – Paquistão)#A PODEROSA ORAÇÃO AO PLANETA DE MAIS DE 500 MULHERES NO VALE SAGRADO DO PERU#Monte Ararat#Alfabeto siríaco#Monte Nemrut / Nemrud#Maitreya (as três mães) se encarna#Compreendendo a filosofia de Shiva-Shakti através de ‘Ardhanarishvara’#Shakti e Kali#Sobre Magia#As Eras Glaciais – A História da Ciência sobre o tempo antes do auge da Civilização Ariana#Sonhos lúcidos podem nos aproximar de experimentar a “realidade” não dualista do que acordar a meditação#Honrando nosso sagrado ciclo feminino ‘tempo da lua’#Atlantida e os deuses antigos#Artemis#Doze mulheres famosas da idade média#Jezabel: princesa de Sidom, rainha de Israel#Hormônios e seu ambiente – Quando se trata de hormônios, há mais de um “normal”#Os ciclos femininos, ciclos de fertilidade e menstruação nas Culturas Nativas#Ereshkigal – Deusa Crone, Deusa do Submundo e da Morte#Deusas Crone – As Mães das Sombras, da Morte#Deusas Incas#Deusas da Água – Deusas do mar, dos rios e lagos#Deusas do Fogo#Recomendações da medicina tradicional chinesa para ajudar a aliviar as dores do período menstrual#Maré – a força do Sol, da Lua e outros astros sobre a Terra#Mais artigos para ginecologia natural: plantas, ervas#A civilização mais antiga do mundo é ainda mais antiga do que se pensava#Antropologia Feminista#Abraçando o feminino divino, a escuridão, a sombra e tudo#Deusas nativas americanas#Coatlicue, deusa mãe asteca#Ginocentrismo e Androcentrismo#O Feminino nas religiões#Amphitrite / Salacia: A Deusa contraparte de Netuno / Poseidon#CORRESPONDÊNCIA ENTRE PLANTAS E PLANETAS: UM GUIA DE ASTROBOTÂNICA PARA PREPARAR REMÉDIOS MÁGICOS#CORRESPONDÊNCIA ENTRE PLANTAS E PLANETAS: UM GUIA DE ASTROBOTÂNICA PARA PREPARAR REMÉDIOS MÁGICOS#O Sagrado Feminino pelo Budismo Vajrayana#Volvas – Mulheres ‘xamas’: as temidas e respeitadas Profetisas, Sábias, Sacerdotisas, Videntes nórdicas#A Adoração de Deus na forma feminina#Atma Shakti pela abordagem do Yoga#As Bruxas do Brasil Colônia#Os Planetas/ Astros na astrologia#Atargatis: uma deusa síria adorada nos primeiros séculos dC.#Ecofeminismo(s): Por Que Mulheres, Animais e Natureza Sob o Mesmo Olhar?#Disfunção Sexual Feminina#Anatomia Genital Feminina#Ginecologia natural: o poder das ervas a serviço da saúde da mulher#Ginecologia natural: um caminho para a humanização do cuidado#MENSTRUAÇÃO, CORPOS FÍSICO & SUTIL, GINECOLOGIA NATURAL & HOLÍSTICA#Diu de Cobre – Métodos contraceptivos não hormonais#O que você deve saber sobre os octagramas – estrelas de oito pontas#Sete raios#Empatia nos cuidados de saúde da mulher#Ginecologia Ayurveda#Passos positivos para se estabelecer para a gravidez pela Ginecologia Tradicional Chinesa#Ginecologia na Medicina Chinesa – Ginecologia Tradicional Chinesa – Oriental#Astrologia egípcia e signos do zodíaco egípcio#O Feminino Divino nos Contos de Fadas#Sirius – Estrela Nobre e Divina#Quiromancia#Shamans Göbekli Tepe e seus símbolos cósmicos e Shahmaran#Mulheres antigas xamãs da Irlanda: curandeiros, sacerdotisas e adivinhos#Shakti – seus significados#Imagens do Feminino Ancestral: Reconhecimento de Padrões, Através do Espaço e do Tempo#O keebèt e a cerimônia feminina no Chaco#Notre Dame de la Vie: Nossa Senhora da Vida#Templos da Deusa na Ásia Ocidental#Atete, Deusa do Povo Oromo no sul da Etiópia#Rainha de Saba / Sabah / Shaba – Makeda, Bilqis#Matriarcado, Matrilinearidade,#Mãe Menininha do Gantois#A rabina Léah Novick#A natureza divina das mulheres naturalmente – um desafio do século XXI#Citações do Feminino Divino#O poder da Irmandade / Fraternidade Feminina ou Sororidade#Influencias da Lua, dos planetas e outros astros sobre a terra#Sobre a Vagina, a Vulva e soluções naturais para alguns problemas#Runas – História, Mitos e Significados dos Símbolos#Madeiras para fazer varinhas mágicas#Dualidade Mútua: Yin Yang / Shiva Shakti#Plantas para reconexão feminina#O Feminino Divino está em Ascensão#Pindorama – O Brasil Nativo, O Brasil Ancestral – e Abya Yala#Astros de tônicas femininas para encontrá-los e entender o feminino no seu mapa astrológico#Florais para as mulheres#Ervas e plantas para a cura dos disturbios femininos – ervas e plantas para mulheres – Ginecologia Natural#Vênus e as Plêiades!#Código e Contemplação da ética das Sacerdotisas#Purificação, Consagração e Carregamento de objetos#Plantando um jardim mágico – Plantas Mágicas#Jóias egípcias antigas arrancadas do monte funerário da “princesa virgem” na Siberia, montanhas de Altai#Ervas, plantas e magia#Tuatha De Danann#Os Duidas#Moura Encantada#Poder dos Metais – Propriedades Magicas dos Metais#De Tonantzin Coatlicue à Virgem de Guadalupe: o que Elas têm em comum#Magia dos tecidos: A Cosmovisão Andina Através da Tecelagem#Deusas da Cura#As Hostes Angelicas – de Geoffrey Hodson#Os Anjos#Astrologia do Centro Galáctico – o centro galáctico no mapa astrológico#Tonalidade cósmica – o significado sagrado da tartaruga#Deusas hindus. Lakshmi, Sarasvati e Parvati (Sati, Durga e Kali)#A lenda hindu do dilúvio de Manu e o relato bíblico de Noé#A Deusa Ganga e O Ganges: o rio sagrado do hinduísmo#Qhaqoy – técnica massagem andian#simbolos para os principios#Ativando a Prosperidade#Sobre o que é Sombra#A Menstruação é realmente ‘normal’ ou ‘natural’? (do ponto de vista muito ancestral)#Ogham / Ogam – Alfabeto Celta – Druida#A Jornada de Inanna: A descida de Inanna ao submundo: uma obra-prima literária de 5.500 anos#Shakti – Invocando sua energia feminina#Deusa Mãe (Ninmah, Nintud / r, Belet-ili e Nin e Ninhursag)#Principais desastres ambientais no Brasil e no mundo#Salto de Sete Quedas – SALTOS DEL GUAIRÁ – O fim das maiores cachoeiras do mundo#Meses da árvore celta – 13/treze divisões lunares#Plantas harmonização hormonal#Magia, Magia Cerimonial e Teurgia#A Mãe Divina#Shakti – Na astrologia oriental e numerologia#Planetários e quadrados mágicos –#Artes divinatórias e práticas mânticas#Tarot: A Rota ou Roda das Experiências das civilizações antigas#Deusa Asherah – Representação Feminina do Sagrado, a Deusa de Israel#A Grande Deusa – Histórico#A Mais Antiga Oração Dirigida à Maria Datada Do Ano 250 d.C#Áreas reflexas femininas do corpo físico-etérico#Lilith#A Humanização do Parto e do Nascimento#Nomes Xamãs#Animais com fêmeas dominantes#Uma não definição de “xamã”#Enheduanna – A poeta e Alta Sacerdotisa acadiana#O Panteão da Mesopotâmia – Mitologia Mesopotâmia#Tiamat#Lista de ocultistas e escritores ocultistas#Plantas e seus benefícios#Reflexões de uma antropóloga e mãe: ‘O que aprendi com índios sobre educação infantil’#As “Montanhas Sagradas”, o Centro das Montanhas Mágicas da Mantiqueira – Aiuruoca#Serra do Roncador#Instrumentos Musicais Indígenas#O poder das raízes: As plantas falam umas com as outras pelas suas raízes#As mulheres e produção de óvulos: mulheres nascem com óvulos em seus ovários#Escritos e Evangelhos Apócrifos#Astarte, Astoreth, Ashtarot, a verdadeira origem de Venus e Afrodite#Deusas em Transformação:#Exercícios Kegel: Exercícios Musculares Pélvicos#Alquimia Feminina: Cultivo Feminino#Hypatia de Alexandria#Sírius, a estrela da realeza#Quem é Baphomet?#Maquiagem com produtos naturais (maquiagens veganas, naturais e caseiras)#Ēostre – A Deusa da Origem da Páscoa#Arqueólogos encontram vestígios de civilização desconhecida na Amazônia#Inanna – Ishtar – Astart (Ashtoreth)#Apsaras#Sobre a Frequência 432 e afins#A Era de Aquário#Evangelho de Maria#Quando Deus era mulher: A civilização das deusas gordas#Aradia#Porque precisamos de energia feminina no mundo#Mudanças no campo magnético da Terra#Associações de apoio às mulheres pelo mundo#Como a sabedoria das mulheres estava perdida#Ondas Cerebrais e Meditação#O Movimento do Sagrado Feminino ou Divino Feminino#A lenda de Mulan: a jornada da mulher e do feminino#Jornada de Cura – integrado as jornadas dos heróis e heroínas#Marija Gimbutas e a Deusa#Jornada da heroína: a narrativa mítica da mulher#Diferenças entre Signos e Constelações#Centro Galáctico#108 Siddhas Femininas, Dakinis, Yoginis e tântricas#Mulheres nas religiões#Casa da Virgem Maria na Turquia#As Mulheres na Cultura Védica#A Jornada da heroína e os ciclos de morte e vida#Elementos da meditação ativa:#Shakti Sadhana – Disciplina espiritual hindu (combinação de prática védica e tântrica)#Fases da Lua de 1900 a 2060#Informações básicas e interessantes da Astronomia#Locais importantes relacionados ao Caminho Evolutivo da civilização Ária#Samhain#Deusas da Mitologia no Brasil#A Centralidade da Feminina Divina – Shakti – no Sufismo#LILITH, O grande misterio do feminino selvagem#O que é Ginecosofia / Ginecosophia – Ginesofia / Ginesophia#Pleiades – pela Teosofia#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (ciganas)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (indianas)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (orientais, árabes)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (flamenco e salsa)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (brasileiras)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (hawaianas, polinesia, tailandesas, chinesas outras)#Vídeos de Danças Femininas Étnicas (árabes – dança do vente, orientais tribais, indianas fusion e afins)#Mandala#Grupo Mawaka#Outras Músicas#Sarasvati, Lakshmi, Parvati – As Três deusas, Shaktis supremas do induísmo#Yasodhara#Yasodhara#Céu Real – Céu Astronômico do momento (Efemérides Astronômicas)#Beltane#Mulher Shaman / Mulheres Xamãs#Maha Devi – Lalitha Sahasranamam – Os 1000 nomes de Lalitha / Lalita#Dança Duende – Danza Duende e ‘El Duende’#Mulheres Heroínas Indígenas#Apu (divindade) – Os Espíritos da Montanha do Peru#Mitos e lendas: Paititi, uma importante cidade perdida dos Incas#Caminho do Peabiru – Caminho utilizado pelos nativos ancestrais sul-americanos, ligando o litoral ao interior#SHAKTI-SHIVA e a Cosmogênese – Os mistérios da origem do humano e do universo#Qoya – A Rainha-Sacerdotisa Inca#Ginecologia Natural – Naturologia Feminina: Saúde da Mulher#NEFERTITI, a Bela e Poderosa Rainha do Egito – A Grande Rainha do Nilo#Recebemos as mitocôndrias de nossas mães: maioria dos seus genes são oriundos de sua mãe.#Mulheres Incas#Hello world!#Deusas indianas e o significado de suas imagens#História das mulheres#Musicas Danças#RECONEXÃO Caminho Sagrado Feminino: Práticas Essenciais#O que é o Feminicídio ou femicídio#Gênero Feminino#Políticas públicas de combate à violência contra a mulher#Movimentos pelos Direitos da Mulher#Atos Internacionais – convenções que se referem às mulheres (Diretos da Mulher 2)#Direitos da Mulher#Helena Blavatsky#Mulheres em luta: Mulheres revolucionárias#Sobre o Útero – O Cálice Sagrado (pela abordagem do xamanismo tolteca contemporaneo)#Sobre Alquimia Interior – Alquimia Feminina – Respiração Ovariana – (pela abordagem do Tao Universal)#Tambores Xamânicos Sagrados#Xamanismo Huna (Hawai) e o Ho'oponopono#Atlantida, uma civilização matriarcal esquecida#Elementais da Natureza#Pedras de Poder#Os cristais e o ventre#Equilíbrio hormonal da mulher 2 – A importância da Progesterona#Equilíbrio Hormonal da Mulher#Por que nem todas as fêmeas menstruam? ….#Shakti#O Sagrado Feminino e a Deusa Gaia Manifestada#Os Mistérios de Vila Velha (Ponta Grossa – PR – Brasil)#Mistérios Brasileiros Famosos#As Deusas Védicas#O Poder das Plantas#Pesquisa revela o poder das mulheres Incas#Profecias dos Incas Q’ero#Mulheres da Floresta#ZENEIDA, A PAJÉ DO MARAJÓ#Mulheres Pajes – As xamas nativas brasileiras#A Sabedoria dos Incas e Andina e os resquícios de uma sabedoria sagrada feminina#A CHAKANA – A Cruz Andina ou Cruz Quadrada – a ponte entre os mundos#Acllas, as Sacerdotisas do Sol – Mulheres Sagradas dos Andes (sacerdotisas incas)#Princípios dos Povos Andinos#Pachamama#Herbologia mística – o poder das ervas e plantas#O Poder dos Cristais#O Poder das Flores – O Povo Flor#A Lenda das 13 Matriarcas#O Poder das Árvores: O Povo em Pé#Purificação com ervas – por método xamânico#Plantas de Poder#Catal Hoyuk – Anatólia (atual Turquia) e a arte da deusa e do feminino#Símbolos minóicos do culto a Deusa#Animais de poder – As ‘Criaturas’ ou ‘Criaturas Animais’ – Totens (Xamanismo)#Animais de poder – As 'Criaturas' ou 'Criaturas Animais' – Totens (Xamanismo)#Mix de ervas emagrecedoras – também diminui a barriga (perde gordura abdominal)#Shakti Mantras: os mantras de poder e graça potencializando outros mantras#Oração (ou contemplações) às Marias Navegantes – das Sacerdotisas de Maria#Theotokos – Maria como a 'Mãe de Deus'#Theotokos – Maria como a ‘Mãe de Deus’#Coliridianismo#A TERRA OCA – Mistérios milenares da Terra#Sara La Kali ou Santa Sara Kali – O Sagrado Feminino e o Sincretismo religioso#Segredos do Sagrado Feminino Cristão – As Marias do Mar#O que é ser uma sacerdotisa – A Sacerdotisa e o Sagrado Feminino#Sagrado Feminino: Brasil, ÍSIS, N.Srª Aparecida, o poder da Deusa#Sobre o Sagrado Feminino, as Abelhas e o mel, A Deusa Abelha#Shaktis – As mulheres Yoginis, Dakinis e Sacerdotisas#Shakti – A importância de seu reconhecimento pela mulher#Shaktis dos Nakshatras#Shakti – Poder Cósmico e Universal#Shakti : A Mãe do Mundo 1#Shakti: O Despertar da Deusa Adormecida na Matéria#Shakti: O Poder, a Força Divina Cósmica, Planetária e Pessoal#Shakti, kundalini e Tantra#Cariatides – Sacerdotisas de Artemis#Piramides na Bosnia e China#A história das coisas, pelas pessoas e pela Terra#Os Mistérios da Serra do Roncador#Avatara ou Avatar e o Kalki Avatar ou Maitreya#Links Astrologia Sideral e Astrologia Védica#O que são formas pensamento, egregoras e tulpa?#Estátua de Maitreya: uma imagem que a mente pode fazer dela uma ponte!#Allamirah – Uma Encarnação da Divina Mãe, do Feminino Sagrado#Oricalco: o metal desaparecido usado na Atlântida#Especiarias#Sacerdotisas Sumérias#Ervas Medicinais, Especiarias e Temperos#Shakti#Srichakra – representação de Shiva-Shakti no macrocósmico e microcósmicos#Dharma e Sanatana Dharma – As Leis Universais e o Sistema de Sabedoria da Índia para estar em sintonia com essas leis#A Filosofia Yoga Shakti – por Sri Swami Sivananda#Samantabhadri, Prajnaparamita, Vajravarahi e Arya Tara (As Grandes Shaktis do dharmakaya, sambhogakaya e Nirmanakaya)#Kurukulla: Lalitavajra ou Vajratara (ou Tara Vermelha)#Vajravahari e Vajrayogini#As ‘Deidades’ do Bardo (estágio intermediário)#Aditi – Devamatri, expansão cósmica, espaço; mãe de todas as coisas#Adi Parashakti (Adi Shakti) – Param Prakriti, o Poder do Para Brahman#Lokapalas ou Maharajas#Shri Yantra – Um dos mais conhecidos e poderosos Yantras#Lalita Tripurasundari – A origem dos 3 mundos#Filmes Indicados#Bibliografia: Livros – Indicação para o estudo da Espiritualidade e Sabedoria Feminina#Glossário de Deusas#Glossário Indígena e Xamânico#Músicas de Marcus Viana e Sagrado Coração#Links para as constelações e estrelas fixas: Pleiades, Orion/Tres Marias, Sirius, Algol, Cruzeiro do Sul, Pleiades do Sul, Cão e Ursa Maior, Coroa Austral e Boreal, Spica, Sadalmelik#Conjunções de Vênus (de 1900 a 2050) – Trânsitos e Ciclos de Venus (1032 a 2255)#Estações do Ano de 1900 a 2099#O Céu do Momento#Leis Herméticas – Leis ou Princípios Existenciais ou Leis que regem o Universo#As linguas originais sagradas: Sensar e Vatan – e os mistérios que elas guardam#Matrikas (Mães Protetoras e Purificadoras) e as 64 Dakinis#As Cinco Mães, Irmãs ou Consortes de Sabedoria (Prajnas) – Mães e Consortes dos Dhyanis Budhas#Pleroma – A Plenitude#Aeon – Emanações Supremas do Pleroma#Os conceitos de Self, Individuação e Iluminação#Os estágios-níveis de desenvolvimento humano e os domínios transpessoais#Meditação e o despertar do Poder e da Sabedoria Interior#Qual a diferença, entre os gêneros, que interferem nos métodos de despertar? (resumo síntese)#Como se dá a exploração energética direta da mulher? (resumo síntese)#O que é o ‘processo evolucional’ ou despertar da consciência? (resumo síntese)#Porque esta urgência de despertar? (resumo síntese)#Protegido: Sonhos lúcidos – teoria e prática#O que são Elementos Vibracionais?#Porque um sistema iniciático (de despertar) específico para as mulheres? (resumo síntese)#Crianças / Humanos Índigo e Cristais#Anjos e Devas#Porque muitas mulheres se sentem insatisfeitas nos seus relacionamentos? (Parte 1)#Dualismo e não dualismo#O que é Magia, Teurgia e Teurgia Natural?#Sobre as mulheres – pensamentos e frases#Hildegard de Bingen#O que significa Shekinah (Shekhinah ou Shechiná)#Shakti – O poder interior humano, planetário e cósmico: O Grande Feminino#Fenícios no Brasil muito antes dos portugueses#Ilha Brasil – Hy Brazil a ilha mítica, a ilha afortunada#Roda do Ano – Os 8 Festivais Celtas – As 8 fases da Deusa#Sobre o feminino, o masculino e o sexo – Dion Fortune#Sobre o significados de Sacerdotisa#Mata Amritanandamayi Devi, Ammachi ou Amma – A Shakti Mãe que distribui o Poder do Amor pelo abraço#Ma Yoga Shakti – A Shakti com realizações materiais e espirituais para o bem comum#Anandi Ma: uma Shakti oferecendo Shaktipat no ocidente#Transformando a energia em Shakti – referente aos ensinamentos de Shree Maa#Shee Maa – Uma deusa mãe da Índia para o ocidente#Planetas e Arcanos – para refletir os aspectos arquetípicos#Yeshe Tsogyal: uma Dakini iluminada#Therese Neumann – uma santa cristã#Sri Ma Anandamayi – Uma grande Shakti manifestada na índia#Mahavidya – As dez grandes Shaktis associadas aos grandes poderes cósmicos para os tântricos#Sri Sarada Devi – A Santa Mãe, uma Shakti encarnada#Alguns mestres orientais e suas Dakinis ou Shaktis – Padmasambhava, Ramamkrishna, Aurobindo#o que significam: Libertação, Iluminação, Auto Realização, Arhat, Nirvana#Nangsa Obum – uma mulher tibetana considerada emanação de Tara#Vajrayogini – A Shakti orientadora e inspiradora no caminho de iluminação#Tara – uma manifestação do aspecto feminino iluminado#As 64 Dakinis ou Yoginis#o que significa Prakrit, Mahaprakrit e Purusha#O que significa Kundalini, Fohat e Prana#O que significa Sophia (Sofia)#o que significam Deusas Mães ou Grandes Deusas#O que significa Devi#O que significa Dakini#O que significa Yogini#O que significa diksha, deeksha ou deeksa – ou iniciação espiritual#O que siginifica Shaktismo#O que significa Shaktipat#o que significa SHAKTI#Shakti#As Sacerdotisas da história desta civilização: Pitonisas, Vestais, de Ísis, de Inana, Sibilas#o que é THEASOPHIA (Theasofia, Teasofia) e THEALOGIA (Tealogia)#Gurumayi Chidvilasananda – uma bela e bem aventurada Shakti transmitindo Shaktipat ao ocidente#o que é TEURGIA e TAUMATURGIA#Mirra Alfassa – Shakti ou Companheira espiritual de Sri Arobindo#Ayu Khadro – Uma Grande Dakini manifestada
Assuntos Complementares Mitologia Feminina Uncategorized

Quem é Baphomet?

Quem é Baphomet?

Hoje, o símbolo está associado com qualquer coisa relativa ao ocultismo, rituais de magia, bruxaria, satanismo e esoterismo. Baphomet aparece muitas vezes na cultura popular para identificar qualquer coisa relacionada com ocultismo.
A representação mais famosa do Baphomet é encontrada em “Dogme et Rituel de la Haute Magie” (Dogma e Ritual da Alta Magia), um livro de 1897 de Eliphas Lévi que se tornou uma referência padrão para o ocultismo moderno. O que esta criatura representa? Qual é o significado dos símbolos ao seu redor? Por que ela é tão importante no ocultismo? Para responder algumas dessas questões, devemos primeiro olhar para suas origens. Vamos primeiro apresentar a história de Baphomet e os vários exemplos de referências a Baphomet na cultura popular.

Origens do Nome

 

Há diversas teorias sobre as origens do nome de Baphomet. A explicação mais comum afirma que este nome é uma corrupção do nome de Mohammed em francês antigo do (que foi “latinizado” para “Mahomet”) – o Profeta do Islã. Durante as Cruzadas, os cavaleiros templários permaneceram durante longos períodos de tempo em países do Oriente Médio, onde se familiarizaram com os ensinamentos do misticismo árabe. Este contato com as civilizações orientais lhes permitiram trazer de volta para a Europa a base do que se tornaria o ocultismo ocidental, incluindo o gnosticismo, a alquimia, a cabala e o hermetismo. A afinidade dos cavaleiros Templários com os muçulmanos levou a Igreja a acusá-los de adoração de um ídolo chamado Baphomet, por isso há algumas ligações plausíveis entre Baphomet e Maomé. No entanto, existem outras teorias sobre as origens do nome. Eliphas Levi, o ocultista francês que desenhou o famoso retrato de Baphomet argumentou que o nome havia sido derivado de uma codificação cabalística:

O nome do Baphomet dos Templários, que deve ser soletrado cabalisticamente para trás, é composto de três abreviações: Tem. ohp. AB., Templi omnium hominum pacts abbas, “o pai do templo da paz de todos os homens”.[1]

Arkon Daraul, um autor e professor da tradição Sufi e de magia, argumentou que o nome Baphomet veio da palavra árabe Abu fihama (t), que significa “O Pai do Entendimento”. [2]

Dr. Hugh Schonfield, cujo trabalho sobre os Manuscritos do Mar Morto é bem conhecido, desenvolveu uma das teorias mais interessantes. Schonfield, que havia estudado uma sistema de criptografia judeu chamado Atbash, que foi usado na tradução de alguns dos Manuscritos do Mar Morto, afirmou que quando se aplicou a cifra na palavra Baphomet, esta foi transposta para a palavra grega “Sophia”, que significa “conhecimento” e também é sinônimo de “deusa”.

Possíveis Origens da Figura

A representação moderna de Baphomet parece ter suas raízes em várias fontes antigas, mas principalmente em deuses pagãos. Baphomet tem semelhanças com deuses de todo o globo, incluindo do Egito, do norte da Europa e da Índia. Na verdade, as mitologias de um grande número de civilizações antigas incluem algum tipo de divindade com chifres. Na teoria junguiana (de Carl Jung), Baphomet é uma continuação do arquétipo deus-com-chifres, pois o conceito de uma divindade com chifres é universalmente presente na psique individual. Será que Cernunnos, Pan, Hathor, o Diabo (como descrito pelo cristianismo) e Baphomet têm uma origem comum? Alguns de seus atributos são muito semelhantes.

bato3

O antigo deus celta Cernunnos é tradicionalmente representado com chifre na cabeça, sentado na “posição de lótus”, semelhante à representação do Baphomet de Levi. Embora a história de Cernunnos esteja envolta em mistério, ele é geralmente considerado o deus da fertilidade e da natureza.

bato4

Na Grã-Bretanha, Cerennunos foi nomeado Herne. O deus chifrudo tem as características de Sátiro de Baphomet, juntamente com sua ênfase no falo.

bato5

Pan era uma divindade de destaque na Grécia. O deus da natureza era muitas vezes representado com chifres na cabeça e a parte inferior do corpo de um bode. Não diferentemente de Cerenunnos, Pan é uma divindade fálica. Suas características animalescas são a personificação dos impulsos carnais e de procriação dos homens.

bato6

Papa Silvestre II e o Diabo (1460). No cristianismo, o diabo tem características semelhantes às dos deuses pagãos descritos acima pois eles são a principal inspiração para essas representações. Os atributos incorporados por esses deuses se tornou a representação do que é considerado o mal pela Igreja.

bato7

O carta do Diabo do Tarot de Marselha (século 15). Esta carta mostra o diabo, com suas asas, chifres, seios e sinal da mão. É sem dúvida uma grande influência na representação do Baphomet de Levi (detalhes mais adiante).

bato8

Robin Good-Fellow (ou Puck) é um elfo mitológico que seria a personificação do espírito da terra. Tendo vários atributos de Baphomet e outras divindades, ele é mostrado aqui na capa de um livro de 1629 rodeado por bruxas.

bato9

Pintura de Goya de 1821 El Aquelarre, ou El Gran Cabrón (O grande Bode) ou ainda “Witches Sabbath”. A pintura retrata um grupo de bruxas reunidas em torno de Satanás, retratado como uma figura meio-homem, metade bode.

Baphomet de Eliphas Levi

bato10

Esta representação de Baphomet de Eliphas Levi em seu livro Dogmes et Rituels de la Haute Magie (Dogmas e Rituais da Alta Magia) tornou-se a representação visual “oficial” de Baphomet. Em 1861, o ocultista francês Eliphas Lévi incluíu em seu livro “Dogmes et Rituels de la Haute Magie” (Dogma e Ritual de Alta Magia) um desenho que se tornaria a mais famosa representação do Baphomet: um bode humanóide alado com um par de seios e uma tocha em sua cabeça entre os seus chifres. A figura apresenta semelhanças numerosas com as divindades descritas acima. Ele também inclui vários outros símbolos relacionados com os conceitos esotéricos encarnado por Baphomet. No prefácio de seu livro, Levi diz:

“O bode na capa carrega o sinal do pentagrama na testa, com um ponto no topo, um símbolo de luz, e suas duas mãos formam o sinal do hermetismo, uma que aponta para a lua branca de Chesed, e a outra apontando para baixo para a lua negra de Geburah. Este signo expressa a perfeita harmonia da misericórdia com a justiça. Um de seus braços é de uma fêmea, e o outro de um macho como os do andrógino de Khunrath, os atributos dos quais tivemos que unir com os do nosso bode porque ele é um e o mesmo símbolo. A chama da inteligência que brilha entre seus chifres é a luz mágica do equilíbrio universal, a imagem da alma elevada acima da matéria, como a chama, que ainda que esteja amarrada à matéria, brilha acima dela. A cabeça do animal repulsivo exprime o horror do pecador, cuja atuação material é a única parte responsável que tem de suportar exclusivamente o castigo, porque a alma é insensível de acordo com sua natureza e só pode sofrer quando se materializa. A vara de pé em vez dos genitais simboliza a vida eterna, o corpo coberto de escamas simboliza a água, o semi-círculo acima dele significa a atmosfera e as penas logo em seguida acima representam a volatilidade . A humanidade é representada pelos dois seios e os braços andróginos desta esfinge das ciências ocultas.” [3]

Na representação de Levi, Baphomet representa a culminação do processo alquímico – a união de forças opostas para criar Luz Astral – a base da magia e, por fim, a iluminação.

Um olhar mais atento sobre os detalhes da imagem revela que cada símbolo é, inevitavelmente, equilibrado com o seu oposto. Baphomet em si mesmo é um personagem andrógino possuindo as características de ambos os sexos: seios femininos e uma haste que representa o falo ereto. O conceito de andrógeno é de grande importância na filosofia oculta, pois representa o mais alto nível de iniciação na busca de se tornar “um com Deus”.

O falo (pênis) de Baphomet é, na verdade o Caduceus de Hermes – uma haste com duas serpentes entrelaçadas. Este antigo símbolo tem representado o hermetismo durante séculos. O Caduceus esotericamente representa a ativação dos chakras, a partir da base da coluna vertebral para a glândula pineal, usando o poder serpentino (daí, as serpentes) ou Luz Astral.

bato11

O Caduceus como símbolo de ativação chakra.

A Ciência é real somente para aqueles que admitem e entendem a filosofia e a religião, e seu processo só será bem sucedido para o Adepto que atingir a soberania da vontade, e assim se tornar o Rei do mundo elementar: para o grande agente da operação do Sol, é aquela força descrita no símbolo de Hermes, da tábua de esmeralda, é o poder mágico universal; o espiritual, ardente, a força motriz, é o Od, de acordo com os hebreus, e a luz astral, de acordo com outros povos. Aí está o fogo secreto, vivo e filosofal, da qual todos os filósofos herméticos falam com a reserva mais misteriosa: a Semente Universal, do qual o segredo por eles é mantido, e o qual eles representavam apenas sob a figura do Caduceu de Hermes. [4]

Baphomet é portanto, o simbolo da Grande Trabalho da alquimia onde as forças separados e opostas são unidas em perfeito equilíbrio para gerar a luz Astral. Este processo alquímico é representada na imagem de Levi pelos termos ‘Solve’ e ‘Coagula’ nos braços do Baphomet. Enquanto eles realizam resultados opostos, Solve (transformar sólido em líquido) e Coagula (transformar líquido em sólido) são duas etapas necessárias do processo alquímico – que visa transformar pedras em ouro, ou em termos esotéricos, um homem profano em um homem iluminado . As duas etapas estão no braços apontando em direções opostas, enfatizando sua natureza oposta.

As mãos de Baphomet formam o “sinal de hermetismo” – que é uma representação visual do axioma hermético “O que está em cima é como o que está embaixo“. Este ditado resume todos os ensinamentos e os objetivos do hermetismo, onde o microcosmo (homem) é como o macrocosmo (o universo). Portanto, a compreensão de um é igual a compreensão do outro. Esta Lei de Correspondência origina as Tábuas de Esmeralda de Hermes Trismegisto, onde foi declarado:

“O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima, para realizar os milagres de uma só coisa”. [5]

O domínio dessa força de vida, a Vida Astral, é o que é chamado pelos ocultistas modernos de “magia”.

bato12

“O cartão do Mágico do tarot exibindo o axioma hermético. O que está em cima é como o que está embaixo.”

“A prática da magia – branca ou preta – depende da capacidade do adepto de controlar a força da vida universal – o que Eliphas Levi chama de “o grande agente mágico”, ou a luz astral. Pela manipulação desta essência fluídica os fenômenos do transcendentalismo são produzidos. O famoso bode hermafrodita de Mendes era uma criatura composta formulada para simbolizar a luz astral. Ele é idêntico ao Baphomet, o deus místico daqueles discípulos de magia cerimonial, os Templários, e estes provavelmente obtiveram este conhecimento dos árabes.” [6]

Cada uma das mãos de Baphomet aponta para luas opostas, que Levi chama de Chesed e Geburah – dois conceitos opostos tomadas da Cabala Judaica. Na Árvore cabalística da Vida, o Sefirot, Chesed está associada a “bondade dada aos outros”, enquanto Geburah refere-se à contenção “da própria vontade de conceder bondade aos outros, quando o destinatário do bem é considerado indigno e susceptível de abusar desta”. Estes dois conceitos são opostos e, como tudo na vida, um equilíbrio deve ser encontrado entre os dois.

A característica mais reconhecível de Baphomet é, naturalmente, a sua cabeça de bode. Esta cabeça monstruosa representa a natureza animal e pecaminosa do homem, suas tendências egoístas e seus instintos mais básicos. Oposto à natureza espiritual do homem (simbolizada pela “luz divina” em sua cabeça), este lado animal é independentemente visto como uma parte necessária da natureza dualista do homem, onde o animal e o espiritual devem se unir em harmonia. Também pode-se argumentar que a aparência grotesca geral do Baphomet poderia servir para afastar e repelir o profano que não é iniciado com o significado esotérico do símbolo.
Em Sociedades Secretas

Embora representação Levi de Baphomet de 1861 seja a mais famosa, o nome deste ídolo tem circulado por mais de mil anos, através de sociedades secretas e círculos ocultistas. A primeira menção registrada de Baphomet como uma parte de um ritual oculto apareceu durante a época dos Cavaleiros Templários.

Os Cavaleiros Templários

 

bato13

Baphomet presidindo um ritual Templário por Leo Taxil.

É amplamente aceito pelos pesquisadores ocultistas que a figura de Baphomet foi de grande importância nos rituais da Ordem dos Templários. A primeira ocorrência do nome de Baphomet apareceu em uma carta de 1098 do cruzado Anselmo de Ribemont afirmando:

“À medida que o dia seguinte amanheceu eles clamaram bem alto por Baphometh enquanto nós orávamos silenciosamente em nossos corações a Deus, então nós os atacamos e forçamos todos eles para fora dos muros da cidade.” [7]

Durante o julgamento dos Templários de 1307, onde Templários foram torturados e interrogados a pedido do Rei Felipe IV da França, o nome de Baphomet foi mencionado várias vezes. Enquanto alguns templários negaram a existência de Baphomet, outros o descreveram como sendo tanto uma cabeça decepada, ou um gato, ou uma cabeça com três faces.
Enquanto os livros destinados para consumo de massa muitas vezes negam qualquer ligação entre os cavaleiros templários e Baphomet, alegando que isso é uma invenção da Igreja para demonizá-los, quase todos os autores de renome no ocultismo (que escreveram os livros destinados aos iniciados) reconhecem a ligação. Na verdade, o ídolo é muitas vezes referido como o “Baphomet dos Templários”.

“Será que os Templários realmente adoraram a Baphomet? Será que eles ofereciam uma saudação vergonhosa às nádegas do bode de Mendes? O que foi realmente esta associação secreta e potente que colocou a Igreja e o Estado em perigo, e foi assim destruída? Não julgue nada levemente, pois eles são culpados de um grande crime, pois eles expuseram a olhares profanos o santuário da antiga iniciação. Eles se reuniram novamente e compartilharam os frutos da árvore do conhecimento, para que eles pudessem se tornar senhores do mundo. A sentença proferida contra eles é maior e muito mais antiga do que o tribunal do papa ou do rei: “No dia em que comeres dela, certamente morrerás”, disse o próprio Deus, como lemos no livro de Gênesis.
(…)
Sim, em nossa profunda convicção, o Grão-Mestres da Ordem dos Templários adoraram a Baphomet, e fizeram ele ser adorado por seus iniciados; sim, existia no passado, e pode haver ainda no presente, assembléias que são presidida por esta figura, sentado em um trono e com uma tocha flamejante entre os chifres. Mas os adoradores deste sinal não consideram, como nós, que ela seja uma representação do diabo: pelo contrário, para eles é a do deus Pã, o deus de nossas escolas modernas de filosofia, o deus da escola teúrgica de Alexandrina e do nossos próprios místicos Neo-platonistas, o deus de Lamartine e Victor Cousin, o deus de Spinoza e Platão, o deus das escolas gnósticas primitivas, o Cristo também do sacerdócio dissidente. Esta última qualificação, atribuída ao bode de Magia Negra, não surpreenderá aos estudantes de antiguidades religiosas que estão familiarizados com as fases de simbolismo e a doutrina nas suas várias transformações, tanto na Índia, Egito ou Judéia.” [8]

Maçonaria

Pouco depois do lançamento de ilustração de Levi, o escritor e jornalista francês Léo Taxil lançou uma série de folhetos e livros denunciando a Maçonaria, acusando os lodges de adoração ao diabo. No centro de suas acusações estava Baphomet, que foi descrito como o objeto de adoração dos Maçons.

bato14

“Les mystères de la franc-maçonnerie” (Os Mistérios da Maçonaria) acusou os maçons de satanismo e de adorar Baphomet. As obras de Taxil levantaram a ira dos católicos.

bato15

A capa do livro de “Les mystères de la franc-maçonnerie” que descreve um ritual maçônico presidido por Baphomet, que está sendo literalmente adorado.

bato16

Imagem anti-maçônico de Abel Clarin de la Rive, 1894.

Em 1897, depois de causar grande celeuma devido às suas revelações sobre a Maçonaria francesa, Léo Taxil convocou uma conferência de imprensa onde anunciou que muitas de suas revelações tinham sido fabricadas [9]. Desde então, esta série de eventos vêm sendo apelidada de “O Hoax de Léo Taxil”. No entanto, muitos argumentam que há possibilidade de que a confissão Taxil pode ter sido fruto de coação a fim de acabar com a polêmica envolvendo a Maçonaria. Seja qual for o caso, a conexão mais provável entre a Maçonaria e Baphomet é através do simbolismo, onde o ídolo se torna uma alegoria para os profundos conceitos esotéricos. O autor maçônico Albert Pike argumenta que na Maçonaria, Baphomet não é um objeto de adoração, mas um símbolo, sendo que o seu verdadeiro significado só é revelado a iniciados de alto nível.

“É absurdo supor que homens de intelecto adoravam um ídolo monstruoso chamado Baphomet, ou reconheciam Mahomet como um profeta inspirado. Seus simbolismos, inventados séculos antes, para esconder o que era perigoso confessar, foram naturalmente incompreendidos por aqueles que não eram adeptos, e aos seus inimigos pareciam ser panteístas. O bezerro de ouro, feito por Aarão para os israelitas, foi um dos bois sob a camada de bronze, e o Querubim no Propiciatório, incompreendido. Os símbolos dos sábios sempre se tornam os ídolos da multidão ignorante. O que os chefes da Ordem realmente acreditavam e ensinavam, é indicado para os Adeptos pelas sugestões contidas nos Altos Graus da Maçonaria, e pelos símbolos que só os Adeptos entendem.” [10]

Aleister Crowley

O ocultista britânico Aleister Crowley nasceu cerca de seis meses após a morte de Eliphas Lévi, levando-o a acreditar que ele era a reencarnação de Lévi. Em parte por esta razão, Crowley era conhecido dentro da Ordo Templi Orientis (O.T.O), a sociedade secreta que ele popularizou, como “Baphomet”.

bato17

Uma foto autografada de Crowley como Baphomet.

Aqui está a explicação de Crowley da etimologia do nome Baphomet, tiradas de seu livro de 1929 “As Confissões de Aleister Crowley”:

“Eu tinha tomado o nome Baphomet como o meu lema na O.T.O. Por mais de seis anos eu tinha tentado descobrir a maneira correta de soletrar este nome. Eu sabia que ele deveria ter oito letras, e também que as correspondências numéricas e literais deveriam ser de modo que expressassem o significado do nome em tais maneiras que confirmassem o que os estudiosos haviam descoberto sobre ele, e também para esclarecer os problemas que os arqueólogos até agora não conseguiram resolver… Uma teoria do nome é que ele representa as palavras “Beta alpha phi eta mu eta tau epsilon omicron sigma”, O batismo de sabedoria; outro, que é uma corruptela de um título que significa “Pai Mitra”. Não é necessário dizer que o sufixo R apoiou a última teoria. Eu adicionei a palavra, tal como é soletrada pelo Mago. Ela totalizou 729. Este número nunca tinha aparecido no meu trabalho Cabalístico e, portanto, não significava nada para mim. Ele no entanto se justificava como sendo o cubo de nove. A palavra “chi eta phi alpha sigma”, o título místico dado por Cristo a Pedro como a pedra angular da Igreja, tem esse mesmo valor. Até agora, o Mago tem-se mostrado com grandes qualidades! Ele tinha resolvido o problema etimológico e mostrou por que os Templários deveriam ter dado o nome de Baphomet para seu chamado ídolo. Baphomet foi Mithras Pai, a pedra cúbica, que foi a pedra angular do Templo. ” [11]

Baphomet é uma figura importante na Thelema, o sistema místico que Crowley estabeleceu no início do século 20. Em uma de suas obras mais importantes, Magick, Líber ABA, Book 4, Crowley descreve Baphomet como um andrógino divino:

“O Diabo não existe. É um nome falso inventado pelos Irmãos Negros para implicar uma unidade na sua confusão ignorante de dispersões. Um diabo que tivesse unidade seria um Deus … “O Diabo” é, historicamente, o Deus de qualquer povo que alguém pessoalmente não goste … Esta serpente, Satanás, não é o inimigo do homem, mas Ele que fez Deuses da nossa raça, conhecendo o Bem e do Mal, Ele mandou “Conhece a ti mesmo!” e ensinou a Iniciação. Ele é “O Diabo” do Livro de Thoth, e Seu emblema é Baphomet, o Andrógino que é o hieróglifo de arcana perfeição… Ele é, portanto, Vida e Amor. Mas além disso a sua carta é ayin, o Olho, de modo que ele é Luz, e sua imagem Zodiacal é Capricórnio, o bode saltitante cujo atributo é a Liberdade.” [12]

A Ecclesia Gnóstica Catholica, o braço eclesiástico de Ordo Templi Orientis (OTO), recita durante a sua Missa Gnóstica “E eu acredito na Serpente e no Leão, Mistério do Mistério, em Seu nome BAPHOMET” [13]. Baphomet é considerado como a união do Chaos e Babalon, energia masculina e feminina, o falo e o útero.

A Igreja de Satanás

Embora não seja tecnicamente uma sociedade secreta, a Igreja de Anton Lavey de Satanás continua a ser uma ordem ocultista influente. Fundada em 1966, a organização adotou o “Sigil do Baphomet” como seu emblema oficial.

bato18

O Sigil de Baphomet, o símbolo oficial da Igreja de Satanás, apresenta o Bode de Mendes dentro de um pentagrama invertido. O Sigilo do Baphomet foi, provavelmente, fortemente inspirado por esta ilustração de Guaita’s La Clef de la Magie Noire (A Chave para Magia Negra).

bato19

Ilustrações de La Clef de la Magie Noire (1897)

De acordo com Anton Lavey, os templários adoravam Baphomet como um símbolo de Satanás. Baphomet é destaque presente durante nos rituais da Igreja de Satanás, com o símbolo sendo colocado acima do altar ritualístico.
Na Bíblia Satânica, Lavey descreve o símbolo do Baphomet:

“O símbolo do Baphomet foi usado pelos Cavaleiros Templários para representar Satanás. Através dos tempos este símbolo tem sido chamado por muitos nomes diferentes. Entre elas estão: O Bode de Mendes, o Bode de Mil Jovens, O Bode Preto, O Bode de Judas, e talvez o mais adequado, O Bode Expiatório”

Baphomet representa os Poderes das Trevas combinados com a fertilidade generativa do bode. Na sua forma “pura” o pentagrama é mostrado envolvendo a figura de um homem nos cinco pontos da estrela – três pontas para cima, duas pontas para baixo – simbolizando a natureza espiritual do homem. No satanismo o pentagrama também é usado, mas já que o satanismo representa os instintos carnais do homem, ou o oposto da natureza espiritual, o pentagrama é invertido para acomodar perfeitamente a cabeça do bode – seus chifres, representando dualidade, que é voltado para cima em tom de desafio, os outros três pontos invertidos, ou a trindade negada. As letras hebraicas em torno do círculo exterior do símbolo, que são dos ensinos mágicos da Cabala, soletram “Leviathan”, a serpente do abismo, e identificada com Satanás. Estas figuras correspondem aos cinco pontos da estrela invertida.” [14]

Na Cultura Popular

Principalmente devido à influência de Aleister Crowley e Anton Lavey na cultura popular, as referências a Baphomet podem ser encontrado em toda a cultura popular. Em alguns casos, como com bandas de heavy metal, as referências são bastante claras e inequívocas – estas bandas, de modo algum escondem a influência dessas escolas de ocultismo em suas imagens. Aqui estão alguns exemplos:

Banda de Death Metal Behemoth – Capa de Zos Kia Cultus

bato21

Banda de death metal The Black Dalia Murder – capa do álbum Ritual.

bato22

Marilyn Manson – Capa do álbum Anti-Christ Superstar

bato23

Rammstein’s Pussy se refere a androginia de Baphomet. O segundo homem da direita também faz o sinal da mão “O que está em cima é como o que está embaixo”.

Na cultura pop de massa (corporativa), as referências são muito mais vagas e escondidas. Destinadas a um público mais jovem, as referências existem, mas provavelmente não são reconhecidas e compreendidas conscientemente pela maioria de sua platéia. Aqui estão alguns exemplos.

bato24

Lady Gaga.

bato25

A cantora pop Kerli.

bato26

Captura de tela do popular jogo online Ragnarok.

apa do álbum de “Baphomet” de Kiichi

Muitas referências mais obscuras podem ser encontrados por aqueles “que têm olhos para ver”.

Conclusão

Baphomet é uma criação composta simbólica da realização alquímica através da união de forças opostas. Ocultistas acreditam que através do domínio da força vital, a pessoa é capaz de produzir a iluminação da magia e do espirito. A representação de Eliphas Lévi de Baphomet incluia vários símbolos aludindo à elevação da kundalini – energia serpentina – que em última análise, leva à ativação da glândula pineal, também conhecida como o “terceiro olho”. Então, do ponto de vista esotérico, Baphomet representa este processo oculto.

No entanto, ao longo do tempo o símbolo passou a denominar muito mais do que seu significado esotérico. Através de controvérsias, Baphomet tornou-se, dependendo do ponto de vista, uma representação de tudo o que é bom no ocultismo ou tudo o que é de ruim no ocultismo. É, de fato, o “bode expiatório” final, o rosto da feitiçaria, magia negra e satanismo. O fato do símbolo ser bastante monstruoso e grotesco provavelmente ajudou a impulsionar o símbolo para o seu nível de infâmia, como nunca deixa de chocar religiões organizadas ao mesmo tempo que atrae aqueles que se rebelam contra elas.

Desde que ganhou amplo reconhecimento na cultura popular, a imagem de Baphomet é agora utilizada como um símbolo de qualquer coisa sobre ocultismo e ritualismo. Nos meios de comunicação de massas, que têm laços com sociedades secretas, a figura de Baphomet aparece nos lugares mais estranhos, muitas vezes para um público jovem demais para entender a referência oculta . Estaria Baphomet sendo utilizado na cultura pop como um símbolo do poder da elite oculta sobre as massas ignorantes?
Notas:

1 – Eliphas Levi, Dogmes et Rituels de la Haute Magie (Dogma e Ritual da Alta Magia)
2- Arkon Daraul, A History of Secret Societies
3- Eliphas Levi, Dogme et Rituel de la Haute Magie
4- Albert Pike, Morals and Dogma
5- English translation of the Emerald Tablet
6- Manly P. Hall, The Secret Teachings of All Ages
7- Malcom Barber and Keith Bate, Letters from the East: Crusaders, Pilgrims and Settlers in the 12th-13th Centuries
8- Op. Cit. Levi
9- The Confessions of Léo Taxil, April 25 1897
10- Albert Pike, Morals and Dogma
11- Aleister Crowley, The Confessions of Aleister Crowley
12- Aleister Crowley, Magick, Liber ABA, Book 4
13- Helena and Tau Apiron, “The Invisible Basilica: The Creed of the Gnostic Catholic Church: An Examination”
14- Anton Lavey, The Satanic Bible

Fonte: http://apocalink.com.br/

Similar Posts